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sexta-feira, 29 de março de 2013

Ainda o caso UTI: Desespero? Advogado tenta intimidar as famílias

O advogado da Dra Virgínia Soares de Souza, que atende pelo nome de Elias Mattar Assad (provavelmente apavorado com o grande numero de pessoas que deixou o receio de lado e - enfim - compareceu para prestar depoimento sobre os estranhíssimos e singularíssimos acontecimentos ocorridos dentro da antiga UTI do Hospital Evangélico) saiu a campo com o propósito explicito de partir para a intimidação.
 

Olha o que diz a matéria da Gazeta do Povo:

"Segundo o criminalista , as famílias que deram queixa na polícia poderão responder na Justiça. O advogado afirma que elas não teriam como provar que seus parentes foram mortos intencionalmente por Virgínia. 'As pessoas não sabem como funciona uma UTI. Tudo o que é feito lá dentro é com base na ciência médica. Ali é o limite entre a vida e a morte', disse o advogado."

Um comentário:

  1. Sabemos que o advogado deve utilizar todos as possibilidades que a lei permite, inclusive de interpretação das próprias leis, para defender seu cliente. Entretanto parece que o profissional citado tem se esmerado em tomar atitudes, digamos, não muito ortodoxas. A OAB deveria se manifestar sobre as condutas, se corretas, fazer o que? Se incorretas...

    Em tempo: o uso do substantivo Doutora para a Sra Virgínia parece incorreto a não ser que o mesmo se refira ao campo do teatro. Aqui recorro ao Aurélio, que diz "Doutor: Personagem-tipo da commedia dell’arte, que representa um membro de qualquer profissão satirizada, em especial a medicina e a advocacia". Não é o caso da medicina, talvez da médica, ao que tudo indica.

    Antonio

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