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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Cotistas de escolas públicas lideram aprovações na UEPG


no Diário dos Campos

A Comissão de Acompanhamento e Avaliação da Implementação da Política de Cotas da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) está finalizando estudo do comportamento de todos os alunos que ingressaram na instituição em 2007 – primeiro ano em que houve a inclusão de acadêmicos através do sistema de cotas universal, oriundos de escolas públicas e negros provenientes de escolas públicas.
O resultado da pesquisa realizada apontou resultado que, para muitos, pode ser surpreendente. O índice de aprovação no primeiro ano do curso foi equivalente ou superior aos verificados na cota universal. Através dos dois processos seletivos realizados em 2006 para ingresso em 2007, foram matriculados 1.698 acadêmicos, sendo 87 na cota de negros; 464 na cota de escola pública e 1.147 na cota universal.
Deste total, no que se refere à cota universal, 65,56% (752 acadêmicos) conseguiram aprovação no primeiro ano; 21,80% (250) ficaram retidos com mais de duas dependências; 11,86% (136) desistiram antes de finalizar o ano e 0,78% (9) foram transferidos.
Quando o resultado se refere ao sistema de cotas de negros oriundos de escolas públicas, o estudo aponta que 65,52% (57) foram aprovados no primeiro ano; 29,89% (26) ficaram retidos; 4,6% desistiram (4) e nenhum foi transferido.
Já na cota dos oriundos de escolas públicas, o percentual de aprovados subiu para 79,09% (367), resultando em 18,32% (85) de retenção. 2,16% (10 alunos) desistiram e 0,43% (2) foram transferidos ao longo do primeiro ano.
O estudo também contemplou, separadamente, os setores de conhecimento. No setor de Ciências Exatas e Naturais, por exemplo, foram matriculados 14 pela cota de negros, 82 pela de escolas públicas e 144 através da cota universal. As aprovações contemplaram 4 negros, 47 da escola pública e 70 da universal; contra 8 negros, 32 da escola pública e 51 da universal retidos.

2 comentários:

  1. Você é uma anta...defender as cotas pra negros é algo completamente racista e discriminatório...embora eu concorde que os negros não tem condições de competir com os brancos(As cotas são a prova disso), eu creio que deixando negros entrarem na universidade apenas estamos abaixando o nível da mesma afinal você está tirando a vaga de um candidato branco que é superior ao negro apenas por causa da pele dele...só uma anta defenderia algo assim.

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  2. Prezado Anônimo,
    Se defender as práticas que visam equidade é ser "anta", então eu sou anta sim.
    Anta que sou, fiquei preocupado com você, caro anônimo, acredito que você deveria procurar rapidinho algum apoio na área da psiquiatria e da psicopedagogia.
    Afinal, está muito nítido que você tem uma dificuldade patológica manifesta no parco entendimento de textos... Afinal, TUDO que está escrito no post que você criticou, desmente linearmente e frontalmente todas as suas colocações eivadas de ranço racista e preconceituoso.
    Leia o post novamente com atenção, faça um esforço, eu acredito que você vai conseguir.
    Vou te ajudar destacando um trecho bem pequeno: O índice de aprovação no primeiro ano do curso foi equivalente ou superior aos verificados na cota universal.
    EQUIVALENTE OU SUPERIOR ao de "brancos" como você que se acreditam superiores, mas não passam de preconceituosos, ignorantes e prepotentes.
    Se para você, "ser anta" é uma coisa ruim, então eu sou anta sim, com muito orgulho.
    Fico me perguntando qual será a SUA classificação zoológica... Talvez um mamífero perissodáctilo, do tipo Equus africanus asinus...
    Desejo que você seja feliz em sua imensa pradaria.

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