no blog do Noblat
A escolha de Agnelo Queiróz para candidato do PT à sucessão do ex-governador José Roberto Arruda facilitará o entendimento do partido com outros partidos que sempre foram seus aliados.
É o caso do PDT do senador Cristovam Buarque, candidato à reeleição.
Se Agnelo tivesse perdido a prévia para o deputado Geraldo Magela, o PDT se veria tentado a disputar o governo do Distrito Federal em aliança com o PSB, o PV e até o PMDB.
Cristovam e Magela não se bicam.
O PSB ensaiava a candidatura ao governo do deputado Rodrigo Rolemberg.
Tem uma chapa dos sonhos na cabeça dos principais líderes do PT em Brasília: Agnelo para governador, Rolemberg para vice e Cristovam para senador.
Ou esses partidos se unem ou de fato a eleição será um passeio para o ex-governador Joaquim Roriz, candidato pelo PSC a governar o Distrito Federal pela quinta vez.
Roriz lidera com folga as pesquisas de intenção de voto.
Oferece seu palanque para o candidato à vaga de Lula pelo PSDB, José Serra.
Mas Roriz tem dois problemas por enquanto: o pouco tempo de propaganda eleitoral no rádio e na televisão e o que possa ser apurado contra ele no rastro do escândalo responsável pela queda de Arruda.
A biografia de Roriz é parecida com uma extensa folha corrida.
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