na FSP
Líder mundial em transplantes de órgãos, a Espanha investe num modelo profissional de captação e contato com as famílias de possíveis doadores.
Em 2011, apenas 15% das famílias se negaram a autorizar doações, o índice mais baixo do mundo.
A taxa de doadores chega a 35 por milhão de pessoas. É quase o dobro da União Europeia. Na América Latina é de apenas 7,2.
De acordo com a lei espanhola, qualquer paciente com morte cerebral, se não tiver se manifestado contrário, é um doador em potencial. A autorização dos familiares é dispensada.
O coordenador do serviço de transplantes renais da Universidade de Barcelona, Josep Maria Campis, explica que os bons resultados se devem ao fato de "contarmos com profissionais que se dedicam total ou parcialmente a doação."
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