Projeto prevê que estabelecimentos cobrem pelo menos R$ 0,10 por cada sacola plástica. Objetivo é incentivar o uso das sacolas retornáveis
Um projeto de lei que tramita na Câmara de Curitiba pode fazer com que os cidadãos tenham que pagar pelas sacolas plásticas utilizadas. A proposta é do vereador Odilon Volkmann (PSDB) e busca incentivar a produção e venda das sacolas retornáveis, consideradas ecologicamente corretas.
De acordo com o projeto, os estabelecimentos comerciais teriam que passar a cobrar no mínimo R$ 0,10 por cada sacola plástica. Quem continuar com a distribuição gratuita estará sujeito a uma multa correspondente a 0,05% do valor do IPTU pago no último exercício sobre o prédio em que se encontra. Em caso de reincidência, a proporção subiria para 0,5% e 5%. O alvará do local que não cumprir a regra também poderá ser cassado.
A proposta sobre a cobrança das sacolas plásticas está na Comissão de Saúde da Câmara. Ainda não se sabe quando o projeto será votado em plenário.
COMENTÁRIO: Consta que o nobre edil Odilon Volkmann não se considerou minimamente impedido de apresentar projeto de tal teor.
Afinal, o nobre edil Odilon Volkmann é dono de supermercado e - consequentemente - beneficiário direto da medida, digamos assim "saneadora".
Afinal, trata-se apenas de transferir dinheiro dos bolsos dos contribuintes/usuários para os bolsos dos proprietários de supermercados (como é o caso do nobre edil Odilon Volkmann).
Até a minha Vó Loloca sabe que as sacolas (pagas ou não) irão acabar entupindo os lixões que o DNA Demo-tucano que comanda estas plagas está tentando terceirizar para os amigos de sempre (além de estar levando uma verdadeira surra na justiça).
Quem sabe, alguma alma bondosa e esclarecida poderia sugerir ao nobre edil Odilon Volkmann que o correto seria adotar sacolas oxibiodegradáveis, com os custos recaindo sobre os donos dos supermercados e não sobre os usuários.
Quem sabe...
Cabe dizer que os custos das sacolas plásticas, assim como todo o demais funcionamento de qualquer supermercado, já vem embutido no valor das mercadorias.
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