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domingo, 11 de fevereiro de 2018

O SUS que a mídia insiste em ignorar! (Uma história comovente de solidariedade)

por Anna Maria De Andrade Sharp no FB - (dica Julia Del Valle Mañez) 


Ontem, dia 06/02/2018, os jornais noticiaram vários tiroteios e o fechamento das linhas amarela e vermelha na cidade do Rio de Janeiro.

Estas reportagens fizeram questão de mostrar os vários problemas de nossa cidade e a ineficiência do estado em cuidar do seu povo.

Neste mesmo dia, estavam internados no Instituto Nacional de Cardiologia dois pacientes, um de 12 e outra de 26 anos, que estavam em prioridade devido a gravidade de seus quadros.
No meio deste dia tão tumultuado surgiu a possibilidade de um transplante !

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Sistema Nacional de Transplantes do Brasil vai ser integrado ao DONASUR

O compromisso foi firmado durante a 37ª Reunião de Ministros da Saúde do Mercosul, realizada nesta quinta-feira (11), em Brasília (DF)

O acordo permitirá a integração do Sistema Nacional de Transplantes brasileiro ao banco de informações sobre órgãos do bloco, o Registro Mercosul de Doação e Transplante (DONASUR).

Com isso, será feito um esforço no sentido de incluir informações nacionais anteriores à criação do banco, em 2010, o que vai garantir uma análise mais ampla e completa da evolução dos transplantes no país e na região como um todo na última década.

O DONASUR é o registro oficial das atividades de doação e de transplante dos países do Mercosul – Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai, Venezuela, Bolívia (em processo de adesão) e Chile (associado) e outros três países da América do Sul (Colômbia, Equador e Peru). Os registros incluem três tipos de dados atualizados diretamente pelos países: número de doadores vivos, número de doadores falecidos e número de transplantes realizados. 

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Transplante histórico em Londrina envolve helicóptero, PM e mais de 120 profissionais

Menina de 6 anos foi a primeira criança a ser submetida a um transplante cardíaco pediátrico realizado na cidade

na Gazeta do Povo


Helicóptero, avião, 20 batedores da Polícia Militar para escolta de um órgão do Aeroporto de Londrina até a Santa Casa da cidade, mais de 120 pessoas envolvidas e apenas quatro horas para retirar um coração em Joinville (SC), trazê-lo a Londrina e, finalmente, salvar a vida da primeira criança a receber um transplante cardíaco na cidade. Duas horas e quarenta minutos depois da chegada do órgão à cidade, já batia no peito da menina, saudável, o resultado de toda a mobilização. A cirurgia ocorreu no dia 1.º de junho e foi um sucesso.

Quatro dias depois do transplante, um dos médicos da equipe de 11 profissionais que atuaram na cirurgia,Luiz Takeshi (foto) informa: “Ela está bem”. A equipe que participou do procedimento deu uma entrevista coletiva à imprensa nesta sexta-feira (5), no Hospital Infantil de Londrina.

terça-feira, 24 de março de 2015

Quatro médicos da "máfia dos transplantes" são condenados por retirada ilegal de órgãos

Cláudio Carneiro Fernandes recebeu a terceira condenação em primeira instância por retirada ilegal de órgãosRecord Minas

Três deles foram levados para o presídio de Poços de Caldas; dois já tinham outra condenação

no Portal R7


Quatro médicos apontados como integrantes de uma máfia de retirada de órgãos foram condenados nesta segunda-feira (23) em Poços de Caldas, no sul de Minas. Um anestesiologista foi absolvido e uma oftalmologista teve o processo extinto por excesso de prazo. Três deles foram levados para o presídio da cidade.

Eles eram acusados de retirar rins e córneas de um paciente morto há 14 anos sem o laudo de comprovação da morte cerebral. 

domingo, 21 de dezembro de 2014

Brasil tem maior sistema público de transplantes do mundo

SUS é responsável por 95% dos procedimentos realizados no Brasil. Lista para transplante de córnea foi zerada em seis estados


na Agência PT


País se tornou detentor do maior sistema público de transplantes de órgãos do planeta. De acordo com o Ministério da Saúde, entre 2001 e 2013, a quantidade deste tipo de procedimento mais que dobrou na rede pública, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo dados da pasta, foram realizados 10,9 mil transplantes no Brasil, em 2001. Em 2013, foram 23,4 mil cirurgias. Os transplantes mais realizados no País são os de rim, córnea, medula óssea e fígado.

Somente em 2013, foram 5,2 mil transplantes de rim, 13,7 mil de córnea, 2,1 mil de medula óssea e 1,7 mil de fígado.

O aumento dos transplantes é reflexo, também, do crescimento de doadores efetivos no Brasil. O total de doadores de órgãos passou de 1,8 mil, em 2010, para 2,5 mil, em 2013.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

56% das famílias brasileiras autorizam doação de órgãos

Dado inédito do Ministério da Saúde demonstra importância da família na hora da doação. Mais de 37 mil pessoas aguardam por um transplante no país.


O Ministério da Saúde quer aumentar a adesão das famílias brasileiras à doação de órgãos no país. Para tanto, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, lançou nesta quarta-feira (24), em Brasília, nova campanha publicitária de estímulo à doação, com foco na sensibilização das famílias sobre a importância da autorização para a retirada de órgãos, após a confirmação de óbito por uma equipe médica. Atualmente, 56% das famílias entrevistadas em situações de morte encefálica aceitam e autorizam a retirada de órgãos para a doação. Para o ministério, esse percentual pode ser ainda maior, permitindo a realização de mais transplantes.




domingo, 29 de setembro de 2013

Fila por transplante de córnea é zerada no Paraná


no Bem Paraná

O sistema brasileiro de transplantes alcançou nova marca. Balanço do Ministério da Saúde, apresentado nesta quarta-feira (25), mostra que quatro estados (Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo) e o Distrito Federal conseguiram acabar com a espera para a realização de transplante de córnea. Nesses locais, o tempo que o paciente aguarda pela cirurgia é praticamente nulo, já que a capacidade instalada dos serviços especializados e a quantidade de doações são suficientes para atender a demanda atual, sem que o paciente precise aguardar numa lista.

Juntos, os quatro estados e o Distrito Federal realizaram 3.967 cirurgias de córnea no primeiro semestre deste ano, o equivalente a 58% das cirurgias deste tipo realizadas no país (6.781, no total). Comparado com os primeiros seis meses de 2012, quando ocorreram 7.777 atendimentos, houve redução de 13%. Essa redução se deve à diminuição das listas de espera.

Os dados do Ministério revelam ainda que em outros sete estados (Acre, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Sergipe, Rio Grande do Norte, Mato Grosso e Minas Gerais) a espera por transplante de córnea foi reduzida com tendência a zerar as listas.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, mostrou que, além dos avanços nas cirurgias de córnea, os novos dados revelam o aumento de transplante de grande complexidade – crescimento de 35% nas cirurgias de coração e pulmão, entre os anos de 2010 e 2012, e de 12% para transplante de fígado, no mesmo período. “Em 2010, havia concentração dos serviços. Os dados do balanço mostram o acerto das medidas adotadas pelo Ministério, em parceira com os estados e municípios”, completou.

Ele destacou ainda a expansão dos serviços e a criação de incentivos financeiros para estimular a doação de órgão, acrescentando que desde 2011, o Ministério da Saúde tem adotado medidas para regionalizar a oferta de cirurgias nos estados que antes não contavam com serviços transplantadores, como no Norte e Nordeste.

ÓRGÃOS SÓLIDOS – O Brasil também aumentou o número de transplantes de órgãos sólidos (pulmão, coração, pâncreas, rim e fígado). No primeiro semestre de 2013, o Sistema Nacional de Transplantes (SNT) registrou um total de 3.842 cirurgias realizadas, o que representa aumento de 3,8% de crescimento em relação ao mesmo período de 2012 (3.703). Os transplantes de medula óssea também cresceram 13% na comparação do último ano. Foram 974 no primeiro semestre de 2013 contra 862 (primeiro semestre de 2012). No total, o Brasil realizou 11.569 até junho de 2013. 

Em termos percentuais, o transplante de pulmão teve aumento de 113%, chegando a 64 atendimentos no primeiro semestre de 2013 contra 30 cirurgias realizadas no mesmo período de 2012. Em segundo lugar, ficou o transplante conjugado de pâncreas e rim, que totalizou 65 neste ano, no período avaliado, correspondendo a 18% a mais do que em 2012. Logo depois, vem o transplante de coração, que fechou o primeiro semestre de 2013 com 124 atendimentos, contra 108 realizados em 2012, um incremento de 14,8%. Quanto aos transplantes de fígado, o Brasil realizou 860 cirurgias, crescimento de 7% os primeiros seis meses de 2013, contra 801 no mesmo período de 2012.

DOAÇÃO - O coordenador do Sistema Nacional de Transplantes (SNT), Heder Murari, acrescentou ainda que também houve um aumento expressivo da quantidade de doadores por milhão de habitantes (pmp). “Aumentamos o números de doadores e reduzimos a recusa das famílias, o que é o principal indicador do bom funcionamento do sistema de transplantes”, disse.

O Brasil levou mais de duas décadas para atingir 9,9 doadores por milhão de pessoas. Nos últimos três anos, esse número cresceu para 13,5 doadores (projeção para o ano) por milhão da população (1º semestre de 2013). A meta do SNT é chegar 15 pmp até 2014.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Juiz critica postura do CRM: Médicos condenados por tráfico de órgãos continuam trabalhando


Sentenciados a prisão por remoção irregular e comércio de material para transplantes, médicos seguem atendendo pacientes em Poços de Caldas. 



no EM


Apesar de condenados a penas que variam de 8 anos a 11 anos e meio de prisão, médicos condenados em primeira instância por tráfico de órgãos em Poços de Caldas continuavam ontem a atender normalmente pacientes em consultórios e na Santa Casa de Misericórdia da cidade do Sul de Minas. 


O hospital é  conveniado ao Sistema Único de Saúde e a sentença determina  expressamente que os réus se afastem do atendimento no SUS. Outros dois profissionais, que tiveram os crimes prescritos em decorrência de terem ultrapassado 70 anos – um deles inclusive acusado de homicídio doloso –, também operam e atendem sem qualquer constrangimento. O Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM-MG), que tem o poder de suspender preventivamente profissionais sob suspeita de conduta grave, preferiu não lançar mão dessa medida e ainda iniciará procedimento de investigação sobre o caso, ocorrido mais de uma década atrás.

Máfia dos Transplantes: Morte de testemunha desafia investigadores em Minas

Tratado como suicídio em apuração cheia de brechas, caso do Administrador hospitalar encontrado com um tiro na boca é reaberto por suspeita de queima de arquivo. Vítima sabia demais sobre rombo em hospital onde agiria máfia dos transplantes


no EM.com.br


Poços de Caldas – O escândalo provocado pela reabertura dos casos referentes ao que a Justiça considera a atuação de uma máfia de transplantes na Santa Casa de Misericórdia de Poços de Caldas, no Sul de Minas, pode ir muito além das denúncias de tráfico de órgãos, já suficientemente graves. 

No rastro de um rombo de R$ 10 milhões identificado nas contas do hospital – onde atuava o grupo de médicos acusado de remover irregularmente e comercializar vísceras e tecidos humanos –, a morte violenta do administrador da unidade de saúde, Carlos Henrique Marcondes, o Carlão, em 24 de abril de 2002, considerada pela Polícia Civil como suicídio, voltou a ser investigada no ano passado com suspeita de ser uma queima de arquivo. 

Máfia do Transplante em MG quer afastar juiz do caso

TJ-MG cancela audiências sobre tráfico de órgãos

Agência Estado


O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) suspendeu na terça-feira, 16, as audiências do processo sobre tráfico de órgãos em Poços de Caldas que ocorreriam nesta semana. Os advogados de dois médicos acusados de participar do esquema entraram com um recurso contra o juiz do caso - Narciso Alvarenga Monteiro de Castro -, alegando “exceção de suspeição” (falta de imparcialidade no processo). Os dois médicos que entraram com recurso contra o juiz, Celso Roberto Frasson Scafi e Cláudio Rogério Fernandes, já foram condenados em outro processo envolvendo tráfico de órgãos, em fevereiro passado.

sábado, 13 de abril de 2013

Leandro Fortes: Tucano Carlos Mosconi é acusado de tráfico de órgãos


Pela quarta vez consecutiva, Carlos Mosconi é presidente da Comissão de Saúde do Parlamento de Minas Gerais

por Leandro Fortes, em CartaCapital, sugestão de Julio Cesar Macedo Amorim no Vi o Mundo

Enquanto o Congresso Nacional é submetido a um constrangimento diário desde a eleição do deputado Marcos Feliciano (PSC-SP), pastor evangélico de discurso homofóbico e racista, para o comando da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, um caso semelhante na forma, mas muito mais grave no conteúdo, permanece escondido na Assembléia Legislativa de Minas Gerais.
Em 1˚ de fevereiro, o tucano Carlos Mosconi assumiu pela quarta vez consecutiva a presidência da Comissão de Saúde do Parlamento mineiro.
Médico de formação, Mosconi é idealizador da MG Sul Transplantes, ONG que servia de central clandestina de receptação e distribuição de órgãos humanos em Poços de Caldas, no sul do estado. Segundo uma investigação da Polícia Federal, Mosconi chegou a encomendar um rim para o amigo de um prefeito da cidade mineira de Campanha.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Defensoria Pública move ação para retomada de transplantes em hospital federal no Rio


via EBC


Rio de Janeiro – A Defensoria Pública da União (DPU) ingressou na Justiça Federal com ação civil pública contra a União cobrando a retomada do serviço de transplantes renais e hepáticos do Hospital Federal de Bonsucesso.“Entramos com a ação civil pública contra a União para que ela seja obrigada a recompor sua equipe de cirurgiões no prazo de 15 dias, sob pena de multa diária no valor de R$ 100 mil”, disse o defensor público Daniel Macedo.

Desde dezembro, o hospital deixou de prestar o atendimento por causa da saída de profissionais. A unidade responde por 70% dos transplantes renais do estado e é a única da rede pública a fazer esse tipo de cirurgia em crianças e adultos.

“É a situação mais grave que eu vi na saúde, porque são evidências de que crianças estão falecendo por conta desse sucateamento do Hospital Federal de Bonsucesso. O hospital fazia uma média [anual] de 150 cirurgias de transplantes renais e hepáticos, de 1999 para cá, e de uma hora para outra parou de fazer essas cirurgias. Têm crianças morrendo e outras que poderão falecer, se nada for feito.”

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Saúde e Facebook fazem parceria para incentivar doação de órgãos


A iniciativa permitirá a aproximação do brasileiro com as redes sociais e o Sistema Nacional de Transplantes

 
O Ministério da Saúde e o Facebook lançaram nesta segunda-feira (30) uma opção, dentro do perfil dos usuários, para incentivar a doação de órgãos. A funcionalidade tem a missão de agregar e cadastrar possíveis doadores, entre os mais de 40 milhões de usuários no Brasil.
 
Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a parceria entre Ministério e Facebook permitirá a aproximação do brasileiro com as redes sociais e o Sistema Nacional de Transplantes. “Esta ação permitirá criar mais um espaço para que qualquer cidadão possa compartilhar, com privacidade, entre familiares e amigos, sua decisão de ser doador de órgão”, destacou Padilha.
 
O Ministério da Saúde utiliza as redes sociais, desde 2009, para se aproximar cada vez mais da sociedade, esclarecendo dúvidas, recebendo sugestões e trabalhando para aprimorar o Sistema Único de Saúde (SUS).
 
DOAÇÃO - O Brasil bateu recorde ao registrar 13,6 doadores por milhão de população (PMP), meta prevista para 2013. No primeiro quadrimestre de 2012 foram realizados 7.993 transplantes. Um crescimento de 37% comparado ao mesmo período de 2011, quando foram notificados 5.842 transplantes.
 
 “Atingimos uma meta importante nesse primeiro quadrimestre. Vamos sustentar este aumento por meio de incentivos para ampliar o número de transplantes. Em abril, ampliamos em 30% o valor pago por transplante de rim, procedimento que tem uma demanda bastante expressiva. A parceria com esta rede social vai acelerar o número de transplantes”, ressaltou o ministro Alexandre Padilha.
 
NOVIDADE - O Facebook passará a ter entre suas funcionalidades na Linha do Tempo, a opção de o usuário expor seu desejo de doar órgãos. O objetivo é que o internauta adicione a informação de que é doador em sua linha do tempo e compartilhe sua história sobre quando, onde e porque decidiu se tornar um doador.
 
Assim como outros dados pessoais, o usuário também pode escolher com quem compartilhar a informação. Para isso, ele deve configurar o controle de privacidade. A informação sobre doação de órgãos poderá aparecer na linha do tempo e na descrição do perfil do usuário.
 
“Estamos felizes por oferecer essa ferramenta aos brasileiros. A missão do Facebook é simples: fazer o mundo mais aberto e conectado. E, acreditamos que, por simplesmente dizer às pessoas que você é um doador de órgãos, daremos um importante passo na conscientização a respeito desta causa tão importante”, explicou Alexandre Hohagen, Vice-Presidente do Facebook para a América Latina. “A rede social tem se tornado espaço para compartilhar experiências positivas. Agora a usaremos para sensibilizar as pessoas”, completou.
 
No final de abril deste ano, o Facebook disponibilizou a nova ferramenta para residentes dos Estados Unidos e Grã-Bretanha. No evento em que a funcionalidade foi anunciada, os representantes da rede social destacaram o empenho para encontrar formas de contribuir com a sociedade. Desde então, o Facebook introduziu a ferramenta em vários países e os números de registros nestes países têm aumentado significativamente.
 
Para ativar a funcionalidade, é preciso realizar os seguintes passos:    
  • Faça login na sua conta do Facebook e navegue para sua Linha do Tempo.
  • Clique em “Evento Cotidiano” na parte superior da sua Linha do tempo:
  • Selecione Saúde e bem-estar
  • Selecione Doador de órgãos
  • Selecione seu público e clique em Salvar

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Ministério da Saúde e Facebook anunciam parceria para incentivar doação de órgãos no Brasil


O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o vice-presidente do Facebook na América Latina, Alexandre Hohagen, lançam, na próxima segunda-feira (30), uma nova funcionalidade no perfil dos usuários do Facebook que pretende incentivar a doação de órgãos no país. Com esta parceria, o Ministério quer reforçar a importância da doação nas redes sociais. 

Durante a coletiva, Padilha também apresentará o balanço de doações e transplantes realizados no primeiro quadrimestre de 2012.


Acompanhe a transmissão ao vivo pelo Blog da Saúde

Web Rádio Saúde, NBR e pelos perfis de Doação de Órgãos no twitter @doeorgaos_MS e no Facebook.



Coletiva de lançamento de nova funcionalidade no Facebook para ampliar a doação de órgãos
Data: 30.07.2012
Horário: 14h30
Local: Hotel Nacional – Sala 01, Setor Hoteleiro Sul - Quadra 01 - Bloco A – Brasília (DF)


terça-feira, 17 de julho de 2012

Boa notícia! DOAÇÃO DE ÓRGÃOS NO FACEBOOK

no Panorama Político do Globo



O ministro Alexandre Padilha (Saúde) assina no dia 30 convênio com o presidente do Facebook para a América Latina. 

O portal passará a ter entre as funcionalidades que identificam os usuários no Brasil se ele deseja doar órgãos após sua morte. 

Há quatro meses essa informação está disponível nos Estados Unidos e o incremento da manifestação de desejo de doação pelos americanos cresceu em 40%.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Facebook quer conectar doadores de órgãos com receptores


O Facebook apresentou nesta terça-feira uma iniciativa para utilizar sua vasta rede social para ajudar a conectar os doadores de órgãos com pessoas que precisam de transplante. O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou a iniciativa e se converteu num dos primeiros usuários do Facebook a se inscrever como doador.
Zuckerberg disse que teve a ideia do programa depois de conversar sobre o tema com a namorada, que é estudante de medicina, e em função de sua amizade com o falecido cofundador da Apple, Steve Jobs, cuja vida se estendeu por um trasplante de fígado.
Na seção "saúde e bem estar" de sua linha do tempo, os usuários podem marcar sua condição de doadores de órgãos e explicar a decisão a seus amigos, num esforço para aumentar a consciência sobr a necessidade de doações.
Calcula-se que 18 pessoas morrem todos os dias por falta de órgãos disponíveis, segundo a Donate Life America, uma aliança sem fins lucrativos associada ao Facebook.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Ticket de Espera



recebi do meu amigo Helder Barbosa

sábado, 21 de abril de 2012

Na Espanha, recusa familiar (para doação de órgãos) é de apenas 15%

na FSP

Líder mundial em transplantes de órgãos, a Espanha investe num modelo profissional de captação e contato com as famílias de possíveis doadores.

Em 2011, apenas 15% das famílias se negaram a autorizar doações, o índice mais baixo do mundo.

A taxa de doadores chega a 35 por milhão de pessoas. É quase o dobro da União Europeia. Na América Latina é de apenas 7,2.

De acordo com a lei espanhola, qualquer paciente com morte cerebral, se não tiver se manifestado contrário, é um doador em potencial. A autorização dos familiares é dispensada.

O coordenador do serviço de transplantes renais da Universidade de Barcelona, Josep Maria Campis, explica que os bons resultados se devem ao fato de "contarmos com profissionais que se dedicam total ou parcialmente a doação."

Dados inéditos mostram que em 2011 casos de recusa dos parentes de possíveis doadores chegou a 48,5%

Pesquisa foi feita pela Associação Brasileira de Transplante de Órgãos(ABTO); SP não forneceu seus dados


na FSP


Quase a metade das famílias consultadas no ano passado não autorizou a doação de órgãos de parentes.

Dados inéditos da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO) apontam que das 1.915 famílias questionadas por equipes médicas, 929 -ou 48,5%- não autorizaram a doação.

Este é o primeiro ano em que a ABTO divulga o dado, com base na informação dos Estados. Antes, só eram informados quantos transplantes deixavam de ser feitos por negativa familiar, mas não o total de famílias ouvidas.

Segundo o presidente da associação, José Osmar Medina Pestana, a maioria das negativas ocorre por falta de conhecimento da família sobre a vontade do parente.

"Se a pessoa não fala nada, a família fica na dúvida e não autoriza", afirma.

No Brasil, não é preciso deixar a autorização por escrito, apenas informar aos parentes que é doador. As autorizações em documentos de identidade e carteiras de habilitação perderam validade.

Medina diz que as negativas causadas por descrença no diagnóstico de morte cerebral diminuíram. Também é raro, segundo ele, que as famílias não autorizem a doação por crenças religiosas.

Os Estados em que houve mais negativas familiares, proporcionalmente, foram Maranhão (86,8%) e Bahia (64,4%). A menor resistência familiar às doações foi registrada em Mato Grosso (25%).

São Paulo não informou o total de famílias entrevistadas no ano passado.

AUMENTO


O número de doadores no Brasil vem crescendo. Em 2011, foi 8% maior que em 2010 -2.048 doadores.

Menos de um terço (28%) das 7.238 notificações de potenciais doadores se tornaram doações. Em todo o país, houve 1.937 negativas.

Além da negativa familiar, outros motivos que impedem a doação são a contraindicação médica, casos de parada cardiorrespiratória e morte encefálica não confirmada e falta de infraestrutura.




sábado, 11 de fevereiro de 2012

Guia ajuda médico a dar más notícias para familiares






CLARISSA THOMÉ / RIO - O Estado de S.Paulo



Na última década, o Brasil dobrou o número de transplantes - alcançou 23.397 cirurgias em 2011. A abordagem das famílias de possíveis doadores, porém, ainda é tabu para os médicos. Para facilitar essa tarefa, a psicóloga Kátia Magalhães, coordenadora familiar do Programa Estadual de Transplantes do Rio de Janeiro, criou uma espécie de guia das más notícias - 12 passos que o profissional deve seguir para se comunicar melhor com o paciente e os familiares.


A ideia do protocolo surgiu em 2011, depois que Kátia participou do curso Comunicação de Notícias Difíceis, oferecido a profissionais de saúde peloInstituto Nacional do Câncer (Inca) e Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein.



Ali, ela tomou contato com o protocolo Spikes, método criado por médicos americanos, há dez anos, para nortear a comunicação de más notícias a pacientes com câncer.



Kátia, então, adaptou o guia americano de seis etapas para a realidade do transplante. E dobrou o número de "passos". "Muitos médicos se sentem incomodados em falar com os familiares de possíveis doadores. Eles entendem que já é um momento tão triste para a família que se sentem constrangidos de falar em doação. Mas as pesquisas depois do transplante revelam que para a família é como um conforto. Doar alivia o luto", afirma a psicóloga.



Cada família reage de uma forma diferente ao luto - algumas entram em um processo de negação, outras reagem violentamente; há ainda as que entram em apatia.



"Quanto mais capacitação tiver o profissional de saúde, mais ferramenta ele terá para lidar com o imponderável da situação. Não existe fórmula fechada para lidar com a comunicação da morte. A ideia dos 12 passos é ter um norte para seguir. Eles servirão de base para o profissional lidar com essa situação tão difícil."



As dicas parecem simples. Entre elas, usar linguajar acessível, evitar termos técnicos, certificar-se de que a família (ou o paciente) está entendendo o que ocorreu, observar as emoções da pessoa que está recebendo a notícia (mais informações nesta página). O trabalho foi apresentado no Congresso Brasileiro de Transplantes, em outubro, e no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), nesta semana.



Protocolo amplo. Para o chefe da Área de Desenvolvimento de Políticas de Humanização do Into, Sérgio Catão, o protocolo adaptado por Kátia não se aplica apenas à hora de abordar a família de um doador, mas em outros momentos difíceis.




"As más notícias são diversas, de acordo com a característica da unidade. Aqui no Into temos outras más notícias: a amputação, o tratamento que não deu certo, a infecção que prolonga a internação. A má notícia às vezes é mal veiculada, sobretudo pelo médico. Queremos encontrar um caminho para facilitar essa comunicação", afirmou.