Se eu fosse sociólogo, faria uma tese sobre uma característica essencialmente brasileira: a incompetência simpática.
O Rio de Janeiro resume este espírito. Nada funciona direito. Ninguém chega na hora. Tratos (comerciais ou pessoais) são desrespeitados.
A qualidade do serviço é das piores do planeta. Mas haverá sempre um meio sorriso nos lábios, um tapinha nas costas, uma tirada engraçada.
É bem diferente da eficiência antipática de outros povos. Nosso problema é a SIS (Síndrome da Incompetência Simpática), doença epidêmica.
A grande dúvida é escolher entre a Síndrome da Incompetência Simpática (SIS) e a Síndrome da Eficiência Antipática (SEA).
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