no Noblat
Na inauguração da primeira fábrica de chips da América Latina, a estatal com fins lucrativos Ceitec, da área de microeletrônica, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência, exibiram nesta sexta-feira em Porto Alegre discurso afinado na defesa da presença forte do Estado na economia.
- O fracasso do sistema financeiro internacional fez ressurgir o Estado como único capaz de salvar a economia da crise - disse Lula, em discurso.
O presidente declarou que o governo não quer "estatizar por estatizar", mas não abrirá mão de mostrar que "tem bala na agulha" para forçar o empresariado a ser mais parceiro e competitivo.
Deu como exemplo a intenção de levar banda larga a todas as escolas públicas do país, com ou sem a participação da iniciativa privada.
- O governo vai assumir a responsabilidade de levar banda larga a todos os rincões. O governo quer trabalhar em parceria com as empresas, mas, se (elas) não quiserem, tenham certeza que o governo vai fazer - reiterou, defendendo que as companhias públicas sejam superavitárias: - Eu quero é lucro.
Leia mais em Lula e Dilma defendem Estado forte, proposta prevista no programa do PT para a candidata. DEM e PSDB criticam
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