O governo Dilma quer ampliar o número de médicos formados no país. Os hospitais Sírio-Libanês e Albert Einstein, ambos em São Paulo, e o Moinhos de Vento, em Porto Alegre, vão receber apoio federal para criar suas próprias faculdades de Medicina. Os cursos existentes nas universidades federais serão pressionados a abrir novas vagas. As medidas foram acertadas entre a presidente Dilma, na sexta-feira, e os ministros Aloizio Mercadante (Educação) e Alexandre Padilha (Saúde).
O objetivo é atender o interior
O ministro Alexandre Padilha (Saúde) apresentou à presidente Dilma uma lista de 553 municípios do interior do país que pediram a ajuda do governo federal para que tenham assistência médica. Para tentar solucionar o problema, os médicos recém-formados que aceitarem trabalhar um ano no interior ou na periferia dos grandes centros urbanos do país ganham um bônus de 10% quando fizerem a prova de residência médica. O benefício será válido para qualquer especialidade. Para resolver a carência de médicos nesses locais, o governo se prepara para abrir o mercado para profissionais formados na América Latina.
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