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sábado, 19 de fevereiro de 2011

Homenagem aos 90 anos da "foia" de Sampa: O melhor da sessão "Noizerramos"

O melhor do "Erramos" da Folha. O enforcamento de Jesus por Daniel Piza continua imbatível!


A Folha errou, o leitor riu (ou chorou)

Seleção de erros publicados no jornal e corrigidos na seção Erramos. 

DE SÃO PAULO

HERESIAS 
Diferentemente do que foi publicado no texto "Artistas 'periféricos' passam despercebidos", à pág. 5-3 da edição de ontem da Ilustrada, Jesus não foi enforcado, mas crucificado, e a frase "No princípio era o Verbo" está no Novo, não no Velho Testamento. (7.dez.94) 

Diferentemente do que foi publicado no artigo "Divina autocrítica" (Opinião, 2/1, pág. 1-2), a Bíblia relata que o homem foi criado primeiro por Deus, e não a mulher. No mesmo texto, o autor escreve que o homem teria sido criado a partir de uma costela. Segundo a Bíblia, o homem foi criado a partir de uma porção de barro, e a mulher, a partir de uma costela. (7.jan.00) 

IRRITANDO O ESPECIALISTA 
Diferentemente do que foi publicado em 29/11, na pág. 5-7 (Folhinha), o tatu não nasce de um ovo. Ele é um mamífero placentário, que se desenvolve na barriga de sua mãe. (6.dez.97)

Identificação de foto à pág. 3-12 (Esporte) de 25/7 descreveu uma paisagem com "plantações de vinho", o que não existe. O certo é vinha, videiras ou vinhedo. (1.8.97) 

QUEM É QUEM 
A reportagem "Desenhos de 30 anos atrás são menos maniqueístas", na pág. 5-4 (Ilustrada) de 8/12, identificou incorretamente Tom e Jerry, personagens de desenho animado. O gato é o Tom e o rato, Jerry. (12.12.97) 

O nome do ex-jogador de basquete Michael Jordan foi grafado incorretamente como Michael Jackson em texto à pág. 4-5 (Esporte) em parte dos exemplares da edição de ontem. (18.3.2000) 

DESLIZE LITERÁRIO 
O autor de "Dom Quixote de La Mancha" é Miguel de Cervantes, e não Manoel, como saiu publicado no texto "Dom Quixote" vira "nordestino na Globo", à página 5 do TV Folha da edição de anteontem. (19.out.99) 

HISTÓRIA RECONTADA 
Diferentemente do que foi publicado na seção de necrologia, caderno São Paulo, nos dias 24/6 (pág. 3-6) e 25/6 (pág. 3-8), não houve missa de Ricardo Bacanhim Pereira. Ele está vivo. (27.jun.97) 

CAÇA-PALAVRAS 
Diferentemente do publicado no texto "Eletrônica, Fernanda Porto samba a sério" (Ilustrada, pág. E4, 20/5), o correto é "piano de cauda", e não "piano de calda". (29.5.03) 

Diferentemente do que informou o editorial "Sobre duas rodas" (Opinião, 28/10), a CET é a Companhia de Engenharia de Tráfego, e não de Tráfico. (1.11.2000) 

LOST IN TRANSLATION 
Artigo publicado à pág. 1-21 (Mundo) da edição de 24/8 errou ao traduzir o nome próprio japonês Kenyo por Alberto. O nome não tem tradução. (20.9.97) 

Há erro de tradução na tira Hagar publicada na Ilustrada no dia 3. Hagar diz não confiar em conservantes, e não em preservativos, como saiu publicado. (22.mai.91) 

PERDIDOS NO MAPA 
O mapa "Bolsas do mundo todo vivem mais um dia de baixas'", publicado na pág. 2-1 (Dinheiro) de ontem, mostrou incorretamente os EUA unificados ao México. (13.dez.97) 

O DIABO DOS DETALHES 
A peste pneumônica é transmitida por gotículas de saliva, diferentemente do que informou o texto publicado na página 2-10, no dia 24/09.

(obs.: neste último caso seria preciso um Erramos do Erramos: a Folha esqueceu de explicar que o texto afirmava que a doença era transmitida por filhotes de perdiz. Quem editou o texto procurou um sinônimo para perdigoto, que pode significar tanto salpico de saliva como filhote de perdiz). 

Outras boas seleções do "Erramos" da Folha:

http://poremail.blogspot.com/2008/04/prolas-da-seo-erramos-da-folha-de-s_16.html

http://www1.folha.uol.com.br/folha/circulo/dicas_heresias_2.htm


Um comentário:

  1. A democracia sempre é a principal conquista de uma sociedade
    Meios de comunicação: indispensáveis na divulgação da verdade
    Quando um jornal completa 90 anos, temos que sim comemorar
    Não pela empresa em si, mas pela contribuição que se pôde dar

    Criado pela família Mesquita, o 1º nome foi “Folha da Noite”
    Depois modernizada por Nabantino, que assumiu o controle
    E logo tratou de apaziguar picuinha de Matarazzo e Chatô
    Trazendo como trunfo a imparcialidade política para o leitor

    Com o crescimento da publicação, o que era 1 jornal virou 3
    Folhas da Manhã, Tarde e Noite: para todo tipo de freguês
    Já em 1960, o que estava plural, transformou-se singular
    Antes “Folhas”, agora Folha de São Paulo, nome a vigorar

    Em 1964, com grande expressão, teve seu primeiro pecado
    Ao lado dos militares, apoiou no Brasil o golpe de estado
    Por covardia, aceitou a submissão, vergonha, boca fechada
    Já outros veículos não admitiram suas páginas censuradas

    Mas a Folha se redimiu: papel importante nas Diretas Já
    No Impeachment, Mensalão e outros casos a considerar
    Não é por acaso, há tempos, um dos grandes da informação
    Muito mérito no passado e, certamente, nas páginas que virão

    http://noticiaemverso.com
    twitter: @noticiaemverso

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