"O que tem fome e te rouba o último pedaço de pão, chama-o teu inimigo... Mas não saltas ao pescoço do teu ladrão que nunca teve fome." Bertolt Brecht
domingo, 12 de setembro de 2021
Bolsonaro late e os generais fazem negócios
segunda-feira, 26 de abril de 2021
A mediocridade endêmica no desgoverno Bolsonaro fornece munição para a CPI
Cena 1:
Alguns meses atrás, meu filho e eu assistindo TV e aparece uma coletiva do Elcio Franco, o milico que então ocupava o cargo de secretário executivo do Ministério da Saúde.
Falei com meu filho: "Tira o som e olha a postura corporal do cara sem escutar o lero-lero que ele está falando".
Dito e feito. Ficava claro que o sujeito (que era o número dois do ridículo Pazuello) não tinha idéia sobre o que estava falando. Não olhava para as câmeras, a postura era de um cara acuado que estava ali participando de uma encenação burlesca, tentando justificar o injustificável.
Patético.
Cena 2:
O governo monta uma força-tarefa tentando se preparar para enfrentar a CPI da Pandemia.
Os "jênios" da equipe governamental montam uma planilha de Excel listando todos os pecados que o desgoverno Bolsonaro cometeu no enfrentamento da pandemia. Inacreditavelmente são listados 23 itens, desde o genocídio dos povos indígenas até a "militarização" do ministério da saúde. Chegam a envolver na meleca o ministro Paulo Guedes, que até então estava sendo blindado.
Sim! É isso mesmo! O próprio desgoverno lista a militarização do ministério da saúde (Elcio Franco e Pazuello incluídos) como sendo um PECADO.
Acontece que na lista elaborada pela equipe de "jênios" constam mais irregularidades do que as elencadas pela própria CPI.
A CPI havia listado apenas 18 "pecados"...
Mas não acaba aqui a trapalhada. A tal da lista que, imagina-se, deveria ser um documento reservado, foi encaminhada aos ministérios responsáveis por apresentar explicações/defesas por e-mail. Isso mesmo: Documento reservado encaminhado POR E-MAIL!
Resultado previsível até pela minha bisavó Dona Loloca: A lista vazou.
Randolfe Rodrigues, o vice-presidente da CPI adorou a história e já incorporou a lista vitaminada aos documentos da Comissão.
Daí vocês me perguntam: O que é que a Cena 1 tem a ver com a Cena 2?
Respondo:
O coordenador da força-tarefa, o "jênio" responsável pela lista que está servindo como munição para a oposição, o cara que deu o tiro no pé do próprio desgoverno atende pelo nome de... Elcio Franco.
A mediocridade é endêmica no desgoverno Bolsonaro.
quinta-feira, 15 de abril de 2021
Os "experimentos mengelianos" dos médicos brasileiros e o respaldo do CFM
Josef Mengele, oficial da SS, conhecido como "O Anjo da Morte de Auschwitz"
do Outra Saúde (via e-mail)
TÉCNICA EXPERIMENTAL?
O médico alemão Josef Mengele, oficial da SS, usou prisioneiros de Auschwitz para conduzir experimentos humanos muitas vezes letais. É dele que o infectologista Francisco Ivanildo de Oliveira, gerente médico do Sabará Hospital Infantil, em São Paulo, se lembra ao comentar a nebulização com hidroxicloroquina que provocou mais uma morte em Manaus. "Nunca vi isso. Não sabemos quantos pacientes foram utilizados, não há termo de consentimento nem comitê ético. É até mau gosto chamar de estudo. Trata-se de um experimento mengeliano", diz ele, à Folha.
sexta-feira, 26 de março de 2021
Necropolítica: No auge da pandemia orçamento prioriza aviões de combate e submarinos enquanto retira bilhões da saúde
ORÇAMENTO DA SAÚDE
quinta-feira, 18 de março de 2021
Bolsonaro e Napoleão têm uma coisa em comum
Bonaparte visitando as vítimas da peste de Jafa (1799) é o título da obra de Antoine-Jean Gros, datada de 1804, e encomendada por Napoleão Bonaparte para representar um episódio da campanha do Egito. O quadro representa Napoleão durante uma cena tocante que ocorreu em Jafa, em 1799, durante a qual o general tentou elevar o moral de suas tropas, aproximando-se e tocando a ferida de um soldado.
Rogério Galindo - no Singular 18 (por e-mail)
Existe uma imagem famosa de Napoleão (aquele) tocando nas pústulas de gente com peste. Foi numa campanha pelo Oriente Médio: os soldados franceses estavam sendo assolados pela doença e o imperador apareceu numa mesquita, onde havia um hospital improvisado. Tocou nos doentes e encorajou seus homens a prosseguirem - a doença, parecia ser o recado, não era páreo para a máquina de guerra da França.
"Ele (Bonaparte) também frequentava as reuniões do Instituto, que vinha mantendo seu trabalho durante todo esse tempo, mas em uma sessão de 4 de julho ele teve problemas quando colocou a culpa do fracasso na Síria na peste e na incapacidade dos médicos de encontrar uma cura. Ele afirmou que ao tratar a peste como uma doença contagiosa, eles haviam prejudicado o moral da tropa, e que em nome do bem geral seria melhor declará-la como não-contagiosa. Desgenettes insistiu que a integridade científica exigia que a verdade fosse dita. Bonaparte denunciou o médico e os que pensavam como ele como um grupo de teóricos enfadonhos, e Desgenettes respondeu acusando-o de ser um líder despótico a quem faltava visão, e pondo nele toda a culpa pela carnificina e pela morte durante a campanha síria."
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021
Ministério da Saúde pode ter se posicionado contra lockdown no Amazonas
MEIO TERMO AO INVÉS DE LOCKDOWN
quarta-feira, 13 de janeiro de 2021
Com a cloroquina, Bolsonaro implementa maior show de ilusionismo do mundo
terça-feira, 15 de dezembro de 2020
Rudá Ricci: "Está em curso um alinhamento dos setores empresariais para abocanhar fundos públicos da educação e saúde"
domingo, 13 de dezembro de 2020
Passou da hora de os militares darem lugar aos epidemiologistas
sexta-feira, 11 de dezembro de 2020
Atraso, inconstância e falta de dados: o caos brasileiro na pandemia
quarta-feira, 11 de novembro de 2020
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sábado, 24 de outubro de 2020
O plano da pandemia que nunca existiu
terça-feira, 20 de outubro de 2020
A nova panaceia do governo Bolsonaro
segunda-feira, 5 de outubro de 2020
(Des)governo Bolsonaro faz mal à saúde.
MOVIMENTO AMBÍGUO
quarta-feira, 9 de setembro de 2020
Suspensão de vacina deixa mal capitão e general
terça-feira, 1 de setembro de 2020
Bolsonaro nomeia um veterinário sem experiência na área para cuidar das imunizações. País vem apresentando resultados pífios na cobertura vacinal
NOME POLÊMICO NA ÁREA
segunda-feira, 10 de agosto de 2020
As digitais de Bolsonaro na tragédia que ultrapassa cem mil mortes
O SILÊNCIO DOS VIVOS


