Crítica ao modelo de financiamento do Sistema Único de Saúde, em reunião do Conselho Nacional de Secretários de Saúde
na Gazeta de Alagoas
Os secretários de Saúde de São Paulo, Roberto Barradas e do Rio Grande do Sul, Osmar Terra, não pouparam criticas, durante Assembléia do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), ao modelo de financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS), que na avaliação dos gestores “é impraticável”. “O pior nisso tudo é que os secretários muitas vezes são acusados de incompetência”, ironizou Terra.
O argumento desses secretários em relação ao orçamento do Governo Federal foi seguido por outros estados como Alagoas, Minas Gerais e Sergipe. “Está evidenciado a necessidade de mais recursos para a Saúde, porque da forma que está é insustentável e deixa a população desassistida”, esbravejou Terra, pedindo, inclusive, o empenho do presidente Lula.
Ainda na reunião do Conass, os secretários de Saúde engrossaram seus argumentos fazendo comparativos entre Brasil e México, que vivem situação semelhante na assistência à Saúde. Eles apontaram que o governo daquele país está pedindo 2% a mais para a Saúde, enquanto no Brasil, haveria a necessidade de reajustar em pelo menos de 0,1% o orçamento.
Na avaliação do Conselho de Secretários de Saúde, o empenho da Central Única dos Trabalhadores e da Força Sindical poderia fortalecer o processo de mobilização para garantir mais recursos e sensibilizar sobre a Contribuição Social da Saúde (CSS), principalmente Governo Federal, Câmara dos Deputados e Senado.
“Nossa luta é em defesa da vida, mas ela só terá resultados satisfatórios se todos estiverem conscientes da importância de garantir o financiamento necessário para melhorar serviços e ampliar a assistência à população”, defendeu o secretário da Saúde de Alagoas, Herbert Motta.
O argumento desses secretários em relação ao orçamento do Governo Federal foi seguido por outros estados como Alagoas, Minas Gerais e Sergipe. “Está evidenciado a necessidade de mais recursos para a Saúde, porque da forma que está é insustentável e deixa a população desassistida”, esbravejou Terra, pedindo, inclusive, o empenho do presidente Lula.
Ainda na reunião do Conass, os secretários de Saúde engrossaram seus argumentos fazendo comparativos entre Brasil e México, que vivem situação semelhante na assistência à Saúde. Eles apontaram que o governo daquele país está pedindo 2% a mais para a Saúde, enquanto no Brasil, haveria a necessidade de reajustar em pelo menos de 0,1% o orçamento.
Na avaliação do Conselho de Secretários de Saúde, o empenho da Central Única dos Trabalhadores e da Força Sindical poderia fortalecer o processo de mobilização para garantir mais recursos e sensibilizar sobre a Contribuição Social da Saúde (CSS), principalmente Governo Federal, Câmara dos Deputados e Senado.
“Nossa luta é em defesa da vida, mas ela só terá resultados satisfatórios se todos estiverem conscientes da importância de garantir o financiamento necessário para melhorar serviços e ampliar a assistência à população”, defendeu o secretário da Saúde de Alagoas, Herbert Motta.
COMENTÁRIO: Os dois secretários que atacaram "o modelo de financiamento do SUS", na realidade não devem ser assim tão "contra o modelo", mas pretenderam dizer "queremos mais dinheiro".
O Mestre Gilson Carvalho tem uma frase lapidar: "A Saúde tem poucos recursos e usa mal".
Os secretários estaduais de saúde (em sua esmagadora maioria) deveriam se lembrar de outra frase lapidar que ensina: "Quem tem telhado de vidro..."
O Rio Grande do Sul, segundo os dados do SIOPS, aplica APENAS 6,53% do seu orçamento em saúde. Só para lembrar: o mínimo previsto na Constituição é 12%.
São Paulo tem um percentual maior, na faixa de 13%, só que estes 13% são conseguidos às custas de um crescimento astronômico da despesas com a privatização do SUS (via Organizações Sociais - que está fazendo água) que aumentaram pouco mais de 200% nos ultimos 4 anos e com artimanhas como lançar as despesas com o pagamento de inativos no total da EC 29.
Mais ou menos na linha do "faça como eu digo..."
O Mestre Gilson Carvalho tem uma frase lapidar: "A Saúde tem poucos recursos e usa mal".
Os secretários estaduais de saúde (em sua esmagadora maioria) deveriam se lembrar de outra frase lapidar que ensina: "Quem tem telhado de vidro..."
O Rio Grande do Sul, segundo os dados do SIOPS, aplica APENAS 6,53% do seu orçamento em saúde. Só para lembrar: o mínimo previsto na Constituição é 12%.
São Paulo tem um percentual maior, na faixa de 13%, só que estes 13% são conseguidos às custas de um crescimento astronômico da despesas com a privatização do SUS (via Organizações Sociais - que está fazendo água) que aumentaram pouco mais de 200% nos ultimos 4 anos e com artimanhas como lançar as despesas com o pagamento de inativos no total da EC 29.
Mais ou menos na linha do "faça como eu digo..."
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