O Guarujá já foi o point da aristocracia e do new money de São Paulo.
Era mais chic ficar na praia de Pernambuco, no Hotel Jequitimar – antes de o Silvio Santo comprar – do que no Pierre, de Nova York (onde o Maluf gosta de ficar).
Há até um Morro do Maluf – o próprio.
Quem era chic em São Paulo tinha que descer a serra no fim de semana de verão para ir ao Guarujá.
Com o tempo, uma explosão imobiliária transformou a avenida litorânea num sólido aglomerado como a arcada superior do Serra.
Aos poucos, Guarujá se tornou um dos points da criminalidade em São Paulo, como em toda a Baixada Santista.
Se o incauto veranista ficar preso num engarrafamento na estrada, é melhor rezar.
E agora, tem esse pequeno problema da diarreia.
Coisa à toa.
Quinze anos de governos tucanos conseguiram destruir o Guarujá.
Não tem problema.
Agora, os ricos e o new money vão para Laranjeiras, a que só se tem acesso de helicóptero.
É assim que os tucanos preferem viver em São Paulo: de helicóptero.
Olhar o Jardim Romano lá de cima, do helicóptero do Datena.
Como o Ministro serrista Nelson Jobim, o que vazou a “crise”, para criá-la.
Serra passou o fim de ano em Laranjeiras em companhia edificante.
Paulo Henrique Amorim
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