
No blog do Campana
Há caroço embaixo desse angu. A ação da polícia contra madeireiros de União da Vitória, onde o deputado da oposição Valdir Rossoni (foto) tem empresa no setor, foi, no mínimo, um exagero, ao colocar a ferros e algemas empresários da área.
Hoje há manifestação pública em União da Vitória, sob o lema “Preservação SIM, Algemas NÃO”. O encontro terá a presença do prefeito do município, Carlos Alberto Jung (Juco), empresários madeireiros da região e membros da população local e de municípios vizinhos e do próprio Valdir Rossoni.
O objetivo do ato público é mostrar as autoridades ambientais e estaduais, que os empresários da região estão em acordo com a legislação ambiental, são favoráveis a preservação da mata nativa e que os governos estadual e federal estão promovendo uma ação desproporcional ao tamanho do problema.
“Se há empresários derrubando Araucária ou cometendo crimes ambientais, identifiquem suas propriedades, mas não acusem toda uma população e nem promovam um movimento de desqualificação e amedrontamento da nossa gente”, destaca Rossoni, pedindo que os veículos de comunicação acompanhem a situação de perto e se aprofundem nas investigações.
O manifesto também é um ato de solidariedade ao empresário Domingos Forte Filho, detido na operação policial. “Lamento que o estado paranaense e autoridades nacionais coloquem sob suspeita um empresário sério, que emprega milhares de pessoas e trabalha dentro das mais rígidas normas ambientais”, diz Rossoni.
COMENTÁRIO: O ínclito deputado Rossoni, de maneira absolutamente aberta, solidária e desinteressada, prontamente dirigiu-se a União da Vitória para prestar seu apoio à causa madeireira.
Acredita o ínclito deputado, que não há sentido na ação enérgica dos órgãos ambientais, justo em uma região em que os empresários sempre se destacaram na defesa das matas e da natureza em geral com um ímpeto, eu diria, até primitivo.
A foto que ilustra esta postagem mostra a atuação destes valentes defensores das matas fotografados no decorrer de sua faina diária destinada ao descarte de materiais inservíveis que - certamente - estariam maculando um santuário ecológico em General Carneiro (coincidentemente região sul do Paraná).
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