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sexta-feira, 30 de março de 2018

O chilique da madame paneleira no Festival de Teatro de Curitiba

Cena da peça “Manual de Autodefesa Intelectual” (foto: Bob Sousa)

Publicado no Facebook de José Carlos Portella Jr. (reproduzido no Diário do Centro do Mundo)

Ontem no Festival de Teatro, na abertura da peça “Manual de autodefesa intelectual”, presenciei uma cena digna da República de Curitiba.

Enquanto a atriz Fernanda Azevedo fazia um discurso em prol das minorias violentadas na nossa democracia de fantoche, uma senhora curitiboca (pela arrogância devia ser moradora do Batel Soho) gritou da plateia que não tinha pago pelo ingresso para ouvir discurso político.

Aquilo parecia ter sido arranjado pela direção da peça, de tão escrota que foi a intervenção da senhora classe média-curitiboca-batedora de panela. Não podia acreditar que alguém pudesse ser tão arrogante a ponto de interromper uma artista no palco para vomitar sua indigência intelectual.

Depois de receber uma vaia da plateia, que gritava “fora” para a dileta madame arrogante, a atriz deu uma resposta à altura de quem já antecipava a hostilidade às artes e à política que viriam da cidade modelo de fascismo.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Zé Celso e atores do Oficina podem ser presos

Por MIGUEL ARCANJO PRADO no portal R7




Zé Celso pode ter prisão decretada no Fórum Criminal da Barra Funda, em SP - Foto: Julia Chequer/Arquivo R7-7/4/2010

O diretor José Celso Martinez Corrêa, o Zé Celso, e os atores Tony Reis e Mariano Mattos Martins, do Teat(r)o Oficina, podem ter prisão decretada na tarde desta segunda (8) por terem encenado uma peça de teatro.

O motivo da ação judicial é a apresentação da peça Acordes, feita na PUC-SP em 2012 pelos artistas do Oficina. A obra é baseada em texto do dramaturgo alemão Bertold Brecht.

A peça foi considerada ofensiva por um padre de Goiás, que a assistiu pelo YouTube e depois entrou na Justiça contra os artistas.

quinta-feira, 26 de março de 2015

Mendigos “convidados” acompanham peça no Teatro Bom Jesus [teve gente que se ofendeu e foi embora]


SPon SPoff Spend fala sobre moradores de rua; várias pessoas trocaram de lugar e dez espectadores abandonaram o espetáculo

*Tayná de Campos Soares,  na Gazeta do Povo
O inusitado da peça SPon SPoff Spend estava na plateia. Além do público tradicional, o teatro Bom Jesus recebeu, na noite de quarta-feira (25), 14 moradores de rua de Curitiba. Eles foram prestigiar a apresentação que tratava, justamente, sobre o universo dos mendigos.
Os “convidados” ocupavam as duas primeiras fileiras. Parte do público que estava nas cadeiras próximas acabou trocando de lugar. Quem levou os homens ao teatro foi a estudante de Artes Cênicas da Faculdade Artes do Paraná (FAP), Julia de Campos Moura. A ideia surgiu com a leitura do livro O Caos. O autor, Hakin Bey, defende que, “em potencial, todos nós somos algum tipo de artista”.
Julia quis descobrir a potência artística dos moradores de rua, e entrou em contato com a produção do Festival de Curitiba para conseguir acesso gratuito ao espetáculo, parte da mostra principal. “Quando a organização liberou os ingressos, conversei com alguns amigos e então bolamos a ideia de encontrar pessoas que moram na rua e convidá-los para assistir à peça conosco”, conta.
Cerca de três horas antes da estreia, os jovens percorreram o Centro de Curitiba em busca de moradores de ruas que topassem participar. “Quando chegamos ao teatro, percebi que muitas pessoas não gostaram do fato de eles estarem lá. Acho que as pessoas pensam que apenas ricos e pessoas bem vestidas podem ir ao teatro”, afirma Julia.

Interação

Durante os 70 minutos da peça, dois moradores de rua começaram a falar. O tom de voz era alto. Um deles repetiu diversas vezes “é assim mesmo que funciona”, “vida de morador é assim mesmo”, entre outras coisas.
As interferências incomodaram algumas pessoas. Cerca de dez abandonaram a peça no meio. “Não ligo que eles tenham vindo. Mas quando vou ao teatro, quero me concentrar no que estou vendo. Isso não acontece quando temos barulho ao nosso lado”, disse um homem que não quis se identificar.
Os mendigos que assistiram à peça ficaram entusiasmados. “Não é todo dia que temos a chance de vir ao teatro. Me emocionei muito porque a nossa vida é realmente do jeito que eles retrataram”, comentou um deles. Os atores da peça, ainda no palco, agradeceram a presença do público inusitado.

Comemoração

SPon SPoff Spend é o primeiro trabalho para adultos feito pela companhia Maracujá Laboratório de Artes, de São Paulo, e marca a comemoração de 10 anos do grupo. Esta também é a primeira vez que a companhia atua com um diretor convidado, Fernando Escrich.
*estudante do 4º ano de Jornalismo da Universidade Positivo

LEIA MAIS 

Peça sobre mendigos tem altos e baixos

Experiência com mendigos na plateia irritou e divertiu público “com teto”

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Bebeto Bronzeado (boneco de ventríloquo) continua jogando para a platéia

A imprensa está noticiando com todas as letras: 


Camarada bonzinho né? Inicia o seu mandato pagando a sua cota de sacrifício para contribuir com o ajuste das contas públicas do Paraná.

Contas públicas estas que ele herdou do gestor anterior em estado deplorável por conta de cag(*)das repetidas, diárias e incomensuráveis.

Gestor anterior... que, no caso, é ele mesmo.

Ou seja, está tentando fazer média com a opinião pública posando no papel que ele conhece muito bem: o de "bom moço". 

Igualzinho como quando ele (o "bom moço") baixou o preço da passagem de ônibus - em jogada ensaiada com o Cássio Taniguchi - às vésperas da eleição e contribuiu para quebrar de vez o equilíbrio das contas do transporte na RMC.

Mas, em tempos de internet, a mentira tem pernas MUITO curtas.

Olha só o comentário da Anaterra Viana no Facebook:

Cara de pau!!!
Vamos fazer conta... Ele abriu mão do subsidio de Janeiro/2015 (R$33.7), mas aceitou o reajuste [de seu próprio salário] de R$29.4mil para R$33.7mil... pois, sem receber o aumento receberia R$29.4 x 13 = R$382.200,00 no ano e com o reajuste receberá R$33.7 x 12 = R$404.400,00 (já descontando Janeiro).


*Bebeto Bronzeado é o nome do boneco de ventríloquo que ocupa (mas não exerce) o cargo de governador do Paraná

domingo, 7 de abril de 2013

SEBASTIANA E SEVERINA - Festival de Teatro de Curitiba

Através do folclore nordestino, costurado de rendas e emoção Sebastiana e Severina contam uma história de amizade verdadeira do Sertão.



Direção
Sabrina Caires
Elenco
Sabrina Caires, Shel Toaiari,Diego Reis,Marilia Rodrigues
Iluminação
Luciana Lima
Sonoplastia
Andréia Correia
Estado
São Paulo
Cidade
São Paulo


Tiemi e João Vitor


João, curtindo a peça e exercitando sua timidez



Yasmin fazendo test-drive no cenário



sexta-feira, 29 de março de 2013

Festival de Teatro de Curitiba.




Assisti hoje na Praça Ozório


A SAGA AMOROSA DOS AMANTES PÍRAMO E TISBE


Companhia Gota Pó & Poeira

Uma desajeitada companhia de teatro tem a incumbência de apresentar uma peça para o rei. Resolve então encenar o drama de Píramo e Tisbe. Entretanto, o que era para ser um drama que fala das desventuras amorosas de um casal que só namora pelo buraco do muro, passa a ser uma comédia.

Direção: Carlos Ola
Elenco: Aline Saraiva, 
             Danielle Lino, 
             Edmar da Silva,    
             Eliane Correia, 
             João Batista de Moraes, 
             Luiz Carlos Cardoso, 
             Neuza de Souza
Músico:Ronilson Pires
Estado: Espí­rito Santo
Cidade: Guaçuí

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Grupo Nós do Morro reestreia musical sobre resistência à desocupação policial


Vladimir Platonow
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – Grupo de teatro criado há 26 anos para oferecer alternativas aos jovens da Favela do Vidigal, na zona sul do Rio, o Nós do Morro reestreia  hoje (6) o musical Bandeira de Retalhos. A peça, que fica em cartaz até 18 de dezembro, é baseada em fatos verídicos sobre a tentativa violenta de desocupação policial dos moradores da comunidade em 1977.
Na ocasião houve uma grande mobilização social, incluindo moradores, igrejas e imprensa, que garantiu a permanência da população na área. O criador do Nós do Morro e diretor do musical, Guti Fraga, considera que a obra, embora escrita e musicada por Sérgio Ricardo em 1979, continua atual.
Em palco estão 21 atores, que se revezam durante 105 minutos de espetáculo, encenado no Casarão Nós do Morro, na rua Doutor Olinto Guimarães, 54, no Vidigal, todas as terças-feiras, às 20h. Os ingressos custam R$ 10 e R$ 5.

O Nós do Morro oferece atividades culturais, como aulas de dança, música, canto, história do teatro e interpretação, a cerca de 400 pessoas, grande parte delas da própria comunidade, mas também vem atraindo jovens dos mais variados bairros do Rio.
“O Nós do Morro foi criado em 1986 com objetivo de dar acesso às artes a quem não tinha. É uma escola de vida, principalmente para as crianças, que crescem aqui dentro”, disse Guti.
Vista da Vila do Vidigal a partir da trilha do Morro Dois Irmãos. Ao fundo, a Praia de Ipanema 

Comentário: A notícia mexeu com minhas memórias. 
Foi assim...
O ano era 1979. Eu cursava residência médica no HSE-RJ. Shirley fazia estágio no Instituto de Psiquiatria da UFRJ.
Certo dia alguém lá na residência convidou um grupo para participar de uma reunião na Associação de Moradores da Vila do Vidigal.
Fomos até lá em uma terça feira a noite.
Imaginem o que significava para um casal de neófitos paranaenses morando a pouco tempo na Cidade Maravilhosa, deixar o seu Corcel 77 estacionado na Estrada do Vidigal e atravessar a favela a pé por entre as casas para chegar no local da reunião.
Imaginem a emoção ao sermos informados que o famoso compositor Sérgio Ricardo morava lá na Vila!
Fomos apresentados a um mundo todo novo.
Desde aquele dia começamos a trabalhar como voluntários junto a Associação.
Frequentávamos as reuniões da Associação durante a semana e, nos sábados pela manhã, enquanto eu atendia consultas de pediatria em um ambulatório improvisado na sede da Associação, a Shirley participava de atividades com as mulheres e crianças.
A Associação ficava em um barraco pendurado sobre a Avenida Niemeyer que se movia pendendo para um lado ou outro de acordo com o movimento das pessoas em seu interior. Tinha uma espécie de varanda na frente com vista para o mar.
Acredito que nunca trabalhei em um local com uma vista tão linda.
Naquele ano Shirley e eu tivemos a honra de termos sido apresentados às comemorações pela passagem do "Dia da Resistência"...

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Em Curitiba: Pequeno Grande Encontro de Teatro Para Crianças

sugestão da minha querida prima Maria Luisa Labuhn via Bebê De Soares

O Pequeno Grande Encontro de Teatro Para Crianças, agora na proposta ampliada de sua QUARTA EDIÇÃO, tem a finalidade de promover a qualidade artística desenvolvida pelos grupos teatrais que se dedicam ao fazer teatral dirigido a crianças de todas as idades, através de apresentações teatrais, palestras e mesas-redondas, propiciando um intercâmbio das pesquisas em novas dramaturgias dirigidas a este público.


segunda-feira, 9 de julho de 2012

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Palhaçada tucana na CPI: Alvaro Botox e Mário "Paratodos" Couto dão pity e depois caem na gargalhada


Aos gritos, senador deixa CPI após pedido de respeito a depoente


na FSP


O senador Mário Couto (PSDB-PA) protagonizou momento de maior tensão na CPI do Cachoeira nesta quarta-feira (27) ao questionar o testemunho do jornalista Luiz Carlos Bordoni, que já dura seis horas.

"Que caráter tem esse jornalista? Que moral? O senhor disse que recebeu dinheiro sujo, reconheceu que era sujo. Por que o senhor não devolveu o dinheiro? Tinha açúcar? Estava congelado?", perguntou o senador, aos gritos e com murros na mesa.

Mais cedo, Bordoni disse aos parlamentares que recebeu dinheiro de caixa dois da campanha do governador Marconi Perillo (PSDB-GO) à reeleição em 2010 e que R$ 40 mil lhe foram entregues pelo próprio tucano. Esse dinheiro estava, segundo Bordoni, dentro de um frigobar.

O vice-presidente da CPI, deputado Paulo Teixeira (PT-SP), pediu que o senador tratasse o depoente com "urbanidade". Irritado, Couto disse que abandonaria a CPI em protesto. "Eu me retiro. Isso aqui é uma disneylândia, uma avacalhação. Tragam o Pagot", afirmou, também aos gritos, numa referência a Luiz Antonio Pagot, ex-diretor-geral do Dnit, órgão que contratou a empreiteira Delta para obras de infraestrutura. A Delta seria um dos braços financeiros do esquema de Carlinhos Cachoeira.

Após deixar a sala da CPI, Couto encontrou-se com o líder do PSDB no Senado, Alvaro Dias (PR), e lhe relatou o episódio. Os dois caíram na gargalhada.

terça-feira, 6 de março de 2012

Memórias Torturadas: a Ditadura e o Cárcere no Paraná



 

Carlos Vilas Boas: é ator profissional há 11 anos formado em diversos cursos livres de teatro, canto, dança e workshops. No teatro, trabalhou com diretores como Moacir Chaves, Rodolfo Garcia Vasquez, Fátima Ortiz, George Sada, César Almeida, Laércio Ruffa, Tony Silveira e Paulinho Maia. Dos 22 espetáculos em que já atuou destacam-se: MEMÓRIA, montagem do TCP do Teatro Guaíra (2006); O MENINO MALUQUINHO, na 4ª.montagem da Vogue Produções (2007/2009); SOBRE VENTOS NA FRONTEIRA (2004); TEMPO DE AMAR, último espetáculo teatral da atriz Lala Schneider (2005); MARIA BUENO e AUTORIDADE DO DESEJO. Dentre eles, 3 espetáculos indicados e premiados em várias categorias do troféu Gralha Azul. Passou por duas vezes (2002 e 2009) pela Escola do Ator Cômico, entrando em contato com o trabalho de Jaque Lecoq, onde trabalhou intensamente a improvisação, a mímica, clown e a Commedia Dell’Arte, com o diretor Mauro Zanata.
Em 2008 inicia seu trabalho na função de diretor, desde então já são 3 espetáculos, incluindo O MÉTODO (2010), do dramaturgo Mário Bortolotto. Em vídeo tem também vasta experiência com mais de 250 VTs comerciais e institucionais, e 11 filmes entre curtas, um longa e um média. Formado em Licenciatura em Letras – Literatura da Universidade Castelo Branco em parceria com SION-IESDE(PR), já tendo passado pelo curso superior de Artes Visuais da Universidade Tuiuti(PR) onde também realizou a oficina de Performance – O Corpo e o Espaço.



Paulo Hey: ator com vasta experiência em teatro, televisão e cinema, com DRT profissional pelo SATED – RJ 012.670. Atuou no teatro nos espetáculos Tartufo (Comédia de Moliére século XVII) com Direção de Kelli Varella,Yorkut.com (Comédia de costumes) eSíndrome de Estocolmo com Direção de Marcos Zeni, todos esses espetáculos com temporada no Espaço Cultural Odelair Rodrigues.Desde de que o Samba é Samba (musical) com Direção de Paulinho Aguiar, Morte, Direção de Antonio Ney Braga com texto original de Wood Allen; O Arrancadentes  (Comédia Dell’arte) com Direção de Rodrigo Rangele texto original de Flamínio Escalla todos eles com temporada no Espaço Cultural Amadeu Celestino – Retiro dos Artistas – RJ; A  Última Valsa  (Festival de Teatro de Curitiba) na Casa Hoffman  com Direção e texto de Rodrigo Ayalla. Sua experiência em cinema começa com a formação de Atores pela AIC – Academia Internacional de Cinema (www.aicinema.com.br) onde atuou em inúmeros trabalhos em curta metragem, entre eles: Corta – Direção – Fulton Nogueira – AIC; Mactabilis – Direção – David Matos – AIC;Control Zerros – Direção Arnaldo Belotto e Artur Tuotto – AIC;Catarina – Direção – Diogo Marques – AIC; Esperando Mariana – Direção – Marcos Farion e Larissa Guimarães – AIC; Insubordinação – Direção -Rafael Bittencurt – Centro Europeu • (Festival de Gramado 2009); Sombra na Alma -  Direção -  Costa Rebelo – Filmcenter;Caminhando para Vida – Direção – Luigi Franceschi. Com longa metragem, sua experiência começa em Corpos Celestes – Direção – Fernando Severo e Marcos Jorgee atua no aclamado 400 contra 1 –Direção – Caco Souza. Na televisão, participou de Mistérios de Um Coração Adormecido com Direção de Fernando Severo e Beto Carminatti – RPCO Juiz Que levou Uma Bolada com Direção de Fernando Severo e Beto Carminatti – RPCO Trem da Meia Noite com Direção de Diego Lopes – RPCLição de xadrez com Direção de Luigi Francesc – RPC eAs mocinhas da Cidade dirigido por Fernando Severo e Beto Carminatti – RPC.


Ricardo Alberti: Espetáculos: 2000 ENQUANTO ISSO, Teatro da Reitoria, 2001 ALÉM DA PELE, Teatro da Reitoria, Teatro de, Antonina, Teatro de Palotina, 2002 SEDE, Teatro da Reitoria, Teatro de Antonina, 2003 TRILHAS E VEIAS, Teatro da Reitoria, 2004 DEZ, Teatro da Reitoria, Teatro de Antonina,Teatro de Palotina, 2005 DEZ+1, Teatro da Reitoria, Teatro de Antonina, 2006 SE ME PERMITEM OS ASTROS, Teatro de Antonina, 2006 OS DOZE TRABALHOS DO JECA, Teatro da Reitoria, 2008 O AMOR É UM ROCK, Teatro da Reitoria, Teatro de Antonina, Pé no Palco Atividades Artísticas, 2008 FEIJÃO COM PIPOCA, VODKA NO PIRES, Teatro da Reitoria 1997-1999 Coral Livre instituição Conservatório de MPB, Fundação Cultural de Curitiba regência Maestro Marcos Leite função cantor barítono atividades teatrais, 2011 Eu Não Tenho Coragem de te Olhar Enquanto Eu Digo o Que Tenho pra te Dizer local Pé no Palco Atividades Artíticas texto adpatação de Domingos de Oliveira direção Alexandre Bonin; função adaptação de texto, ator, produtor, programador visual e cenógrafo
Cinema: 2010 O Senhor é um Velho Hippie? curta ficcional direção Marcos Marques duração 15’; Garoto Barba curta ficcional direção Christopher Faust duração 15’; 2008 Casa Verde, Uma Solução Habitacional curta ficcional/ institucional direção Everton Isidro duração 9’; 2008 Um Bom Homem curta ficcional direção Gil Marcel Iancoski duração 12’,  2008 Estômago longa ficcional direção Marcos Jorge,  2007 Mistéryos longa ficcional direção Beto Carminatti; 2007 O Clube dos anjos curta metragem projeto de graduação de curso direção Ana Lucia Mello, Bárbara Passos, Tatiana Soncini duração 12’
Cursos e oficinas: 2011 Workshop Fátima Toledo Pé no Palco Atividades Artísticas direção Fátima Toledo; 2011 Marat-Sade, Um espetáculo dedicado à Igreja Universal do Reino de Deus, “a Amazônia é nossa”, “Xuxa ama os baixinhos”, Brasília, “a democracia existe” e “a revista Veja é imparcial” evento Festival de Teatro de Curitiba apresentação teatral local Pé no Palco Atividades Artíticas; 2010 O Método Festival de Teatro de Araucária apresentação teatral local Teatro Municipal de Araucária premiação melhor ator, melhor espetáculo, melhor sonoplastia, melhor direção; 2009 Amo Livro I Bienal do Livro de Curitiba intervenção teatral local Centro de Exposições Unimed; 2009 Por Trás Todo Mundo é Igual Festival de Curitiba local Pé no Palco Atividades Artísticas; 2008 Mínimos Múltiplos Comuns Festival de Teatro de Curitiba natureza local Casa Vermelha; 2008 O Beijo das Orquídeas Festival de Teatro de Curitiba local Casa Vermelha; 2008 Baco evento de aniversário do Alice Bar; 2008 Mínimos Múltiplos Comuns Festival de Esquetes Reikrauss Benemont local Teatro Municipal de Colombo premiação indicado para melhor ator coadjuvante.


Martin Esteche: fez curso de interpretação para cinema e TV na escola Primeira Linha e teatro no Centro Juvenil de Artes Plásticas e na Cena Hum Academia de Artes Cênicas. Atuou em diversas Campanhas Publicitárias entre elas Lojas Esplanadas, Unimed, Nutrimental, Gazeta do Povo e Coca-Cola. Participou da minisérie A Saga que vai ao ar em rede nacional pela TV Brasil com o personagem Fubá.

 

Beth Capponi: Estudou cinema documentário com Tobias Khol (ONU – Discovery Channel) na Academia Internacional de Cinema, com ele, realizou três documentários como Coordenadora de Produção: “On The Road”, “Cavaleiros de Jorge”, e “Curitiba Rock Festival” 2005. Na mesma escola, atuou como Relações Públicas durante sua instalação e foi responsável pela exibição dos filmes dos alunos nos Espaços Unibanco de Curitiba e São Paulo. Coordenou a produção do vídeo institucional de ITAIPU BINACIONAL (www.youtube.com/itaipu60) em exibição no Centro de Visitantes da Referida Usina. Gerente de atendimento e Produção por 02 anos da Vision Art Produções (Curitiba) onde foi responsável pela direção do programa de esportes “Conexão Radical” exibido pela SBT para todo o estado. Atua na área de elaboração de projetos junto a Lei Rouanet e demais editais e Leis de Incentivo atendendo empresas e classe artística. Publicou recentemente o livro “Cantigas de Roda” pelo Mecenato Municipal com patrocínio da Kraft Foods. Em andamento com empresa Edições Guairacá fundada em parceria com o historiador e pedagogo Gehad Hajar, a edição e publicação dos livros: “Ensaios de João Turin”, “Palácio da Luz: O Prédio da Universidade Federal do Paraná”, “Guairacá – O Primeiro Herói Nacional” e “Barão do Serro Azul – Vida e Obra do Herói Nacional” (Lei Rouanet) e “Para Cantar e Brincar” (Mecenato Muncipal). Produziu o espetáculo “Flash Back” com direção de Flávio de Souza (Castelo Rá-Tim-Bum / Sai de Baixo) 2010 Teatro Guaíra. Realizou eventos nas duas edições da Virada da Corrente Cultural de Curitiba, em 2010 “Panelaço: Ao Ivo e a Cores” palco de música independente, e em 2011, “Panelaço: O Dia dos Contrários” uma homenagem ao poeta Marcos Prado com música e poesia e a vídeo instalação “Águas Plácidas” exibida em Paris em 2009 durante a Nuit Blanche.



Gehad Hajar: Pesquisador, atua em varias frentes de pesquisa acerca da história do Paraná, de Curitiba, e dos povos árabes. 
Atividades Musicais - iniciou seus estudos musicais na década de 90 com a renomada violinista Moema Vitória Cit. Foi também aluno da professora Bianca Bianchi e da maestrina Hella Gilda Wall Epp. Atualmente compõe a singular Orquestra Rabecônica do Brasil, como rabequista. Compôs a Orqu estra Filarmônica da UFPR (1997 - 2002), como violinista e fez parte da Orquestra de Câmara e da Orquestra Júnior, também da UFPR, onde participou da gravação do CD "Impressões" (1998).
Atividades Literárias - organizou a coleção oficial do Sesquicentenário do Paraná, publicada em cinco volumes pela Imprensa Oficial (2003 - 2004). Escreveu as peças: "Uma Viagem ao Oriente" estreada no Teatro Guaíra (2005), "Lágrimas Para a Vitória" (2006) e "Fandango do Paraná (2008). Possui outras tantas publicações nas áreas de história e direito. Foi premiado pelo Concurso de Monografias Históricas, da FIEP/SESI/CLP, com a obra "Barão do Serro Azul, o homem, o empresário e o heroi na história do Paraná.
Atividades Cênicas - atuou como ator e produtor nas peças "O Manuscrito Encontrado numa Garrafa", de Edgar Allan Poe (1997); "Fandango do Paraná" do Grupo Meu Paraná (2008); "Olha Aqui Seu Capitão" (2009) e "Um Homem Chamado Francisco" do Grupo Os Atormentados (2010); "Erótico" Teatro Marina Machado (2010); "Minha Eterna Namorada" no Teatro Rodrigo D'Oliveira (2011) e "Nós" pela Cia. de Repertórios Populares (2011). Participou da novela "Obsessão" da TV Transamérica (2008) e do seriado "A Saga" da TV Brasil. 
De 2005 a 2007 foi bailarino no grupo raiaton mina shark.
Rádio - Foi ator de rádio novela, atuando na produção “Segredos do Oceano” da Rádio Colombo, em 2008. Em 2007 foi comentarista do semanário "Cidadão João", da Rádio Globo.
Formação Acadêmica - Bacharel em Direito (PUCPR), especialista em direito socioambiental (PUCPR), licenciado em pedagogia (UFPR), bacharelando em ciência política (Facinter).
Pesquisador - Palestrante, concedeu mais de quarenta entrevistas a diversos veículos de Rádio e TV, acerca da história de Curitiba e do Paraná.
Cargos e Funções de Representação - É Conselheiro Municipal de Cultura do Município de Curitiba, eleito pela regional Portão.


Gustavo Krelling: iniciou seus estudos de graduação no curso de Indumentária da UFRJ. É formado em Artes Plásticas pela UFPR e Jornalismo pela Universidade Positivo. Trabalhou no desenvolvimento de fantasias e alegorias para a Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense. Assina figurinos para óperas e outros trabalhos artísticos.