no blog do Campana
O secretario do Trabalho Nelson Garcia, tucano de bico vermelho, esta tranqüilo quanto a condenação do Tribunal de Contas da União (TCU) ao governo do Paraná para pagar R$ 17.812.403,10, valor atualizado, por irregularidade na aplicação de recursos recebidos do Ministério do Trabalho, pois foi durante a gestão do ex-secretario Padre Roque do PT e de seu diretor Emerson Nerone. Garcia, quando assumiu, rompeu o contrato e fez nova licitação.
Padre Roque e Nerone contrataram 195 funcionários terceirizados da empresa Rosch Administradora de Serviços de Informática Ltda, para a área de digitação nas agências dos municípios. O TCU identificou que 88 terceirizados trabalhavam em outras áreas. O pessoal fornecido pela Rosch era superior ao necessário para suprir o serviço e, portanto, os funcionários excedentes executavam outras funções. Alem do que a empresa não recolheu o FGTS e outros encargos sociais dos trabalhadores.
O Estado do Paraná tem 15 dias para pagar o valor aos cofres do Tesouro Nacional. Cabe recurso da decisão. O ministro André Luís de Carvalho foi o relator do processo.
COMENTÁRIO: A ROSCH no início do Governo Requião obteve uma série de vantagens em contratos com o governo de estado. Foi contratada inclusive pela Secretaria de Saúde para substituir o servidores que haviam saído após o rompimento do contrato com o Instituto Curitiba de Informática. Na época a turma da SESA conseguiu se agilizar e aprovar a realização de concurso para substituir também a ROSCH.
A iniciativa foi seguida de rosnados e dentes à mostra vindos da Casa Civil. Consta que o titular de então tinha até uma pasta em separado que ficava sobre a mesa para tratar dos temas relacionados aos prestimosos executivos da Rosch.
O humilde concurso da SESA acabou por atrapalhar os - digamos assim - encaminhamentos usuais…
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