A Folha errou, o leitor riu (ou chorou)
Seleção de erros publicados no jornal e corrigidos na seção Erramos.
DE SÃO PAULO
HERESIAS
Diferentemente do que foi publicado no texto "Artistas 'periféricos' passam despercebidos", à pág. 5-3 da edição de ontem da Ilustrada, Jesus não foi enforcado, mas crucificado, e a frase "No princípio era o Verbo" está no Novo, não no Velho Testamento. (7.dez.94)
Diferentemente do que foi publicado no artigo "Divina autocrítica" (Opinião, 2/1, pág. 1-2), a Bíblia relata que o homem foi criado primeiro por Deus, e não a mulher. No mesmo texto, o autor escreve que o homem teria sido criado a partir de uma costela. Segundo a Bíblia, o homem foi criado a partir de uma porção de barro, e a mulher, a partir de uma costela. (7.jan.00)
IRRITANDO O ESPECIALISTA
Diferentemente do que foi publicado em 29/11, na pág. 5-7 (Folhinha), o tatu não nasce de um ovo. Ele é um mamífero placentário, que se desenvolve na barriga de sua mãe. (6.dez.97)
Identificação de foto à pág. 3-12 (Esporte) de 25/7 descreveu uma paisagem com "plantações de vinho", o que não existe. O certo é vinha, videiras ou vinhedo. (1.8.97)
QUEM É QUEM
A reportagem "Desenhos de 30 anos atrás são menos maniqueístas", na pág. 5-4 (Ilustrada) de 8/12, identificou incorretamente Tom e Jerry, personagens de desenho animado. O gato é o Tom e o rato, Jerry. (12.12.97)
O nome do ex-jogador de basquete Michael Jordan foi grafado incorretamente como Michael Jackson em texto à pág. 4-5 (Esporte) em parte dos exemplares da edição de ontem. (18.3.2000)
DESLIZE LITERÁRIO
O autor de "Dom Quixote de La Mancha" é Miguel de Cervantes, e não Manoel, como saiu publicado no texto "Dom Quixote" vira "nordestino na Globo", à página 5 do TV Folha da edição de anteontem. (19.out.99)
HISTÓRIA RECONTADA
Diferentemente do que foi publicado na seção de necrologia, caderno São Paulo, nos dias 24/6 (pág. 3-6) e 25/6 (pág. 3-8), não houve missa de Ricardo Bacanhim Pereira. Ele está vivo. (27.jun.97)
CAÇA-PALAVRAS
Diferentemente do publicado no texto "Eletrônica, Fernanda Porto samba a sério" (Ilustrada, pág. E4, 20/5), o correto é "piano de cauda", e não "piano de calda". (29.5.03)
Diferentemente do que informou o editorial "Sobre duas rodas" (Opinião, 28/10), a CET é a Companhia de Engenharia de Tráfego, e não de Tráfico. (1.11.2000)
LOST IN TRANSLATION
Artigo publicado à pág. 1-21 (Mundo) da edição de 24/8 errou ao traduzir o nome próprio japonês Kenyo por Alberto. O nome não tem tradução. (20.9.97)
Há erro de tradução na tira Hagar publicada na Ilustrada no dia 3. Hagar diz não confiar em conservantes, e não em preservativos, como saiu publicado. (22.mai.91)
PERDIDOS NO MAPA
O mapa "Bolsas do mundo todo vivem mais um dia de baixas'", publicado na pág. 2-1 (Dinheiro) de ontem, mostrou incorretamente os EUA unificados ao México. (13.dez.97)
O DIABO DOS DETALHES
A peste pneumônica é transmitida por gotículas de saliva, diferentemente do que informou o texto publicado na página 2-10, no dia 24/09.
(obs.: neste último caso seria preciso um Erramos do Erramos: a Folha esqueceu de explicar que o texto afirmava que a doença era transmitida por filhotes de perdiz. Quem editou o texto procurou um sinônimo para perdigoto, que pode significar tanto salpico de saliva como filhote de perdiz).
Outras boas seleções do "Erramos" da Folha:
http://poremail.blogspot.com/2008/04/prolas-da-seo-erramos-da-folha-de-s_16.html
http://www1.folha.uol.com.br/folha/circulo/dicas_heresias_2.htm
A democracia sempre é a principal conquista de uma sociedade
ResponderExcluirMeios de comunicação: indispensáveis na divulgação da verdade
Quando um jornal completa 90 anos, temos que sim comemorar
Não pela empresa em si, mas pela contribuição que se pôde dar
Criado pela família Mesquita, o 1º nome foi “Folha da Noite”
Depois modernizada por Nabantino, que assumiu o controle
E logo tratou de apaziguar picuinha de Matarazzo e Chatô
Trazendo como trunfo a imparcialidade política para o leitor
Com o crescimento da publicação, o que era 1 jornal virou 3
Folhas da Manhã, Tarde e Noite: para todo tipo de freguês
Já em 1960, o que estava plural, transformou-se singular
Antes “Folhas”, agora Folha de São Paulo, nome a vigorar
Em 1964, com grande expressão, teve seu primeiro pecado
Ao lado dos militares, apoiou no Brasil o golpe de estado
Por covardia, aceitou a submissão, vergonha, boca fechada
Já outros veículos não admitiram suas páginas censuradas
Mas a Folha se redimiu: papel importante nas Diretas Já
No Impeachment, Mensalão e outros casos a considerar
Não é por acaso, há tempos, um dos grandes da informação
Muito mérito no passado e, certamente, nas páginas que virão
http://noticiaemverso.com
twitter: @noticiaemverso