O Ministério Público quer o afastamento do secretario Municipal de Saúde de Ponta Grossa, Winston Antonio Bastos. Segundo a Promotoria de Justiça de Proteção à Saúde, ele estaria em condição de incompatibilidade funcional.
Além de secretário do município, Bastos trabalha no Centro de Excelência em Assistencia à Saúde, no Hospital Santa Casa de Misericórdia, na Clínica de Medicina e Cirurgia, além de atuar como auditor remunerado do Serviço de Assistência à Saúde do Governo do Paraná.
O MP quer que o secretário seja afastado imediatamente e propõe ao Judiciário uma multa diária no valor de 1000 reais em caso de descumprimento da decisão.
e no Fábio Campana
O MP-PR cobra do prefeito da cidade, Pedro Wosgrau Filho, o afastamento imediato do secretário e propõe ao Judiciário que determine multa diária no valor de R$ 1 mil, a serem revertidos para Fundo Municipal de Saúde, em caso de descumprimento da decisão.
e no Fábio Campana
A Promotoria de Justiça de Proteção à Saúde de Ponta Grossa, requer em ação cívil pública o afastamento do atual secretário Municipal de Saúde do município, Winston Antonio Bastos.
Segundo o promotor de Justiça que assina a ação, Fuad Faraj, o secretário está em condição de incompatibilidade funcional. Além do cargo na Secretária de Saúde, Bastos também trabalha no Centro de Excelência em Assistência à Saúde, no hospital Santa Casa de Misericórdia (sendo até diretor-clínico), na Clínica de Medicina e Cirurgia de Ponta Grossa, além de atuar como auditor remunerado do Serviço de Assistência à Saúde do Governo do Estado do Paraná.
“O prejuízo causado por servidores públicos que ganham sem trabalhar não se resume apenas ao salário que embolsam todo o mês. O prejuízo, dependendo do setor em que o sonegador de serviço público trabalhe, pode atingir, diretamente, a vida e a saúde de camadas expressivas da população”, destaca o promotor Faraj.
O MP-PR cobra do prefeito da cidade, Pedro Wosgrau Filho, o afastamento imediato do secretário e propõe ao Judiciário que determine multa diária no valor de R$ 1 mil, a serem revertidos para Fundo Municipal de Saúde, em caso de descumprimento da decisão.
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