Na tarde desta sexta, a cena no Pronto Socorro era a mesma relatada pela família do aposentado e os pacientes passavam pela mesma situação: filas enormes, demora no atendimento e falta de profissionais. Na fila, havia muita reclamação quanto a demora. No setor de emergência, até mesmo os corredores estavam lotados de pacientes. A unidade tem apenas quatro médicos para atender uma média de 300 pessoas por dia.
Ao lado do Pronto Socorro, o recém-inaugurado Hospital Municipal permanece com apenas cinco pessoas internadas. Pelo menos 60 leitos estariam vazios. A direção do hospital não quis gravar entrevista, mas informou que os equipamentos necessários ao pleno funcionamento da unidade estão chegando e que a situação estará normalizada no início de abril.
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