no The Economist
via Tales S Lacerda @taleslacerda
Diferenças surpreendentes no número de funcionários públicos entre os membros da OCDE
Nas ultimas décadas muitos países têm tentado reverter o Leviatã, o Estado em expansão. Um olhar sobre a proporção de trabalhadores do governo - de forma direta ou através de "empresas públicas" - com relação ao total de trabalhadores, revela diferenças dramáticas.
Na Noruega e na Dinamarca , a proporção de pessoas empregadas pelo setor público é até mais do que o dobro do que na Alemanha e Espanha.
Na maioria dos casos, os países da Europa Ocidental tendem a colocar os funcionários públicos diretamente na folha de pagamento. No leste, um legado do comunismo é o enorme número de pessoas empregadas em empresas públicas: na Polônia e na República Checa mais pessoas recebem o seu contracheque destas entidades do que diretamente do estado.
Entre 2001 e 2011 a proporção de funcionários públicos caiu na maioria dos países, mas não na Grã-Bretanha e Canadá, dois países que são comumente associados com a redução da influência do estado sobre a economia.
Na América (não listados por falta de dados), a participação dos trabalhadores governamentais é de 15%, valor um pouco abaixo da média da OCDE.

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