Folclore, meias verdades, mentiras e especulações rondam a figura de um mandatário tão conhecido como um presidente da República, rei ou primeiro-ministro em qualquer lugar do mundo. Não seria diferente com um operário cuja interessante trajetória de vida o levou a sair de uma fábrica e comandar 200 milhões de brasileiros em menos de 30 anos.
Luiz Inácio Lula da Silva virou um mito político – só os livros de História hão de mostrar se mais pela trajetória ou mais pela gestão. O fato é que Lula diferenciou-se e há muito o país não consuma uma aprovação tão alta a um chefe de nação. Na quarta-feira, Lula faz aniversário. E esta comemoração é diferente. Estará a 64 dias de deixar o poder máximo do país depois de oito anos de mandato.
Por tudo isso, abaixo a coluna publica algumas revelações, algo sobre o político, muito sobre o Luiz:
- Lula recebe de 6 mil a 8 mil cartas por mês, com críticas, sugestões, mas a maioria de elogios. Todas elas são respondidas por uma equipe de assessores especiais. E todas elas guardadas. O presidente também recebe, por Correios, muitos presentes: artesanatos, terços e santinhos.
- Embora não frequente igrejas, ele é muito religioso e ora todos os dias.
- Até o fim deste ano, Lula vai à Basílica de Aparecida, em São Paulo, para agradecer pelos oito anos de gestão. Ele cumprirá uma promessa.
- Lula tem uma relação de amor pela África. Ele acha que o Brasil tem um imenso e impagável débito com o Continente. E depois de deixar a Presidência, continuará a visitar os países.
- Será criado o Instituto Lula da Silva, em São Paulo. É através dele, bancado por empresas, que o futuro ex-presidente fará sua agenda internacional de visitas, conferências, voluntarismo, aqui e no exterior.
- Quem deu a ideia de terceiro mandato foi o amigo e deputado federal Devanir Ribeiro, do PT paulista. Lula disse “não quero saber disso”, mas a história se espalhou.
- Dia 14 de dezembro, no Palácio do Planalto, o presidente Lula fará um balanção de suas duas gestões.
- Lula está assustado com o avanço do crack no país, que atinge mais aos pobres e interiorizou-se. O presidente quer o compromisso de quem sucedê-lo de que vai combater a droga com políticas públicas na Saúde aliadas a outras áreas.
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