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domingo, 29 de março de 2020

Alan Merrill, compositor de 'I love rock 'n' roll', morre aos 69 anos devido ao coronavírus

Ele escreveu uma das músicas mais conhecidas do rock, lançada em 1975 e depois popularizada por Joan Jett em 1982. Filha do músico disse que teve dois minutos para se despedir.

Alan Merrill, músico americano que compôs a música "I love rock 'n' roll", morreu aos 69 em Nova York devido ao novo coronavírus, disse sua filha, Laura, neste domingo (29).

Alan lançou a música "I love rock 'n' roll" em 1975, com sua banda Arrows. Em 1982, a canção foi regravada por Joan Jett and the Blackhearts, e se tornou uma das mais conhecidas da história do rock.

sábado, 28 de dezembro de 2019

Ricardo Kotscho: "Destruir a Educação, a Cultura e o Meio Ambiente, este é o Plano Bolsonaro"


Aos que ainda cobram um programa de governo do capitão presidente, neste final do primeiro ano de mandato, o Plano Bolsonaro está a cada dia mais claro: é destruir a Educação, a Cultura e o Meio Ambiente para poder reinar absoluto. Simples assim.

Não por acaso, esses são os três setores da sociedade brasileira historicamente com maior capacidade de mobilização contra os governos tiranos.

Estudantes, professores, artistas e ambientalistas sempre estiveram na linha de frente na defesa da democracia e da liberdade em nosso país.

É até difícil acreditar que Fernanda Montenegro e Abraham Weintraub, Chico Buarque e Ricardo Salles, Paulo Freire e doutora Damares tenham nascido e vivam no mesmo país.

terça-feira, 14 de maio de 2019

Sensacional! Parecer de Rubem Alves sobre a contratação (ou não) do Paulo Freire, pela Unicamp, em 1985


Em tempos de tanta indignidade, deslealdade, trairagem de toda ordem, canalhice e cretinismo em ascensão, alpinismo acadêmico, oportunismo deslavado, apropriação de produções alheias etc e tal, eis que me deparo com este Parecer do Rubem Alves (que dignidade!) sobre a contratação (ou não) do Paulo Freire, pela Unicamp, em 1985. Que nos inspire a manter longe sanguessugas em geral... 

Grato ao amigo José Luiz Riani Costa por compartilhar!




quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Artigo seminal para ler com calma e refletir: "Deixar queimar, deixar morrer" por Christian Ingo Lenz Dunker


Por Christian Ingo Lenz Dunker no blog da Boitempo

O incêndio no Museu Nacional do Rio de Janeiro é o símbolo e a realização material do governo Temer, mas também de uma forma de vida que parece ter chegado ao seu ápice, exibindo-se em todo seu poder e sua glória. Em setembro de 2018 o museu queimou 90% de seu patrimônio histórico ali acolhido.
Os Afrescos de Pompéia resistiram à erupção do Vesúvio no século 1 a.c., mas não resistiram a este novo jeito “administrativo” de governar que consiste em simplesmente não repassar verbas destinadas para um determinado fim. Como em Pompéia e Herculano, a escolha é seletiva e anônima, pois em meio à engrenagem negocial quem lembrará que o ministro da Cultura Sérgio Sá Leitão veio a ocupar um Ministério antes extinto? Ou que o cargo de presidente do Instituto Nacional de Museus estava vago há dois anos? O corte desproporcional de recursos, mesmo em comparação com outras áreas, reduzidos à metade nos últimos cinco anos, torna este um incêndio criminoso.

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Eduardo Galeano nasceu em 03 de Setembro de 1940


"Dia a dia nega-se às crianças o direito de ser criança. Os fatos, que zombam desse direito, ostentam seus ensinamentos na vida cotidiana. O mundo trata os meninos ricos como se fossem dinheiro, para que se acostumem a atuar como o dinheiro atua. 

O mundo trata os meninos pobres como se fossem lixo, para que se transformem em lixo. 

E os do meio, os que não são ricos nem pobres, conserva-os atados à mesa do televisor, para que aceitem, desde cedo, como destino, a vida prisioneira. Muita magia e muita sorte têm as crianças que conseguem ser crianças."

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Aretha Franklin - (Memphis, 25 de março de 1942 - Detroit, 16 de agosto de 2018)

Frida brincando de fazer arte


via André Dahmer @malvados2h
"Esposa do mestre dos murais brinca alegremente com trabalhos de arte". 
Frida Kahlo foi apresentada desta maneira pela imprensa da época.

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Eduardo Galeano: Hoy no es el primer día del año para los mayas, los judíos, los árabes, los chinos y otros muchos habitantes de este mundo.

Eduardo Galeano - Hoy

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Hoy no es el primer día del año para los mayas, los judíos, los árabes, los chinos y otros muchos habitantes de este mundo.

La fecha fue inventada por Roma, la Roma imperial y bendecida por la Roma vaticana, y resulta más bien exagerado decir que la humanidad entera celebra este cruce de la frontera de los años.

Pero eso sí, hay que reconocerlo: el tiempo es bastante amable con nosotros, sus fugaces pasajeros, y nos da permiso para creer que hoy puede ser el primero de los días, y para querer que sea alegre como los colores de una verdulería.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Eduardo Galeano - Pobrezas


Pobres, lo que se dice pobres, son los que no tienen tiempo para perder el tiempo.

Pobres, lo que se dice pobres, son los que no tienen silencio, ni pueden comprarlo.

Pobres, lo que se dice pobres, son los que tienen piernas que se han olvidado de caminar, como las alas de las gallinas se han olvidado de volar.

Pobres, lo que se dice pobres, son los que comen basura y pagan por ella como si fuese comida.

Pobres, lo que se dice pobres, son los que tienen el derecho de respirar mierda, como si fuera aire, sin pagar nada por ella.

Pobres, lo que se dice pobres, son los que no tienen más libertad que la libertad de elegir entre uno y otro canal de televisión.

Pobres, lo que se dice pobres, son los que viven dramas pasionales con las máquinas.

Pobres, lo que se dice pobres, son los que son siempre muchos y están siempre solos.

Pobres, lo que se dice pobres, son los que no saben que son pobres.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Tom Petty - Free Fallin' - live Hollywood Bowl 25.09.2017

Morreu Tom Petty, um dos últimos americanos

Um dos mais bem sucedidos músicos rock de todos os tempos era também um símbolo de uma América que já não existe.

FotoREUTERS/JEFF HAYNES




Era uma das últimas vozes rebeldes da América real e blue collar, do tempo em que ser uma voz rebelde da América não implicava ir para o Twitter dizer inanidades, do tempo em que ser real e blue collar não significava apoiar o Klu Klux Klan: Tom Petty, autor de American Girl, criador de riffs eternos, líder dos HeartBreakers, herdeiro de Bob Dylan – de quem era amigo – e rosto maior do rock'n'roll clássico, morreu na noite de segunda para terça-feira, na Califórnia, aos 67 anos de idade, na sequência de uma crise cardíaca.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Sobre a obscenidade


Constatação básica (e certeira) sobre a treta MBL/Santander/Prefeito tucanóide de POA

por cidadão médio
@manotelli


O erro foi fazer a exposição queer no interior do Santander Cultural. Se botassem os quadros na vidraça dos bancos o MBL defenderia.

quarta-feira, 22 de março de 2017

Ribeira, riqueza cultural




O Vale do Ribeira é a casa das comunidades quilombolas, caiçaras, indígenas, caboclas, de pescadores e de pequenos produtores rurais.

Essa diversidade cultural é raramente encontrada em locais tão próximos de regiões altamente urbanizadas, como São Paulo e Curitiba. Essa é mais uma das características que faz com quem o Ribeira seja tão único e especial!
Conheça um pouco mais sobre o modo de vida dessas comunidades clicando aqui
Cecilia Furquim, Quilombo de Ivaporunduva. Foto: © Loiro Cunha/ISA
Há muitas ameaças pressionando as comunidades que habitam esse tesouro natural. Elas podem perder suas terras se o governo não titulá-las em breve! Precisamos de você nessa luta: compartilhe com seus amigos a petição para titular as terras quilombolas!
Quero compartilhar a petição no Facebook!
Não se esqueça que amanhã, 23/03, vai ao ar o último episódio da websérie Ribeira Essencial.

Muito obrigada!

Raquel Pasinato
Coordenadora do Programa Vale do Ribeira
Instituto Socioambiental - ISA

Mais informações sobre o ISA.
Dúvidas ou comentários, ligue (11) 3515 8975 e fale com Mariana Hessel ou escreva para relacionamento@socioambiental.org

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Roberto Freire, o micróbio contra o gigante

por ​Luis Nassif em seu blog


Roberto Freire é duplamente intruso. Primeiro, como Ministro da Cultura de um governo ilegítimo. Segundo, como porta-voz oficial em um evento de cultura, um político tosco entrando em águas que nunca frequentou..

Certa vez, o Jornalismo Wando – perfil gozador do Twitter - mandou uma saudação a Roberto Freire:


O sensibilizado manteve o mesmo baixo nível cultural, mas se tornou Ministro da Cultura. É o governo de Macunaíma: o mais truculento dos políticos, José Serra, torna-se o comandante de diplomacia; o mais deslustrado dos políticos brasileiros, Freire, o Roberto, torna-se Ministro da Cultura; Mendonça Neto, que não aprendeu a declinar o verno haver, torna-se Ministro da Educação, com a assessoria luxuosa de Alexandre Frota; e o marido de dona Marcela, o presidente.

Freire, o ministro arcaico, tem que ser demitido

por Alex Solnik* no Brasil 247


Ser ou não ser investigado na Lava Jato, ser réu ou não no STF, não pode ser o único critério para um ministro ser demitido.

A cena lamentável e vexatória protagonizada hoje, em São Paulo, pelo ministro da Cultura, Roberto Freire tinha que merecer demissão por justa causa.

sábado, 30 de julho de 2016

[O Thatcherismo vive entre nós:] Bem-vindo ao deserto do real


Em 15 de junho de 1971, o Parlamento inglês aprovou o decreto da então ministra da educação, Margareth Thatcher, que visava cortar o fornecimento de leite para as crianças acima de 7 anos em todas as escolas públicas primárias da Grã-Bretanha.

A medida fazia parte de um conjunto de ações de cortes de despesas. Thatcher, e isso só se soube depois, cogitava outras iniciativas singulares como a de cobrar pelo empréstimo de livros de bibliotecas, aumentar as taxas de ingressos de museus e das refeições escolares (esta última integrou o pacote). Anos depois, já como primeira ministra, Thatcher perseguiu sindicatos, privatizou estatais e implantou políticas de austeridade.

A medida de cortar o leite das crianças talvez tenha sido a mais representativa da racionalidade neoliberal daqueles tempos. Pífia do ponto de vista econômico, saídas como essa demonstram o perverso lado deste pensamento ideológico. O mantra “cortar gastos” e reduzir o tamanho do estado (palavras chaves para justificar ataque a políticas públicas), tem produzido estragos por aqui também.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Bloco de rua ligado à saúde mental desfila arte e protesto no carnaval carioca


Bloco Loucura Suburbana reuniu pacientes, parentes e profissionais da rede de saúde mental em desfile pelas ruas do Engenho de Dentro, no Rio de Janeiro Cristina Indio do Brasil/Agência Brasil

O bloco Loucura Suburbana pediu passagem e ocupou hoje (4) as ruas do Engenho de Dentro, na zona norte do Rio de Janeiro. No samba-enredo, o bloco – que está comemorando 15 anos, cantou o caminho para um bom tratamento para a saúde mental. “Viajando nesta aventura / Onde a arte e a cultura/ Vem brincar o carnaval/ Pintura, inclusão e poesia/Traz amor e harmonia/ Para a saúde mental”, diz a letra.

Segundo o coordenador musical do Loucura Suburbana, Abel Luiz Oliveira da Silva Machado, o bloco é o primeiro com integrantes da rede de saúde mental com foco em atividade musical, de expressão artística, cênica e plástica.

domingo, 17 de janeiro de 2016

Bloco de pacientes da saúde mental do Rio entra na briga contra novo coordenador nacional

POR ANCELMO GOIS no Globo


Acabou em samba

O bloco Tá Pirando, Pirado, Pirou!, de usuários, técnicos e familiares da rede de saúde mental, entrou na briga de várias associações médicas contra a nomeação de Valencius Wurch Duarte para Coordenação Nacional de Saúde Mental. Ele seria a favor das volta dos manicômios.

O bloco carioca defenderá nas ruas a reforma psiquiátrica e a chamada desospitalização dos pacientes.

Segue...

A camisa, desenhada por um paciente do Pinel, trará a frase: “Nem um passo daremos atrás: manicômio nunca mais.”