O pessoal que trabalha no Cuban Medical Professional Parole Program,
um programa do Governo americano destinado a aliciar profissionais
cubanos que trabalham nas missões médicas em outros países – está
pensando que é invenção minha? olhe aqui a página oficial – vai poder descansar da vida dura de agente da CIA e tirar uns dias, quem sabe até para brincar o Carnaval.
É que a Associação Médica Brasileira (AMB), entidade que disputa com
o Conselho Federal de Medicina para ver quem faz mais oposição ao Mais
Médicos, anunciou oficialmente
que está disponível para aliciar profissionais estrangeiros que atuam
no programa e que queiram abandonar seus postos (de saúde) para pedir
asilo (e é claro que eles querem nos EUA, não em Tracunhaém da Serra, é
obvio)
“O objetivo da entidade é atender médicos, tanto de Cuba como de outras nacionalidades(pausa para risada…),
que necessitem de orientação caso haja insatisfação no Programa Mais
Médicos pelas condições a que estão submetidos, assim como desejem
solicitar refúgio/asilo político”, diz o comunicado da AMB que informa
que vai oferecer, de forma “sigilosa e gratuita”, uma cartilha “com o
passo a passo dos procedimentos a serem seguidos, além de assessoria
jurídica para o pedido de refúgio”.
Está vendo? Não é justo implicar com eles chamando de Máfia de Branco, como ficaram tristemente famosos nos anos 80.
O nível subiu.
Agora é a “CIA de Branco”.
Comentário do Otávio de Carvalho @CarvalhoDOtavio
@mariolobato não, a AMB foi treinada por enviados da Embaixada
Comentário do Otávio de Carvalho @CarvalhoDOtavio
@mariolobato não, a AMB foi treinada por enviados da Embaixada
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