Páginas

Mostrando postagens com marcador corrupção. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador corrupção. Mostrar todas as postagens

domingo, 12 de setembro de 2021

Bolsonaro late e os generais fazem negócios

O Partido Militar se articula para ficar no poder.

por Rafael Moro Martins no The Intercept Brasil (via e-mail)


A caravana passou, com os cães latindo ao volante de caminhões, caminhonetes e (muitos) carros caros e (alguns) nem tanto, além de incontáveis motociclistas – tipos mal-encarados ao estilo Selvagens de Alphaville ou Demônios do Condomínio de Luxo – e muita gente a pé e em ônibus. Foi grande, não vou mentir: assisti da calçada, em Brasília, a um desfile que parecia interminável de gente disposta a derrubar a democracia em nome de um governo genocida e corrupto.

Mas, para imaginar o que virá a seguir, convém deixar a parada de bolsonaristas e as missivas de lado e olhar para as figuras que levaram Bolsonaro ao Planalto, e que vêm chamando muito menos atenção do que deveriam: o tal do Partido Militar. Os generais da reserva que escoltaram o indisciplinado ex-capitão à Presidência e que se movimentam para se manterem no poder – e com poder – enquanto Bolsonaro se dedica a aterrorizar o país com a ameaça de um autogolpe.

O que vai a seguir são informações recolhidas pelo boletim mensal com foco nas Forças Armadas brasileiras do Instituto Tricontinental que monitora a participação militar na política. O levantamento parte de informações públicas e é coordenado pela cientista social Ana Penido, também pesquisadora do Grupo de Estudos em Defesa e Segurança Internacional da Universidade Estadual Paulista, a Unesp.

sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Inacreditável! Ex-ministro do TSE que decidiu a votação contra a candidatura do Lula é agora advogado de Bolsonaro e um dos fundadores do partido da bala

via Alexandre Padilha @padilhando

Você sabe quem é Admar Gonzaga? Foi aquele ministro do Tribunal Superior Eleitoral que decidiu a votação contra a candidatura do Lula.

Depois, foi acusado de ter agredido a ex-mulher e desistiu de se recandidatar ao Tribunal.

Após decidir favoravelmente à candidatura de Bolsonaro, como juiz, Admar Gonzaga se tornou... advogado de Bolsonaro!!! 


EM REPRESENTAÇÃO, ADMAR GONGAZA CITA DECISÃO DE... ADMAR GONZAGA

Advogado de Bolsonaro mencionou decisão proferida por ele mesmo quando era ministro do TSE

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Sobre Bolsonaro. Para quem acha que estou exagerando.

Prof. Jai Michel Kenkel, da PUC-Rio (no FB da 
Dirce Schneider)


Cada um é formado pela sua história pessoal. Eu sou alemão, crescido nos Estados Unidos, acadêmico de relações internacionais (política). A guerra e a intolerância política afetaram profundamente a minha família. Isso me norteia politicamente.

Como alemão de minha geração, o ponto fixo inescapável que orienta toda a consciência na minha formação cidadã é o legado do fascismo: o Holocausto e a Segunda Guerra, e a firme missão de nunca deixar isso acontecer de novo, em lugar nenhum. Não existe nenhum princípio político mais sagrado que esse.

sábado, 14 de julho de 2018

Fraude na licitação do transporte coletivo de Curitiba: Vamos esquecer o papel de Richa, Ducci e Greca?

Transporte coletivo: não custa lembrar que…

A denúncia que o Ministério Público fez contra 14 pessoas que agiram para fraudar a licitação do transporte coletivo de Curitiba chegou com quase oito anos de atraso. Não custa lembrar que:
  • O início do processo de licitação se deu em 2009 quando o prefeito de Curitiba era o ex-governador Beto Richa;
  • Ao se desincompatibilizar da prefeitura para concorrer ao governo estadual, deixou o cargo para seu vice, o atual deputado federal Luciano Ducci;
  • Ao longo deste período, os termos do edital internacional de licitação foi sendo elaborado por muitas mãos, tanto do poder público concedente (Urbs) como de empresários interessados em se manter no setor que já exploravam de modo precário (permissionários) há meio século, além de escritórios de engenharia e advogacia que serviam de intermediários no esquema;
  • Ainda em 2010, durante a elaboração dos termos do edital, o Sindicato dos Engenheiros do Paraná (Senge) e outras movimentos que integravam um forum, entraram na Justiça com ação popular em razão das evidências que já então apareciam de que a concorrência (1) favoreceria os mesmos grupos empresariais, (2) encareceria a tarifa e (3) não introduzia inovações ao sistema. A Justiça derrubou a ação popular e ainda condenou seus autores a pagar indenizações;

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Bancada ruralista aprova pacote do VENENO e comemora com regabofe pago por empresário

no Outra Saúde (via email)

E como se não bastasse o caráter pouco republicano da votação a portas fechadas que foi contra análise científica e técnica de mais ou menos todo mundo, os deputados da bancada ruralista fizeram festa para comemorar a aprovação do PL 6299/02 conhecido como Pacote de Veneno. Debochados, apelidaram a presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, Tereza Cristina (DEM-MS), de “musa do veneno”. 

Aconteceu num badalado restaurante em Brasília, nas vistas de todo mundo, e contou com 40 convidados, dentre eles representantes da Associação Brasileira dos Produtores de Soja e o Instituto Pensar Agropecuário. E a conta do banquete, regado a vinho e bacalhau, ficou com um dos empresários presentes, informa Angela Boldrini na Folha.

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Occhi - ministro ilegítimo da saúde - é investigado (ele é do PP o partido "campeão" da corrupção)

OCCHI INVESTIGADO


via Outra Saúde (por email)


A Caixa está investigando Gilberto Occhi e a Folha trouxe um dos resultados: tudo indica que, em 2013 (quando era gestor do banco), ele repassou dinheiro de lá para um negócio do seu filho e seu enteado: 200 mil foram transferidos para uma prefeitura de Alagoas e, em seguida, parecem ter sido destinados à compra de uma casa lotérica vendida por esses familiares. 

Eles tinham ao todo três lotéricas, o que, lembra o jornal, nem era para ser possível. Quem autoriza a concessão das lotéricas é a Caixa; em 2011, quando as concessões foram conseguidas, o hoje ministro era superintendente nacional de Gestão da Caixa no Nordeste, e a participação dos parentes deveria ter sido barrada (por caracterizar nepotismo). 

A restrição não apareceu no edital, e Occhi disse em nota que respeitou a legislação. Mas ele não falou sobre o desvio. Nem seu filho. Nem o enteado. Nem o prefeito da cidade que participou da transferência... 

Mas a filha do prefeito (é mesmo uma história com muitos familiares) disse à Folha que a compra da lotérica foi feita com as economias do pai, além de um empréstimo.

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Não foi só a austeridade que fez aumentar a mortalidade infantil. Farra com dinheiro da saúde comprou deputados

O PP foi às compras


Para se tornar a segunda maior bancada na Câmara, o PP cooptou sete novos deputados com dinheiro da Saúde e a oferta de mais R$ 2,5 milhões para a campanha de cada um


A forma como o PP conseguiu a façanha de ganhar mais deputados sem obter um único voto a mais nas urnas foi tão agressiva que provocou reações indignadas em outros partidos que perderam parlamentares nesse processo. “É uma política suja, velha e ultrapassada”, disse a ISTOÉ o líder do PSB, Júlio Delgado (MG). O PSB perdeu para o PP, em março, o deputado Marinaldo Rosendo (PE). Júlio Delgado admitiu ter ouvido de deputados que a cooptação dos Progressistas vem da distribuição de dinheiro público.


Para fazer a engrenagem do esquema funcionar, no último dia 28 de dezembro, Ricardo Barros editou, ainda na condição de ministro, a Portaria 3.992, que simplificou as normas de repasse do Fundo Nacional de Saúde. Antes, havia seis blocos de repasse dos recursos: custeio, investimentos, prestador, demandas judiciais, obras do PAC e emendas parlamentares. Ricardo Barros reduziu para apenas duas modalidades: custeio e investimentos.

segunda-feira, 5 de março de 2018

As mudanças suspeitíssimas no segundo escalão do Ministério da Saúde

O ministro Barros, em atitude altamente suspeita (tendo em vista que está deixando a pasta), trocou o comando da Fundo Nacional de Saúde. 

Colocou um apaniguado seu,  Márcio Reinaldo Dias Moreira, ex-prefeito de Sete Lagoas (MG), no cargo de subsecretário de planejamento e orçamento do Ministério da Saúde. 

A idéia escancarada é a de manter o controle sobre o orçamento do MS (coisa de R$ 180 bi/ano) independente de quem venha a assumir a cadeira. Acontece que é uma temeridade colocar uma grana deste tamanho sob comando de um funcionário que "não atende aos pré-requisitos exigidos na 'Lei Ficha Limpa'" O Sr Márcio Reinaldo Dias Moreira é ficha-suja, foi condenado pela Justiça Eleitoral... 

Tem recomendação contrária à nomeação do Conselho Nacional de Saúde.  

Instituições como Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABSC), Associação Nacional do Ministério Público de Contas (ANMPC), Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), Associação da Auditoria de Controle do Tribunal de Contas da União (AUD-TCU), Confederação Nacional dos Servidores Públicos (CNSP), Associação Nacional dos Auditores de Controle Externo dos Tribunais de Contas do Brasil (ANTC), dentre outras, assinam o documento.(*)

Daí, sai matéria esclarecedora sobre a questão no blog da Andréia Sadi: 

"Temer e PP discutem 'notável' para o Ministério da Saúde que aceite manter segundo escalão


A justificativa oficial dos parlamentares do PP é a de que, se o novo ministro trocar toda a equipe, a começar pelo secretário-executivo, o ministério não conseguirá concluir iniciativas que estão em andamento na área até o fim do ano.
Mas, nos bastidores, aliados de Temer admitem ao blog que o PP não quer perder o controle da máquina, principalmente em um ano eleitoral."

Tá de bom tamanho, ou precisa desenhar?
*Com informações da  1ª CNVS

quinta-feira, 1 de março de 2018

Entidades protestam contra nomeações de Ricardo Barros

no Contraponto

A organização Contas Abertas publica em sua página na internet a notícia de que 16 entidades ligadas nacionais, dentre as quais a Associação da Auditoria de Controle Externo do Tribunal de Contas da União e a Associação Nacional do Ministério Público de Contas, fazem movimento contra nomeações que o ministro da Saúde, Ricardo Barros, vem fazendo.

Uma das nomeações é de um político condenado pela Justiça Eleitoral e inelegível; outra é de um advogado que presta serviços para a família.
Veja o que diz a Contas Abertas:
Em carta aberta ao presidente da República, Michel Temer, entidades da sociedade civil repudiam a possível indicação do ex-deputado e ex-Prefeito de Sete Lagoas/MG, Márcio Reinaldo Dias Moreira para o cargo de Subsecretário de Planejamento e Orçamento.
Para as instituições, trata-se de pessoa que não apresenta exame de vida pregressa consonante com as balizas constitucionais indispensáveis ao exercício de tão sensível e nuclear cargo comissionado.
“O potencial indicado não reúne, em seu perfil profissional, habilidades apropriadas ao exercício da função, que exige profundo conhecimento especializado para lidar com a complexidade de um orçamento anual de cerca de R$ 130 bilhões, como o da Saúde”, explica a carta.
Porém, o que mais traz preocupação para os signatários do documento é a condenação imposta pela Justiça Eleitoral a Márcio Reinaldo Dias Moreira – em 03/04/2017 – que o tornou inelegível.
A condenação aconteceu em face da constatação de abuso de poder político perpetrado com o fim específico de se beneficiar e a seus familiares no pleito eleitoral municipal de 2016.
“Juridicamente se o potencial indicado para área técnica do Ministério da Saúde não atende aos ditames da Lei da Ficha Limpa e, portanto, encontra-se judicialmente impedido de se candidatar a mandato eletivo por haver abusado do poder que manejava na condição de Prefeito, tampouco pode pretender ocupar cargo em comissão responsável pelo planejamento e execução orçamentária do Ministério da Saúde”, defendem as instituições.
A carta ainda destaca que  Márcio Reinaldo responde a inquérito civil perante o Ministério Público de Minas Gerais, onde se apura prática de eventual ato de improbidade administrativa em sua gestão à frente da Prefeitura de Sete Lagoas (contratações irregulares) e  teve seu nome relacionado como beneficiário de contribuição ilícita pelo ex-executivo da Odebrecht Benedicto Barbosa da Silva Júnior em acordo de delação premiada homologado judicialmente.
Para as entidades, a confluência de tais fatos é suficientemente relevante para ofender a moralidade administrativa, o que, por isso mesmo, descredencia o candidato cogitado para a possível nomeação.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

TCU suspende contratos do Ministério da Saúde por suspeita de fraude



O ministro da Saúde, Ricardo Barros, disse na semana passada para a rádio CBN que não cumpriu a promessa de informatizar o sistema do SUS porque faltaram empresas interessadas. Foi mais uma bravata do ministro.

Uma reportagem do Correio Braziliense, de 24 de Janeiro mostrou que o Tribunal de Contas da União (TCU) suspendeu cautelarmente dois contratos do Ministério da Saúde por desconfiar de superfaturamento na prestação de serviços de tecnologia para o SUS. Juntas, as licitações somavam R$ 98,4 milhões. Mas, segundo apontou o TCU, cerca de R$ 51 milhões, mais da metade do valor das transações, são fruto de sobrepreço. As irregularidades também indicam possível direcionamento de contratação.

As duas empresas envolvidas, a Extreme Digital Consultoria e Rrepresentações Ltda. e a Core Consultoria e Serviços venceram uma licitação, mas acabou cancelada. Dois novos pregões foram feitos para os mesmos serviços, mas o preço subiu de R$ 83 milhões para os R$ 98 milhões. O TCU afirma que há possibilidade de direcionamento porque as mesmas empresas, a Extreme Digital e a Core Consultoria, ganharam todos os contratos.

Enquanto isso a promessa do ministro Ricardo Barros de informatizar o SUS ficou só promessa. Apenas 40% do sistema é interligado atualmente.

O Correio Braziliense contou toda a história mas, estranhamente, o assunto ficou restrito a Brasília.

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Dallagnol e seu telhado de vidro...

no Twitter

Deltan Dallagnol
@deltanmd
Cunha dizia que as contas no exterior não estavam no nome dele. Lula diz que o triplex não está no nome dele. Temer diz que não há provas...

Luis Nassif

@luisnassif
E o fundo onde você diz depositar os cachês de palestras não está em seu nome.
5:47pm · 19 Jul 2017

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

13 anos do telefonema de Carlinhos Cachoeira [FHC, José Serra, medicamentos genéricos...]



por Marco Aurélio Mello - TV Globo, São Paulo  no VioMundo

Um deputado estadual do Rio, não me lembro mais quem, havia passado para o Fantástico a gravação que incriminava Waldomiro Diniz, então assessor da Casa Civil do primeiro governo Lula.

O “furo” da Revista Época (leia-se Editora Globo), em fevereiro daquele ano, abriu caminho para a CPI dos Bingos, na Câmara Federal e excitou a mídia, que festejava a descoberta do caixa dois da campanha do PT à presidência.

De quebra, enfraquecia o principal artífice do projeto político ora no poder: José Dirceu.

Luiz Carlos Azenha e eu fomos incumbidos, em São Paulo, de produzir uma reportagem especial esmiuçando a gravação entre Cachoeira e Diniz a procura de desdobramentos.

sábado, 23 de setembro de 2017

“As Forças Armadas nunca foram uma garantia contra o "caos". Elas foram parte fundamental do caos”

A liberdade se defende de forma incondicional
artigo de  Vladimir Safatle* reproduzido na revista do IHU**
Talvez não exista momento mais propício do que este para se lembrar da frase de Adorno e Horkheimer, para quem há horas em que não há nada mais estúpido do que ser inteligente. A frase se referia à incapacidade de setores da sociedade alemã de encararem claramente os signos de ascensão do nazismo no começo dos anos 1930 e pararem de procurar explicações sutis e inteligentes sobre a impossibilidade de o pior ocorrer. Dificilmente raciocínio dessa natureza não se aplicaria ao Brasil atual.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Abrasco vai pedir nulidade da lei que autoriza o capital estrangeiro na Saúde


Segundo delações do doleiro Lúcio Funaro, a liberação do capital estrangeiro na saúde, por meio da Medida Provisória 656/2014 e posterior Lei 13.097/2015, foi obtida mediante propina paga por empresas de planos de saúde e hospitais privados, conforme notícia destacada nos meios de comunicação.
A se confirmar o conteúdo da delação de Funaro, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva – Abrasco, juntamente com entidades da saúde e da sociedade civil, acionarão os mecanismos necessários para que a inconstitucionalidade da lei do capital estrangeiro seja analisada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), com fundamento na existência de vício na sua origem.

sábado, 9 de setembro de 2017

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Xico Sá e o mocó gourmet do Geddel

Por xico sá @xicosa no Twitter

Bunker do Geddel? vixe, ja gourmetizaram o cafofo, o mocó, o esconderijo...

domingo, 3 de setembro de 2017

Richa, intolerante com a corrupção


Para encerrar a noite, ouça como o governador Beto Richa, numa entrevista a TV Veja há pouco mais de um ano, diz se portar diante de corrupção no governo. A entrevista se deu em 2016, logo após a eclosão da Operação Publicano, quando foram presos dezenas de fiscais da Receita Estadual, além de empresários, primos distantes e amigos envolvidos num extenso e bilionário esquema de desvio de tributos.


quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Ministro cancelou contrato da Hemobrás para favorecer reduto eleitoral

Campeão de representações no Tribunal de Contas da União (TCU), o Ministério da Saúde está sob investigação após suspender o contrato de parceria entre o laboratório irlandês Shire e a estatal Hemobrás.



Isso porque, por decisão do ministro da Saúde de Temer, Ricardo Barros, o contrato que prevê transferência de tecnologia para a produção, em Pernambuco, de um medicamento para um tipo de hemofilia, passaria a ser produzido em Maringá (PR), seu reduto eleitoral.

Segundo Barros, a suspensão foi determinada porque o acordo entre Shire e Hemobrás não está sendo cumprido. No entanto, o ministro quer fechar o contrato com um consórcio que engloba a empresa suíça Octapharma, citada na Operação Máfia dos Vampiros, e os laboratórios públicos Butantã, de São Paulo, e Tecpar, do Paraná, além da própria estatal que tem fábrica em Pernambuco.