Páginas

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

TJ-PR: com todo respeito, o caso é de interdição por motivos de ordem mental


Helisul vence licitação de jato; TJ agora quer helicóptero


A Helisul Táxi Aéreo venceu ontem a licitação do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ) para contratar a fornecedora de um jatinho para locação. O preço ofertado pela empresa foi de R$ 16,90 por quilômetro voado — o teto era de R$ 16,917. Como o edital prevê a utilização de no máximo 35 mil quilômetros de voo por ano, o custo anual aos cofres públicos poderá chegar a R$ 591,5 mil.
A concorrência está sob análise da Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que determinou a abertura de um procedimento para apurar os motivos da licitação. Uma das razões alegadas pelo CNJ é que, no dia 13 de junho, a entidade doou um avião bimotor ao Judiciário paranaense, que havia sido apreendido do tráfico de drogas. “É só ir ao Fórum Cível da capital para ver a dificuldade de trabalho, a falta de servidores, de equipamentos”, criticou o conselheiro do CNJ Jefferson Kravchychyn, para quem a licitação é um gasto desnecessário.
Já o presidente do TJ, desembargador Miguel Kfouri Neto, voltou a defender a contratação de horas-voo pelo tribunal, alegando que a medida é necessária para casos emergenciais. Ele foi além e revelou que, nas próximas semanas, irá abrir uma licitação para contratação eventual de um helicóptero. “O TJ precisa entrar na era da modernidade. O Judiciário de São Paulo já usa um helicóptero”, afirmou.


Nenhum comentário:

Postar um comentário