via SindSaude
A morte de uma costureira de 62 anos, em Londrina, trouxe à tona a dificuldade enfrentada por profissionais e pacientes dos dois hospitais da Sesa na cidade.
Depois de procurar atendimento por uma queda de pressão, a mulher foi liberada devido à falta de médicos, situação rotineira tanto no Hospital Zona Norte como no Hospital Zona Sul. A constante ausência de plantonistas motivou o Ministério Público a mover uma ação civil para reverter esse quadro.
Revoltada com a situação, a população parou uma importante via de Londrina para exigir que o governo e o Cismepar - Consórcio Intermunicipal de Saúde -, responsáveis pela contratação dos médicos, solucionem o problema.
Falta tudo - A escassez de médicos não é o único problema dos hospitais de Londrina. Faltam profissionais de todas as áreas. Na farmácia, o problema é gritante. Assim como na cozinha, na copa, na recepção, pra não falar na enfermagem.
Além de expor a saúde dos trabalhadores, essa realidade coloca em risco os seus registros profissionais. O primitivismo com que alguns procedimentos são realizados no hospital é assustador.
O que fazer? - O SindSaúde está acionando o MP, a Sesa e os Conselhos de Classe informando do problema. A tentativa é evitar que, caso algo aconteça, a corda não arrebente do lado mais fraco - os trabalhadores.
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