A possibilidade de termos no Brasil a atuação de médicos formados em Cuba e em outros países, qualificados e avaliados, é uma das alternativas mais importantes que o país pode dispor, na perspectiva de não somente disponibilizar mais profissionais, mas também de mudar a cultura conservadora do trabalho em saúde e o modelo de atenção que infelicita o SUS e a população brasileira como um todo.
(*) Ex-presidente do Conselho Nacional de Saúde
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