"O que tem fome e te rouba o último pedaço de pão, chama-o teu inimigo... Mas não saltas ao pescoço do teu ladrão que nunca teve fome." Bertolt Brecht
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019
Diga NÃO à discriminação na saúde!
Você conhece a "Agenda para Zero Discriminação nos Serviços de Saúde"?
Lançada pelo @UNAIDSglobal em 2017, a agenda tem como um dos seus objetivos, garantir que todas as pessoas possam receber os cuidados de saúde de que necessitam sem discriminação!
Conheça e saiba mais no site do @UNAIDSBrasil: unaids.org.br
#ZeroDiscriminação
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quinta-feira, 21 de junho de 2018
“Brasil não cumprirá Objetivos do Desenvolvimento se mantiver atual marco normativo de políticas sociais”, destaca Deborah Duprat
A procuradora federal dos Direitos do Cidadão participou de diálogo sobre a Agenda 2030 e apontou os impactos da Emenda do Teto de Gastos para o alcance dos ODS
O atual conjunto normativo estabelecido pelo Brasil na execução de suas políticas sociais compromete fundamentalmente o cumprimento dos compromissos internacionalmente assumidos no âmbito da Agenda 2030 para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). O alerta foi feito pela procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Deborah Duprat, durante o seminário “Diálogos sobre Paz, Justiça e Instituições Eficazes: parcerias para o Desenvolvimento Sustentável”, promovido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), em Brasília.
O encontro buscou discutir os desafios para a garantia da paz, do acesso à justiça e da promoção de governança e transparência, tendo como base o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável número 16 – que trata de paz, justiça e instituições eficazes.
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quarta-feira, 28 de março de 2018
Drogas: ONU aprova resolução para combate sob perspectiva de Direitos Humanos [Exatamente ao contrário do que propõem os golpistas Temer e Osmar Terra]
Texto aprovado no Conselho de Direitos Humanos sugere que políticas de enfrentamento às drogas não fiquem restritas à área segurança
O Conselho de Direitos Humanos da ONU aprovou na tarde desta sexta-feira, 23, em Genebra, uma nova resolução sobre drogas que propõe enfrentar o problema a partir de uma perspectiva holística, não restrita à segurança, e que envolva diferentes setores da sociedade e políticas públicas.
Com 26 votos favoráveis, a resolução L41 “Contribuição do Conselho dos Direitos Humanos para a implementação do Compromisso Comum para lidar efetivamente e combater o problema mundial da política de guerra às drogas” tem como um de seus objetivos avaliar o impacto dessa política na efetivação dos direitos humanos. Além disso, o texto sugere que o tema receba um olhar integrado entre diferentes campos, como saúde, segurança pública, assistência social, justiça, entre outros, que devem realizar intervenções com responsabilidade compartilhada.
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terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
UNICEF diz que taxas de mortalidade infantil em países pobres são alarmantes
Recém-nascidos estão morrendo a taxas “alarmantemente altas” em países pobres, afetados por conflitos ou com instituições fracas, disse relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) publicado nesta terça-feira (20). Segundo o documento, bebês nascidos nessa situação têm 50 vezes mais chances de morrer no primeiro mês de vida do que aqueles nascidos em países ricos.
No Japão, um em cada 1,1 mil recém-nascidos morre no primeiro mês de vida, enquanto no Paquistão, a taxa é de que um a cada 22 bebês.

Bebês em maternidade de Ulaanbaatar, Mongólia. Foto: UNICEF
Recém-nascidos estão morrendo a taxas “alarmantemente altas” em países pobres, afetados por conflitos ou com instituições fracas, disse relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) publicado nesta terça-feira (20). Segundo o documento, bebês nascidos nessa situação têm 50 vezes mais chances de morrer no primeiro mês de vida do que aqueles nascidos em países ricos.
“A cada ano, 2,6 milhões de recém-nascidos no mundo não sobrevivem a seu primeiro mês de vida. Um milhão deles morrem no dia que nascem”, disse a diretora-executiva do UNICEF, Henrietta Fore.
segunda-feira, 13 de março de 2017
Pesticidas matam 200 mil pessoas por intoxicação aguda todo ano, alertam especialistas
Cerca de 90% das mortes ocorreram em países em desenvolvimento, onde as regulamentações de saúde, de segurança e de proteção ao meio ambiente são frágeis. Dois especialistas em direitos humanos da ONU pediram novo tratado global para regulamentar e eliminar gradualmente o uso de pesticidas perigosos na agricultura e avançar em práticas agrícolas sustentáveis.

Foto: Akarsh Simha/Flickr/CC
Dois especialistas em direitos humanos da ONU pediram nessa semana (7) um novo tratado global para regulamentar e eliminar gradualmente o uso de pesticidas perigosos na agricultura e avançar em práticas agrícolas sustentáveis.
De acordo com a relatora especial da ONU sobre o direito à alimentação, Hilal Elver, e o especialista das Nações Unidas para os direitos humanos e substâncias e resíduos perigosos, Baskut Tuncak, os pesticidas são responsáveis por 200 mil mortes por intoxicação aguda a cada ano.
Eles apontaram que cerca de 90% das mortes ocorreram em países em desenvolvimento – onde as regulamentações de saúde, de segurança e de proteção ao meio ambiente são frágeis.
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quarta-feira, 1 de março de 2017
Pesquisas de novos remédios contra tuberculose precisam de mais de US$ 800 mi por ano
O alerta é da Organização Mundial da Saúde (OMS), que pediu nesta quarta-feira (1) mais investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) de medicamentos para tratar a doença. Versão da doença resistente a diferentes antibióticos é uma ameaça à saúde pública e matou 250 mil pessoas em 2015.

Pessoas usam máscara de proteção contra a tuberculose. Foto: IRIN/David Gough
Mais de 800 milhões de dólares por ano são necessários para financiar a pesquisa de novos antibióticos para tuberculose. O alerta é da Organização Mundial da Saúde (OMS), que pediu nesta quarta-feira (1) mais investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) de medicamentos para tratar a doença.
A agência da ONU chama atenção para os agentes patogênicos da tuberculose que são resistentes a múltiplos remédios. A versão da doença causada por esses microrganismos é chamada tuberculose multidroga resistente (TB-MDR) e é responsável por uma verdadeira crise de saúde pública. Em 2015, foram registrados 580 mil casos e 250 mil mortes associados à infecção. Apenas 125 mil pacientes receberam tratamento e somente metade foi curada.
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segunda-feira, 7 de novembro de 2016
Advogados da ONU impedem solução justa para vítimas do surto de cólera no Haiti, diz especialista
O cólera foi levada à ilha caribenha pela primeira vez na história do país por agentes de paz da ONU, há seis anos. Com isso, quase 10 mil pessoas morreram devido à doença e pelo menos 800 mil foram infectados, afetando cerca de 10% da população. Especialista independente da ONU sobre extrema pobreza alerta que entendimento jurídico de advogados das Nações Unidas é falho e impede a devida responsabilização.

Um médico checa se uma criança tem cólera em um centro de tratamento de Lester, um município a duas horas de Porto Príncipe, Haiti. Foto: MINUSTAH/ Logan Abassi
O relator especial das Nações Unidas sobre a extrema pobreza, Philip Alston, disse na semana passada (25) que o aconselhamento jurídico falho e infundado fornecido por advogados da ONU está impedindo a Organização de aceitar a sua responsabilidade pelo surto de cólera ocorrido no Haiti em 2010.
O cólera foi levada à ilha caribenha pela primeira vez na história do país por agentes de paz da ONU, há seis anos.
quarta-feira, 14 de setembro de 2016
Defensoria Pública recorre à ONU para acabar com manicômios judiciais
A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro vai enviar um ofício à Organização das Nações Unidas (ONU) ainda esta semana, pedindo providências contra o Brasil, por ainda manter pessoas internadas em manicômios judiciais. No estado do Rio, por exemplo, há pelo menos 150 pessoas em duas unidades: o Hospital Penitenciário Henrique Roxo, em Niterói, e o Hospital Psiquiátrico Penal Roberto Medeiros, em Bangu.
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segunda-feira, 12 de setembro de 2016
OMS lança publicação sobre financiamento do sistema de saúde brasileiro
A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) disponibilizou em sua biblioteca virtual a publicação “Sistema de Saúde no Brasil: Organização e Financiamento”, elaborada em parceria com o Ministério da Saúde e a Associação Brasileira de Economia da Saúde (ABrES).
A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) disponibilizou em sua biblioteca virtual a publicação “Sistema de Saúde no Brasil: Organização e Financiamento”, elaborada em parceria com o Ministério da Saúde e a Associação Brasileira de Economia da Saúde (ABrES).
Em forma de coletânea, a obra se dedica a levantar reflexões sobre a saúde no Brasil e em outros países latino-americanos, sistematizando e produzindo conteúdos para estudantes, gestores, acadêmicos e profissionais de diferentes campos disciplinares interessados no tema.
segunda-feira, 18 de julho de 2016
Aids 2016: Programas de prevenção evitaram a transmissão vertical em 1,6 milhão de crianças
Os programas para impedir a transmissão vertical do vírus HIV (de mãe para filho) evitaram desde o ano 2000 a infecção de 1,6 milhão de crianças, mas a aids continua sendo a segunda causa de morte entre os adolescentes. Assim diz um comunicado divulgado neste domingo (17) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) por conta da 21ª Conferência Internacional de Aids, que acontece até sexta-feira (22), em Durban, na África do Sul.
Segundo os dados da agência da ONU (Organização das Nações Unidas), os programas para evitar a transmissão do vírus de mãe para filho nos países com alta prevalência de aids permitiram que em nível mundial a transmissão vertical caísse 70% nos últimos 15 anos.
terça-feira, 28 de junho de 2016
Mais Médicos é destaque em publicação das Nações Unidas
Programa Mais Médicos, que conta com apoio da Organização Pan-Americana da Saúde, foi considerado prática relevante para a implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em publicação do Escritório da ONU para a Cooperação Sul-Sul e do PNUD.
O Programa Mais Médicos foi considerado uma das boas práticas relevantes para a implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A informação consta da publicação “Good Practices in South-South and Triangular Cooperation for Sustainable Development” (em português: ‘Boas Práticas de Cooperação Triangular Sul-Sul para o Desenvolvimento Sustentável’), primeira de uma série desenvolvida pelo Escritório das Nações Unidas para a Cooperação Sul-Sul e pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).
A iniciativa do governo brasileiro contempla o terceiro Objetivo de Desenvolvimento Sustentável – “Saúde de qualidade”: assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar de todos, em todas as idades. O programa foi criado em 2013 com o objetivo de suprir a carência de médicos nos municípios do interior e nas periferias das grandes cidades brasileiras.
A Representação da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e da Organização Mundial da Saúde (OMS) no Brasil colabora com a iniciativa intermediando a vinda de médicos de Cuba para atuar em unidades básicas de saúde do país.
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quinta-feira, 26 de maio de 2016
Nas Américas, mulheres pagam até 40% mais caro por serviços de saúde, alerta OPAS
No entanto, público feminino proporciona mais cuidados de saúde não remunerados do que os homens, como assistência a familiares idosos. Saúde e gênero foram tema de simpósio em Curitiba do qual participaram a Organização Pan-Americana da Saúde, a ONU Mulheres e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Nas Américas, as mulheres pagam de 16 a 40% a mais por serviços de saúde, embora proporcionem mais cuidados não remunerados que os homens – como assistência a familiares idosos. O público feminino da região também apresenta um maior número de necessidades médicas não atendidas.
As informações são da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), que participou na terça-feira (24) de um simpósio sobre saúde e igualdade de gênero durante a 22ª Conferência Mundial da Saúde, em Curitiba.
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sábado, 23 de abril de 2016
Há conflito entre interesses de farmacêuticas e sociedade, diz especialista da OPAS/OMS
Há conflito entre as necessidades de saúde pública e os interesses do mercado, que tem origem nas disparidades existentes entre a lógica do lucro fomentado pela economia e a condição de saúde desejada pela sociedade, segundo artigo de especialista da Organização Pan-Americana de Saúde/Organização Mundial da Saúde.
Existe um conflito entre as necessidades de saúde pública e os interesses da indústria farmacêutica, que tem origem nas disparidades existentes entre a lógica do lucro fomentado pela economia de mercado e a condição de saúde desejada pela sociedade.
Essa é a conclusão do estudo “Produção: a corda bamba entre o mercado e as necessidades de saúde pública”, que faz parte da publicação “Uso Racional de Medicamentos: fundamentação em condutas terapêuticas e nos macroprocessos da Assistência Farmacêutica”, lançada no mês passado pela Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS).
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
ONU: Dificuldade em combater agentes infecciosos é ameaça global emergente de saúde pública
A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) aponta, através da Agência de Notícias da ONU, que o uso excessivo de drogas (tais como antibióticos) na produção de alimentos tem provocado o aumento da resistência de micróbios, trazendo novos riscos à saúde das pessoas e dos animais.
Segundo a organização, as práticas da agropecuária e os sistemas alimentares ocupam uma posição central no combate à resistência microbiana e se considera que a crescente dificuldade em combater agentes infecciosos é uma ameaça global emergente de saúde pública, capaz de afetar também a segurança alimentar.
Aponta-se que é importante também a realização de campanhas para a conscientização da população quanto a este problema. O estudo mostra, portanto, que muito ainda precisa ser feito para combater a resistência microbial a nível global.
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
Escritório de Direitos Humanos da ONU pede contribuições de povos indígenas sobre direito à saúde
Contribuições poderão ser enviadas para alimentar o estudo do mecanismo de especialistas sobre os direitos dos povos indígenas por meio do correio eletrônico expertmechanism@ohchr.org até o dia 29 de fevereiro de 2016. Conclusão do estudo será apresentada no Conselho de Direitos Humanos.

Escritório de Direitos Humanos da ONU solicita contribuições para estudo sobre saúde e povos indígenas. Foto: Agência Brasil
O Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) solicita contribuições dos povos indígenas para o estudo sobre saúde que atualmente é realizado pelo mecanismo de especialistas sobre os direitos dos povos indígenas, em cumprimento da resolução 30/4 do Conselho de Direitos Humanos.
O Conselho de Direitos Humanos solicitou ao mecanismo de especialistas que elabore um estudo sobre o direito à saúde e os povos indígenas centrado em crianças e jovens. A análise deverá ser apresentada ao Conselho de Direitos Humanos em seu 33° período de sessões.
Os povos indígenas podem proporcionar suas contribuições a este estudo por meio do correio eletrônico expertmechanism@ohchr.org até o dia 29 de fevereiro de 2016.
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sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Morte de adolescentes com aids triplicou nos últimos 15 anos, diz Unicef
Da Agência Lusa (reproduzido na Agência Brasil)
O número de mortes de adolescentes devido a aids triplicou nos últimos 15 anos, segundo um relatório do Fundo da ONU para a Infância (Unicef), divulgado nesta sexta-feira (27) na África do Sul.
O documento, intitulado Atualização das Estatísticas sobre Crianças Adolescentes e Aids, diz que a doença é a “principal causa de morte de adolescentes na África e a segunda no mundo”.
“Entre as populações afetadas pelo HIV, a faixa formada por adolescentes e a única na qual os números da mortalidade não estão diminuindo”.
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quarta-feira, 25 de novembro de 2015
Unicef: crianças e adolescentes sofrerão mais com o impacto das mudanças climáticas
via FPA
Relatório recém-lançado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) discute o impacto das mudanças climáticas – em especial do aquecimento global – para as crianças e adolescentes de todo o mundo. O relatório aponta que as crianças e adolescentes são mais vulneráveis do que os adultos a doenças, riscos físicos e psicológicos.
Diversos estudos apontam que secas, alagamentos, escassez de água, poluição e outros eventos climáticos extremos aumentarão como consequência das mudanças climáticas. Tais eventos afetarão a todos mas em especial as crianças e adolescentes, especialmente as mais pobres e vulneráveis.
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Brasil reduz mortalidade na infância em 20% acima da média mundial
Meta da ONU foi alcançada por conta de ações como ampliação da cobertura da atenção básica, do acesso à vacinação e do crescimento das taxas de aleitamento materno
A redução da mortalidade na infância no Brasil foi 20% maior que a média mundial, conforme dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Essa conquista brasileira é um dos destaques de artigo publicado na edição de setembro da revista de saúde inglesa The Lancet, que analisa a mortalidade na infância no mundo entre 1990 e 2015. O índice, estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU), previa a redução em 2/3 (66%) da mortalidade no período. Globalmente, a taxa de mortalidade de menores de cinco anos caiu de 91 mortes por mil nascidos vivos em 1990 para 43 mortes por mil nascidos vivos em 2015 (queda de 53%). No Brasil, a redução foi de 60,8 óbitos por mil nascidos vivos em 1990 para 16,4 neste ano (queda de 73%). A meta internacional de diminuição já havia sido alcançada em 2012 no país, três anos antes.
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quarta-feira, 23 de setembro de 2015
Doença de Alzheimer não é tratada de forma suficiente a nível mundial
na EBC
A especialista independente da ONU para os Direitos das Pessoas Idosas, Rosa Kornfeld-Matte, afirmou que a situação das pessoas com Alzheimer não é tratada de forma suficiente tanto a nível nacional, como internacional.
A declaração de Kornfeld-Matte foi feita para marcar o Dia Mundial de Combate ao Alzheimer, nesta segunda-feira, 21 de setembro.
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sábado, 12 de setembro de 2015
ONU: 16 mil crianças morrem diariamente, revela novo relatório sobre mortalidade infantil
Apesar do número de mortes de crianças com menos de cinco anos ter caído de 12,7 milhões por ano em 1990 para 5,9 milhões em 2015, desde 1990 até 2015 o mundo perdeu 236 milhões de vidas nesta faixa etária, mais do que toda a população brasileira.
na ONUBr
Um bebê indígena do grupo étnico Kadazandusun dorme em uma rede em uma creche no distrito de Penampang, na Malásia. Foto: UNICEF/Giacomo Pirozzi
Dezesseis mil crianças com menos de cinco anos de cidade morrem todos os dias. Apesar do índice de mortalidade infantil apresentar quedas contínuas desde 1990, o mundo ainda não está fazendo o suficiente para prevenir novas mortes e até mesmo alcançar a meta estipulada pelo quarto Objetivo de Desenvolvimento do Milênio (ODM), que prevê a redução de dois terços desta taxa entre 2000 e 2015.
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