Aos 41 anos, o conselheiro afastado, Fábio Camargo, quer se aposentar. Ele já deu início ao processo. Nesta semana, solicitou junto à Assembleia Legislativa documentos que comprovem que foi deputado por sete anos. Na ânsia de ser conselheiro vitalício do Tribunal de Contas, gastou tudo o que tinha, mas não levou. E, agora, está jogando a toalha.
Fábio Camargo já era. E o Ezequias "da sogra" Moreira, ainda é?
O protocolo da Assembleia Legislativa do Paraná recebeu um pedido diferente nesta semana: a separação de todos os documentos que comprovem que Fábio Camargo ocupou uma cadeira de deputado. Então, façamos as contas:
- Tempo de deputado: sete anos;
- Vereador: dois anos;
- Funcionário nomeado pelo pai no Tribunal de Justiça: 10 anos;
- Advogado brilhante de nenhuma causa: 5 anos.
Somando tudo, acho que dá...
É a contagem de tempo para requerer a aposentadoria. Sinal de que ele jogou a tolha e deu como perdida a batalha jurídica para permanecer como conselheiro. Para quem fez o que fez, comprou quem comprou, humilhou quem humilhou, só resta mesmo vestir o pijama e sair de cena pela porta dos fundos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário