Da coluna do Aroldo Murá (via Blog do Campana)
O grande temor do atuais dirigentes – ocultos ou declarados – da Sociedade Evangélica Beneficente (SEB), mantenedora do Hospital Evangélico de Curitiba “não são os R$ 7 milhões oriundos das emendas do Ministério do Turismo, contestadas pelo TCU e Advocacia Greral da União.O grande ‘pepino’ do grupo de André Zacharow são os R$ 300 milhões que a SEB deve”, disse ontem à coluna um dos líderes do manifesto dos médicos assinado semana passada.
No documento, os médicos do Evangélico pedem pagamento de seus honorários, a maioria atrasada desde setembro de 2011. E também a substituição dos atuais dirigentes do Evangélico.
Mas quem realmente hoje dirige a SEB? No final da semana, o terceiro presidente da SEB, em três meses, o pastor Deimeivado Borba, de Morretes, pediu demissão. “Não aguentou as pressões”, explica o médico M. cirurgião, do Evangélico.
Nesta terça, 6, a partir das 19 horas, haverá a assembléia geral da SEB, para escolher os novos dioretores. O que se sabe é que o deputado Zacharow, tido como detonador da crise (pois dirigiu a instituição por 11 anos) passou parte do dia em articulações com conselheiuros da SEB, no Evangélico e na Faculdade Evangélica do Paraná.
Os pastores dissidentes, conselheiros que entraram com ação extrajudicial pedindo contas, com detalhes, da vida financeira e administrativa da SEB, estarão “afiados”, nas assembléria. Será uma luta de David contra Golias? Ou são eles homens que apostam no adágio ‘água mole em pedra dura…?”
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