Hoje a tarde ocorreu um encontro de Capacitação de Conselheiros de Saúde de Curitiba.
Um repórter da Rede Massa apareceu por lá na moral, praticamente invadindo o evento tentando a qualquer custo entrevistar o secretário de saúde que, diga-se de passagem, estava cumprindo agenda em outro local.
Foi avisado que não poderia estar lá, que existe um protocolo a ser seguido, que tem uma assessoria de imprensa que tenta organizar as coisas de forma até mesmo a garantir a atuação dos (bons) profissionais de imprensa.
Falou grosso, disse que a equipe estava blindando o secretário e conversou em suposto "off" com um dos superintendentes.
Coisa de moleque, manteve a câmara rodando e o microfone ligado. Tipo assim "pegadinha".
Chamei a atenção do moço por conta dele ter abusado da confiança do superintendente e ter usado um expediente pouco ético.
O mocinho subiu nas tamancas, perguntou quem eu achava que era para falar da falta de ética dele, virou bicho... mas não negou a molecagem (que, aliás, usou também com uma outra assessora no mesmo evento).
O episódio desagradável serve para medir a temperatura e mostra claramente como estão os ânimos nas hostes dos murídeos, dos priápricos e dos samurais venais (e seus vassalos enfurecidos) com vistas a eleição do ano que vem.
Bateu o desespero, estão vendo a viola em cacos, partiram para cima e a ética... bem, a ética... sei lá, ficou bem lá atrás em alguma carga desviada de caminhão ou algum exame fajuto de DNA.
Perguntem ao Xaropinho.
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