no Banco de Saúde reproduzindo a Reuters Health
Estudo feito pelo Centro para Prevenção e Controle de Doenças examinou o comportamento de 552 adultos com idade entre 19 e 90 anos na região das cidades de Seattle e Tacoma, nordeste dos Estados Unidos.
O estudo mostrou que 249 deles eram jogadores de videogame, dos quais 56% eram homens.
Além disso, o estudo constatou que os homens que jogavam videogame eram mais pesados e usavam mais a internet do que os outros homens.
As mulheres que jogavam videogame tinham maior grau de depressão e, no geral, sua saúde era pior do que a das não-jogadoras.
Os pesquisadores sugeriam que para os adultos o videogame pode ser uma forma de automedicação.
Para eles, as mulheres jogadoras se deixam absorver por atividades digitais e desligam a sua mente dos problemas reais, como uma forma de se distraírem da realidade.
Adultos que jogam videogame também podem ser menos extrovertidos do que os não-jogadores.
Os jogadores adultos recorrem mais à internet para relações sociais do que os não-jogadores, indicando que os adultos podem sacrificar atividades sociais do mundo real para jogar videogame.
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