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quarta-feira, 8 de abril de 2020

O que fingimos saber sobre o coronavírus pode nos matar

por Luiza Bodenmüller @lubodenmuller em thread no Twitter
O fenômeno de politização do debate sobre a pandemia traz à tona alguns pontos de debate e reflexão. O @cwarzel fala um pouco deles no artigo publicado pelo @nytimes e eu elenco alguns insights abaixo. 

Today’s propaganda is tomorrow’s truth, and vice versa.



A pandemia desperta uma urgência por informação em uma velocidade superior à de produção de conhecimento sobre a doença. Isso gera um vácuo de informação: não sabemos muita coisa ainda. E diante do "não saber", é necessário transparência.

Esse vácuo cria um ambiente fértil p/ a desinformação. É nas lacunas q ainda não foram preenchidas q surgem parte das teorias conspiratórias e curas milagrosas. A cloroquina é o caso atual: as evidências ainda não são suficientes p comprovar a eficácia. Podem vir a ser? Talvez.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

O que o mundo anda falando do Bolsonaro

Rodrigo Trabbold no Facebook

Bem direto ao ponto.
Post original de Ian Oliver - Obrigado por juntar toda essa informação valiosa.
Abaixo, o que o mundo anda falando sobre o Bolsonaro:
ALEMANHA
ZEIT
Um Fascista Se Apresentando Como Homem Honesto
https://bit.ly/2y7Gskf
Der Spiegel
Jair Bolsonaro - ascensão de um populista de direita
https://bit.ly/2OzW22k
Frankfurter Allgemeine
Alerta vermelho para democracia
https://bit.ly/2Qr2YMC
Sueddeutsche
O demagogo do deserto é de repente uma nova estrela política no Brasil.
https://bit.ly/2DOTU2E
Deutsche Welle
Analistas alemães veem democracia no Brasil em risco
https://bit.ly/2IuN7Km
Handelsblatt
O fascista popular. Até agora, os políticos brasileiros são considerados corruptos e ineficientes, mas ideologicamente flexíveis e educados. Isso mudou com Jair Bolsonaro - o populista poderia até se tornar presidente. Uma história mundial.
https://bit.ly/2Iy10aB
ARGENTINA
La Nacion
Linha dura e Messianismo: Bolsonaro, o candidato mais temido, se lança para a presidência.
https://bit.ly/2ya60NR
El Clarín
Jair Bolsonaro: militarista, xenófobo e favorito para a eleição brasileira
https://clar.in/2y7zImH

sábado, 21 de julho de 2018

A inacreditável cara-de-pau e as lágrimas de crocodilo da Veja: "Nothing to do with us!"

"Nothing to do with us!": Right-Wing magazine Veja laments the return of hunger, extreme poverty and a sharp rise in infant mortality to Brazil. Veja and its publisher Grupo Abril enthusiastically supported 2016's coup and the resulting government's extreme, accelerated neoliberal programme. This so called "Bridge to the Future" has included savage cuts to social programmes that have led directly to the return of hunger, extreme poverty and a sharp rise in infant mortality to Brazil.



sexta-feira, 7 de abril de 2017

domingo, 2 de abril de 2017

A esquizofrenia desonesta

A VEJA sobre o Mais Médicos: No governo Dilma / No governo Temer



segunda-feira, 6 de março de 2017

Transposição do São Francisco custou o mesmo que a despoluição do Tietê que o PSDB não fez





A política tem uma lógica estranha.

Leio artigo do Gaspari sobre a transposição do São Francisco, que até o fim do mês deve abastecer a região de Campina Grande.

Para não parecer petista - quem diria! - o antigo editor da Veja e interlocutor de Golbery intercala referências a superfaturamentos de empreiteiras.

Como se não soubesse como funciona o capitalismo - ou conseguisse definir "superfaturamento" em projeto tão sem precedentes!

Mas me ocorre lembrar que os mesmos R$ 8 bi da obra - vá lá - lulista (na verdade, é projeto antigo, de quando D, Pedro II era adolescente, que Fernando Henrique Cardoso disse que emplacaria, e não emplacou), são o custo declarado das obras paulistas para despoluição do Tietê.


Nem o rio foi despoluído, nem é adequado falar, no caso, em superfaturamento.


Obra do PSDB em SP


Obra do PT no Nordeste

sábado, 4 de março de 2017

Heider Aurelio Pinto detona a matéria do JN sobre o Mais Médicos

por Heider Aurelio Pinto

Matéria do Jornal Nacional sobre suposta "substituição" de médicos no Programa Mais Médicos só esqueceu de levar em consideração um "pequeno" elemento: aproximadamente 1/3 dos médicos que estavam no CNES antes do início do Programa não estavam noa postos de saúde de fato. Ou seja, existiam no sistema, mas não para a população.

É isso representava 13 mil médicos. Número maior que o suposto buraco de 10 mil.

Ou seja, matéria mal feita.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Avaliação colaborativa de notícias sobre saúde


Febre amarela, aneurisma, vírus zika, SUS, câncer, dieta sem glúten, botox, protetor solar, homeopatia. Não há dia, nem veículo, que não tenha algum jornalista preparando uma matéria de saúde. Concorrem pela audiência, que já é fácil de medir, mas há uma pergunta que ainda deve de ser respondida. Como avaliar a qualidade de uma matéria de saúde?

A seleção se faz necessária. O Observatório da imprensa já mostrou exemplos de curadoria de notícias de saúde feita por especialistas e ofereceu aos seus leitores bons exemplos de jornalismo cientifico. Agora, um projeto catalão disponibilizou na web uma base de dados de matérias selecionadas em saúde, ciência, tecnologia, médio ambiente. O interessante do projeto PerCienTex (Excelencia e innovación en el Periodismo Científico en España) é o método de seleção escolhido.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Sanitarista detona estudo do CFM sobre o Mais Médicos: “Erros grosseiros levam a conclusões falsas; é cientificamente furado”

Hêider Pinto

Saúde/Medicina é uma área do Jornalismo em que não dá para no dia seguinte simplesmente dizermos: “sinto muito, nós erramos”.
Em função de uma informação equivocada, podemos jogar o leitor numa roubada.
Levá-lo a adotar um tratamento que não funciona e lhe tirar a chance de cura, por exemplo.
Não dá para fazer Jornalismo em Saúde/Medicina na base do “eu acho” nem se fiar cegamente no dr. Google.
Há reportagens, artigos, de primeiríssima linha.
Mas há também de informes publicitários disfarçados de informação séria, passando por profissionais desatualizados a charlatães, vendendo soluções miraculosas.
Daí ser vital em toda reportagem de Saúde/Medicina eu, como jornalista, ouvir profissionais atualizados, competentes e éticos, para que a informação ao leitor seja baseada nas mais modernas evidências científicas.
Pois bem, a  edição nº759 do Jornal Medicina, do Conselho Federal de Medicina (CFM), tem como uma das chamadas de capa: Estudo mostra que Mais Médicos não privilegia áreas vulneráveis.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

CALAR JAMAIS



Vídeo da campanha Calar Jamais, contra violações à liberdade de expressão. Iniciativa do FNDC (Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação), em parceria com diversas organizações da sociedade civil.

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Obituário (com os votos de pesar do blog)

Após passar longos meses em estado vegetativo (tipo zumbi), acaba de ser decretada a morte (inglória) por falência múltipla dos órgãos do

JORNALISMO BRASILEIRO




quinta-feira, 2 de junho de 2016

VITÓRIA NA EBC: Liminar de Ricardo Melo é deferida pelo STF

recebi por e-mail de um amigo

Cara, isso tudo que tem acontecido na EBC é um absurdo. A empresa sempre fez jornalismo decente. Muitos governistas, petistas e gente de luta, de esquerda nas redes cansaram de falar, inclusive, que era uma comunicação de governo que jogava contra o governo... 

Vê-la se desmantelar desta forma pelo golpismo simples e puro e depois ouvir o golpista-mor dizer que "neste governo não descontinuaremos políticas, programas, ações" é o fim da picada, desfaçatez até o talo. Enfim, ganhamos uma batalha, mas ainda tem muita luta pela frente.

***
Decisão publicada nesta quinta-feira, 2 de abril, suspende a nomeação de Laerte Rimoli como diretor-presidente da EBC. Apesar da vitória, o governo golpista pretende editar Medida Provisória para alterar a garantia de independência da EBC, acabar com a TV Brasil e submeter os demais veículos de comunicação ao poder de Temer.

quarta-feira, 2 de março de 2016

Plaft!!! Pesquisadora da Fiocruz aplica "passa-moleque" na Globo

O Conversa Afiada republica surra que o Globo tomou de uma pesquisadora da Fiocruz sobre "notícia" da falência do SUS no Rio.

É uma surra histórica, que demonstra a irresponsabilidade do "jornalismo" da Globo.

A pesquisadora foi gentil, e se ofereceu para responder um e-mail que a Globo queira enviar com suas dúvidas.

Como a Luiza Trajano fez quando desmoralizou aquele que, na GloboNews, chama nordestino de "bovino".

É que a pesquisadora deve ser uma pessoa bem educada.

Se não fosse, se referiria ao chefe (sic) da redação do Globo como Ascanio Semleme, que é como se referem a ele nos corredores. (O nome é Seleme, aquele todo de preto, que deu o Prêmio da Diferença ao Moro...)


Prezado Eduardo,

Hoje no café da manhã ao ver as manchetes de capa e ler a reportagem da página 4 do jornal o Globo que vc redigiu, fiquei muito surpresa com a incompreensão de dados estatísticos simples como a taxa de mortalidade por grandes grupos de causas. Escrevo para que vc entender melhor os dados que tentou difundir e emplacou como manchete de capa, e possa melhorar em próximas análises. Eu não sou especialista neste tema, não sou epidemiologista, mas este é um conhecimento básico de saúde pública.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

O zika se expande, e a desinformação também

O aumento dos casos alimenta uma indústria de boatos e fofocas
Combate-ao-Aedes
Por enquanto, a única medida possível é intensificar a caça ao mosquito transmissor

O Ministério da Saúde confirmou a terceira morte provocada pelo zika em adultos no Brasil. A vítima, uma jovem de 20 anos do município potiguar de Serrinha, morreu em abril do ano passado. À época, os médicos do Hospital Giselda Trigueiro, em Natal, acreditavam que a paciente não resistiu a uma dengue severa, mas os exames apresentaram resultados inconclusivos.

Com um novo vírus em circulação no País, o Instituto Evandro Chagas, do Pará, decidiu fazer uma nova análise do material e, desta vez, confirmou a infecção por zika. O laudo foi encaminhado à Organização Mundial da Saúde, que havia decretado situação de emergência internacional em decorrência da dispersão do vírus e suas consequências, com transmissão autóctone em 24 países das Américas.

Os óbitos de adultos ampliam as preocupações em relação ao vírus, descoberto há quase 70 anos, mas pouco estudado até chegar ao Brasil, onde encontrou ambiente propício para se proliferar com a carona do Aedes aegypti.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Pixuleco do Aécio: imprensa serviçal (capachilda) ao melhor estilo "podemos tirar se achar melhor"

Veja que vergonha a manipulação no UOL. Tiraram os nomes do Aécio e Sérgio Guerra e colocaram "tucanos".

Vovó Loloca, ao ver a imagem, comentou: "Passaram recibo".


Confira a matéria completa no VioMundo


quarta-feira, 29 de julho de 2015

Parto humanizado: o que explica a sede da imprensa por sangue?

por Ricardo Palacios* — na Carta Capital


O caso da morte da professora de enfermagem defensora do parto humanizado evidencia um confronto mal dissimulado contra o parto vaginal


Professora morre depois de tentar parto humanizado por 48h

A professora de enfermagem da Ufscar (Universidade Federal de São Carlos), Mariana de Oliveira Fonseca Machado, de 30 anos, morreu na terça-feira (21) após tentar fazer um parto humanizado em sua casa, em São Carlos, no interior de São Paulo”. (Estadão, 24 de julho de 2015).


Quando li a chamada da matéria acima, minha primeira impressão foi um sentimento de solidariedade para com os familiares, amigos, colegas e estudantes da professora falecida. Pensei nessa situação contraditória de receber o recém-nascido e despedir de sua mãe. Mas logo depois pensei porque estou lendo isso? Por que essa tragédia privada virou uma notícia?

Para que um caso clínico vire notícia usualmente há dois motivos: a doença de um paciente com notoriedade pública ou razões de saúde pública. Temos assim que as doenças dos chefes de estado são notícias relevantes considerando seu potencial de afetar sua capacidade no exercício do poder.

O exemplo do segundo caso foi a suspeita de contaminação por Ebola. Nesse tipo de casos, não é necessário conhecer detalhes como o nome ou a identificação do paciente, como foi injustamente revelado em muitos casos, por não acrescentar em nada a informação e expor ao paciente à discriminação.

Não há nenhuma dessas razões no caso da professora. Seu cargo não revestia-se de notoriedade particular nem padecia de afecção que poderia afetar a saúde pública. Mas os jornalistas que foram atrás da notícia e os editores que decidiram publicá-la estavam atrás de algo a mais: acirrar um confronto.

Esquecem-se de qualquer remorso, conhecem a posição da professora em relação ao desproporcionado percentual de cesarianas no Brasil e a defesa dos direitos da mulher em procedimentos obstétricos e, sem apurar os fatos, oferecem uma história para apoiar aos contraditores dos argumentos defendidos em vida pela professora.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

A política anti-drogas e a imprensa marrom

A Fiocruz e os fóruns de Direitos Humanos e de Direito e Saúde da Escola de Magistratura do Rio de Janeiro (Emerj) promoveram nesta quarta-feira (1° de julho), no Centro do Rio de Janeiro, o seminário Maconha: usos, políticas e interfaces com a saúde e direitos.

O seminário foi realizado parceria com a Escola de Magistratura do Rio.

O objetivo do encontro, que se estenderá até o dia 3 de julho, é discutir a atual política sobre o uso, produção e comércio de drogas, que vem sendo cada vez mais questionada por diversos atores da sociedade.  

A matéria completa da Agência Fiocruz pode ser lida AQUI.

O presidente da Fiocruz pronunciou-se dizendo que não há provas científicas que fundamentam aquilo que distingue as chamadas drogas lícitas das drogas ilícitas. “Se um indivíduo decide ingerir álcool, que é muito prejudicial à saúde, ninguém, em sua sã consciência, vai criminalizar essa pessoa. Quem consome álcool, no entanto, terá que lidar com os riscos e contar com a saúde pública. O mesmo, no entanto, não ocorre com as drogas ilícitas, cuja legislação é parte de um processo calcado na criminalização”, afirmou.

Até aqui tudo bem. O que se está colocando, é que precisamos urgentemente rever toda a nossa política de combate às drogas. Isto é aceito até mesmo por gente ligada ao aparelho repressor da segurança pública como - por exemplo - José Mario Beltrame, secretário de segurança do Rio. (veja a matéria AQUI).

Daí vem o Estadão e publica matéria sobre o seminário com a seguinte manchete:

Ligada ao Ministério da Saúde, Fundação Fiocruz defende descriminalização do uso de drogas no Brasil


Captou a capciosa  pegadinha?

Os comunistas que estão no governo,  querem deixar todos os menores infratores soltos e, ainda por cima, querem LIBERAR AS DROGAS NO BRASIL!!!

Imprensa marrom cocô.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Mello: uma tapioca ministerial é mais escandalosa que um feto num saco no Itaú

no Tijolaço

escrava


O fato é estarrecedor, daqueles de embrulhar o estômago e ter nojo da insensibilidade completa das instituições que patrocinam, em nome da disciplina, que pessoas sejam obrigadas a situações degradantes à sua condição humana.

Um funcionária do Banco Itaú no Tocantins sofreu um aborto espontâneo enquanto trabalhava e , mesmo assim, “não pôde sair da agência até fechar a tesouraria, três horas depois do aborto, guardando nesse período, o feto em saco plástico,” segundo informa o Ministério Público do Trabalho.

Pequenas notas saíram na imprensa, apenas. Entre elas, a da BBC, dias atrás.

O banco respondeu dizendo que “não sabia de nada” e que ia tomar providências.

Um detalhe, porém: o fato ocorreu em 2013!

Meu bom amigo Antonio Mello tratou do assunto em seu blog, de onde reproduzo o trecho abaixo:

“O Brasil se escandalizou quando ficou sabendo que um ministro teria consumido uma modesta tapioca e a teria pago com cartão corporativo. Escândalo.

No entanto, o Ministério Público do Trabalho pede na Justiça uma multa de R$20 milhões ao Itaú e isso não é notícia.

O pior é o motivo da multa. E nem isso causa escândalo.

{…}uma empregada do Banco [Itaú] passou mal e teve um aborto espontâneo, como consta no depoimento de diversos funcionários. Mesmo ensanguentada, não pôde sair da agência até fechar a tesouraria, três horas depois do aborto, guardando nesse período, o feto em saco plástico. No outro dia, após ir ao médico, voltou à agência para transferir a tesouraria para outro funcionário, e teve seu direito legal de 30 dias de afastamento reduzido para apenas quatro.

Não, não é notícia de um site sensacionalista querendo audiência. É uma página do Ministério do Trabalho. É um processo real sobre um acontecimento numa agência de uma banco que teve lucro, só no primeiro semestre deste ano, de quase R$ 6 bilhões de reais.

Uma tapioca gera escândalo, mas uma funcionária do banco que mais lucra no Brasil ser obrigada a colocar o feto abortado num saco plástico e seguir trabalhando… aí, bem…”

terça-feira, 9 de junho de 2015

O morto que denunciou o repórter

Uma interrogação sobre o não fato e a não notícia que estabelecem o não valor da vida daqueles que um tipo de jornalismo se autoriza a desumanizar

Leia outros artigos de Eliane Brum


— Você é maior ou menor? —o repórter de TV pergunta para um garoto deitado na rua, o rosto no asfalto e as mãos algemadas atrás das costas.
— Menor —responde o garoto.
— Quantos anos?
— 16.
— E você? —o repórter pergunta para o outro garoto, nas mesmas condições.
— 16.
— Vocês moram onde?
Eles respondem.
— Dezesseis anos os dois. Aqui tem mais outro. Vamos saber dele aqui também. (Coloca o microfone perto da boca do rapaz.) Você tem quantos anos?
Silêncio.
O repórter cutuca as costas do jovem com um dedo.
Silêncio.
— Esse aqui parece que tá ferido. Esse aqui, Bareta, (risadinha) por incrível que pareça fui entrevistar um cara que já tá morto (risadinha). Tá aqui, esse morreu. Tá aqui, morreu aqui agora. A gente não tem ainda a documentação dele pra saber se é menor ou maior.

terça-feira, 5 de maio de 2015

[(Des)governo Richa buscando 'vacina cala-boca'] Governo renova com agências de publicidade até 2016: R$ 107 mi

no Livre.Jor 

*título da postagem modificado pelo blog do Mario

O governo do Paraná renovou os contratos com as agências de comunicação social encarregadas da propaganda oficial. Isto significa que R$ 107,6 milhões poderão ser gastos com serviços na área, como a criação de anúncios e vídeos promocionais, nos próximos 12 meses. As empresas seguem as mesmas: Master, CCZ, G/PAC, Opusmúltipla, BY Vivas e TIF.

Os aditivos contratuais foram validados hoje, na edição 9.430 do Diário Oficial do Estado, em um despacho assinado pelo secretário interino da Comunicação Social, Deonilson Roldo – “dada a relevância da ação administrativa apresentada neste protocolado”, justifica ele. Com isso, até 11 de abril de 2016 o governo do Paraná tem garantida sua propaganda oficial.

No ano passado, o governo do Paraná gastou R$ 92 milhões em publicidade, conforme já divulgamos aqui em Livre.jor. A maior parte desse valor, que inclui o custo da compra de espaços publicitários em rádios, tevês e jornais, foi para publicidade institucional – de natureza não-obrigatória – no montante de R$ 79 milhões.

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