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terça-feira, 9 de outubro de 2012

Aula expressa de História da Justiça no Brasil


no Conversa Afiada

Como disse o Conversa Afiada Thomas Jefferson é o Supremo herói da elite brasileira.

Eles se merecem.

A mais desinibida manifestação de apreço e admiração por Jefferson se percebeu no ministro Marco Aurelio (Collor de) Mello.

Aquele que transforma o “l” final em “o”.

Ele jamais foi tão histriônico quanto nesse momento de máximo IBOPE: ” Congresso Nacional”, disse em inflexão dramática.

A certa altura, de histórico voto, (Collor de ) Mello disse que Thomas Jefferson acabou por prestar um grande serviço ao país.

(Collor de) Mello esclareceu que não usa o co-reu Jefferson como testemunha, mas como elemento “pedagógico”.

Aí, amigo navegante, chegamos ao ponto mais Alto da Suprema Jurisprudência: o depoimento de um co-reu é “pedagógico”.

Vale tudo ?

Não!

Para a reeleição do Fernando Henrique, a Privataria, a Lista de Furnas e o mensalão do PSDB – para esses, nada disso vale.

(Collor de ) Mello citou mais o Jefferson do que a Lo Prete.

Quando a narrativa chega a Portugal e a Marcos Valério, como sempre, a narrativa se interrompe.

Para não esbarrar em Daniel Dantas.

O Conversa Afiada solenemente sugere à ANJ erigir estátua em homenagem a Roberto Jefferson.

E instala-la no laguinho em frente ao Supremo.

O PiG (*) deve mais a ele do que a Roberto Marinho.

Viva o Brasil !

Paulo Henrique Amorim

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