O Planalto aposta no crescimento econômico para garantir mais recursos para a Saúde. A orientação é aprovar, no Senado, o texto da Câmara, excluindo os recursos do Fundeb da base de cálculo dos percentuais a serem aplicados em Saúde (estados, 12%; municípios, 15%), o que reduz o investimento obrigatório.
O Planalto não queria votar, mas foi emparedado por sua própria base no Congresso. A emenda representa um gasto adicional de R$10 bilhões para a União em 2012.
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