Eleitores curitibanos: não vamos entregar a cidade aos ratos e à imundice econômica que os alimenta
Texto do RAFAEL GRECA, distribuído no 1º turno das eleições
Curitiba sofre pela infestação de ratos. Uma invasão sem prévias na história. Os ratos saem dos “anais” políticos, do bueiro das pesquisas eleitorais, do esgoto das instituições do Legislativo e do Executivo Ordinário, da “Massa” circense que se apresenta com retórica nada inovadora, sustentada pela repetição transfigurada da era Collor.
Os ratos invadiram a cidade. Tomam banho como porcos no lamaçal de cachoeira Delta, numa linha alviverde de trânsito, estagnada pela falta de planejamento, pelos excessos de motoristas revoltados e pelos recursos destinados para outros fins impróprios. Os ratos da miscigenada Curitiba são alimentados pelo dinheiro dos impostos, por coligações espúrias e por empresários “pedagiados” no Paraná. Sedentos para roer a cidade como um queijo suíço vomitam programas eleitorais tecnicamente perfeitos na forma, mas vazios de ideologia, de conteúdo substancial e de propostas práticas.
Trabalham sorrateiramente poluindo o visual da cidade com publicidade exacerbada, propagandas psicodélicas, coloridas, quase infantis e retratos produzidos em estúdios fotográficos. Os ratos passeiam pela cidade em cima de cavales políticos.
Meus caros, Curitiba virou um circo de ratos e falsos Chacrinhas. Eleitores curitibanos: não vamos entregar a cidade aos ratos e à imundice econômica que os alimenta com contratos vitalícios de terceirização dos espaços públicos e de acordos ilícitos que leiloam a nossa amada Curitiba na Bolsa de Valores de São Paulo. Chamemos, urgentemente, Flautista de Hamelin para hipnotizar esses roedores e espantá-los para longe dos limites de Curitiba e do Brasil.
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