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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Em periodo de 7 anos, 7.526 crianças menores de um ano de idade morreram no Rio Grande do Norte por "causas evitáveis"


Levantamento da Sesap aponta mais de 7.500 mortes de recém-nascidos em sete anos



Rafael Barbosa - Repórter no Tribuna do Norte - RN (sugestão Francisco Junior)
Durante um período de sete anos - entre 2000 e 2007 - 7.526 crianças menores de um ano de idade morreram no Rio Grande do Norte. Segundo o Ministério Público, 76% das mortes ocorreram por "causas evitáveis", a maioria relacionada à falta de atenção adequada à mulher durante a gestação, no parto e também ao feto e ao bebê. 

O RN também apresenta números preocupantes para a mortalidade materna, que subiu nos últimos quatro anos, estando muito acima da taxa recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para países em desenvolvimento (20 óbitos maternos para cada 100 mil nascidos vivos).

Natal, Caicó, Ceará-Mirim, Currais Novos, Macaíba, Mossoró, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, e Pau dos Ferros, municípios considerados prioritários no nosso Estado, são responsáveis por 50% dos óbitos de crianças. A capital potiguar aparece em primeiro lugar, com 2.058 óbitos de 2000 a 2007, seguida de Mossoró, com 716.

Um fator que contribui para os altos números de morte de mães e recém-nascidos no RN é a falta de estrutura para os cuidados com a gravidez e a realização do parto. A escassez de maternidades faz com que mulheres que deveriam ser atendidas em outras cidades sejam encaminhadas para Natal, através de pactos que implicam no repasse de verba referente aos cuidados médicos. Em uma pesquisa realizada no Sistema de Programação Pactuada e Integrada da Sesap/RN - Sisppi, foi constatado que a capital pactuou com cidades do interior a realização 2.599  procedimentos de obstetrícia clínica, quando não consegue atender nem à demanda interna.

Com base nos dados, a promotora de Saúde Kalina Correia Filgueira  recomendou à Secretaria de Saúde de Natal que não permita a realização de partos encaminhados por outros municípios, antes que seja resolvida a atual situação das maternidades da cidade, visando atender os parâmetros estabelecidos pelo Ministério da Saúde. A secretária Perpétuo Socorro Nogueira, responsável pela pasta, tem 30 dias para informar ao MP as medidas adotadas para o cumprimento da recomendação.

Um comentário:

  1. Mário, desculpe invadir uma postagem interessante sua, mas o assunto abaixo é de suma importância:
    http://tatuiradeitaara.blogspot.com/

    Ninguém me contou: aconteceu comigo. Achei baratissimo este peixe. Descongelei e o primeiro dissabor: 50% era água. Como não posso comer frito, coloquei num refratário e assei ao forno: Além de diminuir mais ainda, começaram a sair os tais, filetes branquinhos. Lembrei das corvinas que têm que ser evisceradas logo após a sua captura pois senão as larvas dos vermes se "escondem" em sua carne. Não comemos! Quanto à água, o processo é o seguinte: Todos os peixes que vêm em sacos herméticos, primeiro é feito uma despressurisação e logos após uma substituição do vácuo com água. Nas embalagens de "caixinha" existe água, mas o processo não altera significativamente sua estrutura: Molha-se o peixe e congela-se quase instantaneamente.
    Pelo sim pelo não, prefiro pescar em açudes conhecidos, sem plantações por perto e em campos para criação de gado. Pescaria em supermercados só espécies conhecidas e resfriadas, pois podemos conferir sua qualidade. Quem me garante que os filés não foram feitos de peixes cuja validade já venceram?
    >>>>>>>>>>>>>>>>>
    Repassem, compartilhem, alertem. Comuniquem seus familiares para termos mais segurança alimentar!
    >>>>>>>>>>>>>>>> do Portal Luis Nassif
    INFORMAÇÃO URGENTE !
    PEIXE PANGA



    Pelo sim pelo não, comer peixe criado em cativeiro no Vietnan e que chega aqui mais barato que o pescado nacional...
    Existem muitas mensagens sobre o assunto na internet, algumas tentando desmentir com argumentos ridículos.
    Panga, tô fora!


    ESTÁ À VENDA NA REDE BOM PREÇO,
    G. BARBOSA, HIPER IDEAL, EXTRA,
    REDE EPA MG, MART PLUS, CARREFOUR
    E OUTROS



    Caros,

    Em algumas oportunidades tive o desprazer de observar o malfadado peixe branco, sempre servido em self-services e/ou "à la carte." (Entre os restaurantes onde pode ser encontrado o "gourmet" o cliente faminto terá mais opção do se pensa em self-services)
    Em um self-service, tive a curiosidade de ver melhor o peixe no meu prato. Ao abrir a posta do peixe notei que a massa estava impregnada de filamentos.
    Encostei o prato, retirei guardanapo parte do peixe e levei para analise. Os filamentos, na verdade, eram vermes de até dois cm.
    Procurei me informar, lá mesmo no caixa, da origem do peixe e fui informado que se tratava de peixe asiático.
    Após análise da porção amostrada tirei minhas conclusões que são coincidentes com as informações prestadas: - peixe asiático de água doce, proveniente de rios extremamente poluídos de excrementos, dejetos e toda sorte de poluição biológica, física e química devido, entre fatores diversos, à maciça ocupação de barcos que servem de vias e moradias que constituem aglomerados populacionais de pessoas carentes de serviços sanitários e salutares. Esse ambiente condiciona por si só o desenvolvimento e procriação de víveres adaptados a esse habitat degenerativo. O nível de poluição dessas águas é tamanha

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