"Como nas anteriores, na atual epidemia de populismo que grassa na América Latina uma das características é o continuísmo.
A perpetuação no poder é marca registrada do chavismo exportado da Venezuela para a Bolívia e Equador, com ramificações na Nicarágua. A mesma bactéria é encontrada na Casa Rosada, onde laços matrimoniais são usados para manter o casal Kirchner dando as ordens.
No Brasil, devido a instituições republicanas revigoradas por duas décadas contínuas de estabilidade democrática e respeito ao estado de direito, a praga do continuísmo não contaminou o Planalto."
O leitor desavisado vai imaginar que o jornalão sempre foi e será um legítimo representante da defesa da democracia e da liberdade. Que saudades de Castelo Branco, Médici, Geisel, Golbery, Armando Falcão, Silvio Frota, delegado Fleury, CCC, Operação Condor e outros baluartes das "liberdades democráticas" e da salutar alternância no poder.
EM TEMPO: Sim, eu acredito em Duendes!

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