No Brasil, mais de 600 mil professores da educação básica não possuem formação superior ou lecionam disciplinas diferentes da área de formação. Para minimizar a questão, o governo federal elaborou o Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica. O plano formará 330 mil professores e prevê cursos à distância. Mesmo os cursos presenciais terão duração inferior comparada aos cursos de licenciatura do país.
Um curso presencial de licenciatura dura, no mínimo, quatro anos e tem carga horária de 3.6 mil horas. Já o plano, que terá cursos presenciais e à distância, não prevê cursos com mais do que 2.8 mil horas de aula de formação. Os cursos serão oferecidos por instituições de educação superior e pela Universidade Aberta do Brasil (UAB), à distância.
A integrante da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Jussara Dutra, afirma que o ideal seria a formação presencial do professor que não teve a chance de passar por nenhuma faculdade.
“Nós achamos que a formação inicial deva ser presencial. Porque nós percebemos que essa formação à distância tem sido adotada apenas para a Educação. Não se ouve notícias de que haja engenheiros, advogados, médicos formados à distância. Então, se não é bom para esses outros profissionais, provavelmente também não seja bom para os educadores.”
As secretarias de Educação dos estados do Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo não assinaram o plano. Para Jussara, o fato foi orientado pelos governos dos estados, envolvidos com projetos eleitorais.
De São Paulo, da Radioagência NP, Aline Scarso.
Um curso presencial de licenciatura dura, no mínimo, quatro anos e tem carga horária de 3.6 mil horas. Já o plano, que terá cursos presenciais e à distância, não prevê cursos com mais do que 2.8 mil horas de aula de formação. Os cursos serão oferecidos por instituições de educação superior e pela Universidade Aberta do Brasil (UAB), à distância.
A integrante da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Jussara Dutra, afirma que o ideal seria a formação presencial do professor que não teve a chance de passar por nenhuma faculdade.
“Nós achamos que a formação inicial deva ser presencial. Porque nós percebemos que essa formação à distância tem sido adotada apenas para a Educação. Não se ouve notícias de que haja engenheiros, advogados, médicos formados à distância. Então, se não é bom para esses outros profissionais, provavelmente também não seja bom para os educadores.”
As secretarias de Educação dos estados do Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo não assinaram o plano. Para Jussara, o fato foi orientado pelos governos dos estados, envolvidos com projetos eleitorais.
De São Paulo, da Radioagência NP, Aline Scarso.
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