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O procurador regional eleitoral do Paraná, Néviton Guedes, deve concluir na próxima semana o parecer apontando se houve ou não envolvimento do prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), no suposto caixa dois na campanha de reeleição do tucano. A denúncia foi feita pela Gazeta do Povo, no dia 21 de junho, com base num vídeo em que dissidentes do PRTB apareciam recebendo dinheiro em espécie – supostamente para pagar ações de apoio à candidatura de Richa. O procurador disse que já concluiu a investigação, que apura tão somente um possível envolvimento do prefeito, mas que ainda aguarda documentos da Polícia Federal para juntar no parecer. Ele não quis adiantar a conclusão sobre o caso. Se ficar comprovado participação de Richa, Guedes vai propor uma ação no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) . Se não houver indícios, o procurador pedirá o arquivamento e vai encaminhar a investigação para o Ministério Público apurar se existiu crime eleitoral, neste caso, sem o envolvimento do prefeito. O MP já iniciou uma verificação na prestação de contas de Richa, mas aguarda o parecer do procurador para seguir com a investigação.
O procurador regional eleitoral do Paraná, Néviton Guedes, deve concluir na próxima semana o parecer apontando se houve ou não envolvimento do prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), no suposto caixa dois na campanha de reeleição do tucano. A denúncia foi feita pela Gazeta do Povo, no dia 21 de junho, com base num vídeo em que dissidentes do PRTB apareciam recebendo dinheiro em espécie – supostamente para pagar ações de apoio à candidatura de Richa. O procurador disse que já concluiu a investigação, que apura tão somente um possível envolvimento do prefeito, mas que ainda aguarda documentos da Polícia Federal para juntar no parecer. Ele não quis adiantar a conclusão sobre o caso. Se ficar comprovado participação de Richa, Guedes vai propor uma ação no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) . Se não houver indícios, o procurador pedirá o arquivamento e vai encaminhar a investigação para o Ministério Público apurar se existiu crime eleitoral, neste caso, sem o envolvimento do prefeito. O MP já iniciou uma verificação na prestação de contas de Richa, mas aguarda o parecer do procurador para seguir com a investigação.
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