
"O que tem fome e te rouba o último pedaço de pão, chama-o teu inimigo... Mas não saltas ao pescoço do teu ladrão que nunca teve fome." Bertolt Brecht
quarta-feira, 27 de janeiro de 2021
Nota do CEBES: Vacinas não são mercadorias mas direito de todos e dever do Estado

terça-feira, 26 de janeiro de 2021
Precedente perigoso: Querem instituir a "fila preferencial" mediada por interesse$ privado$
AS NEGOCIAÇÕES DO SETOR PRIVADO
quarta-feira, 13 de janeiro de 2021
Com a cloroquina, Bolsonaro implementa maior show de ilusionismo do mundo
sexta-feira, 8 de janeiro de 2021
Vacinas: o relevante e o irrelevante
CLAUDIO MAYEROVITCH, DIRCEU BARBANO E GONZALO VECINA
A vacina contra a varíola foi a primeira a ser introduzida no Brasil, em 1804. Foram necessários mais de cem anos para definir se o introdutor da vacina no país teria sido o marechal do Exército Felisberto Caldeira Brant (marquês de Barbacena) ou o cirurgião-mor Francisco Mendes Ribeiro de Vasconcelos.
Para a saúde pública brasileira, foi fundamental a criação do Programa Nacional de Imunização, em 1973, considerado um dos mais generosos e efetivos do mundo, dado a abrangência e o caráter universal. Como legado do PNI temos o controle de poliomielite, difteria, sarampo e rubéola. O programa distribui anualmente mais de 300 milhões de doses de 42 tipos diferentes de vacinas.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2020
Vacina Já: Direito de todos e dever do Estado
domingo, 13 de dezembro de 2020
Passou da hora de os militares darem lugar aos epidemiologistas
segunda-feira, 5 de outubro de 2020
(Des)governo Bolsonaro faz mal à saúde.
MOVIMENTO AMBÍGUO
quarta-feira, 9 de setembro de 2020
Suspensão de vacina deixa mal capitão e general
terça-feira, 1 de setembro de 2020
Bolsonaro nomeia um veterinário sem experiência na área para cuidar das imunizações. País vem apresentando resultados pífios na cobertura vacinal
NOME POLÊMICO NA ÁREA
quinta-feira, 20 de agosto de 2020
Volta às aulas: mais uma variável preocupante a ser considerada
no Outra Saúde (por e-mail)
Ao contrário do que diferentes estudos concluíram, a Escola Médica da Universidade Harvard sustenta que crianças infectadas pelo novo coronavírus podem ser muito mais contagiosas do que adultos.
O estudo publicado hoje no Journal of Pediatrics é o mais abrangente sobre o assunto até o momento. Mas não é tão amplo assim: foram analisados 192 indivíduos de zero a 22 anos, dos quais 49 testaram positivo. De acordo com os autores, o fato de as crianças terem menos receptores do coronavírus — a chamada proteína ACE2, pela qual o Sars-CoV-2 entra nas células humanas — não faz com que elas tenham uma menor carga viral, como se acreditava.
Eles encontraram níveis muito mais altos nas vias respiratórias de crianças nas fases iniciais da doença do que nas de adultos internados em unidades de terapia-intensiva.
É uma variável e tanto para se levar em consideração na complexa decisão de reabrir as escolas.
terça-feira, 18 de agosto de 2020
Carta de Buenos Aires: Yo me vacuno, tú te vacunas... ellos nos vacunan

segunda-feira, 13 de abril de 2020
"Saí quando vislumbrei que o caminho de combate da Covid-19 seria prejudicado pela Presidência." - Julio Croda, ex-diretor do Departamento de Imunização e Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde

quarta-feira, 25 de março de 2020
Chioro detona falta de vacina para gripe em SP: “Como é possível erro tão crasso?! Desrespeito com os idosos. Inaceitável”
sexta-feira, 25 de janeiro de 2019
quarta-feira, 29 de agosto de 2018
Depois de tantos anos de esforços para reduzir a mortalidade maternoinfantil e organizar o maior programa de vacinações gratuitas do mundo, estamos ladeira abaixo.
A mortalidade infantil cresce. Aumenta também a mortalidade materna

sexta-feira, 24 de agosto de 2018
Abrasco divulga nota alertando sobre a queda da cobertura vacinal no Brasil
sexta-feira, 29 de junho de 2018
Artigo Alexandre Padilha: O Brasil vive o anti-SUS
Imagem: Ministério da Saúde