Enquanto a guerra suja dos dossiês grassa na mídia, o caso Pavan, por exemplo não tem nenhuma cobertura da mídia nacional. Leonel Pavan, vice-governador tucano de SC, é investigado e processado por tráfico de influência, improbidade administrativa e suspeito de envolvimento com lavagem de dinheiro e narcotráfico.
O escândalo DEM-Brasília foi substituído nas manchetes dos jornais e capas das revistas pelos factóides BANCOOP, Eletronet-Telebras e Funaro. O grave é que essa operação-dossiês, além da produção de falsas provas, está sendo realizada de comum acordo com os donos dos jornais e redações, com a participação explícita de jornalistas conscientes de que se prestam a fazer serviço sujo mandando às favas os manuais de redação e códigos de ética.
Trata-se, portanto, de uma guerra sem Convenção de Genebra e sem tréguas. Como bem disse Gilberto Carvalho vamos manter o sangue frio, mas não ao ponto de não responder à altura a essa sujeira. Vamos fazê-lo, mas não com os instrumentos da oposição, já que para nós os fins não justificam os meios. Vamos para a disputa política e para a mobilização de nossa militância - o melhor que nós temos enquanto partido. Vamos voltar para de onde viemos: para o povo.
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