ADEUS, CLOROQUINA
Em algum momento da crise, provavelmente orientado pelos filhos idiotas e por algum desses assessores olavistas que pululam no governo, Jair Bolsonaro pensou que poderia se aproveitar de uma pandemia para reforçar a imagem mítica que, com a ajuda da mídia e da ignorância popular, construiu junto a seu público de boçais.
Assim, na contramão da Organização Mundial da Saúde e contra todas as recomendações de todos os cientistas do planeta, lançou-se em uma cruzada pessoal contra a política de isolamento social apontada, hoje, como única possibilidade de a raça humana superar a epidemia do novo coronavírus sem ter que, em breve, empilhar milhões de corpos em crematórios de campanha.




