por Dr. Wolfgang Wodarg, integrante alemão do Parlamento europeu, em seu blog
Com o objetivo de promover suas drogas patenteadas e as vacinas contra a gripe, companhias farmacêuticas influenciaram cientistas e agencias oficiais responsáveis pelos padrões públicos de saúde para alarmar governos em todo o mundo e fazer com que eles desperdiçassem recursos com estratégias ineficientes e expusessem desnecessariamente milhões de pessoas saudáveis ao risco de efeitos colaterais de vacinas insuficientemente testadas.
A campanha da "gripe aviária" (2005/06) combinada com a campanha da "gripe suína" parece ter causado um grande dano não somente aos pacientes vacinados mas aos orçamentos de saúde e à credibilidade de importantes agencias internacionais de saúde.
O Conselho da Europa e seus países-membros deve pedir investigações imediatas e cobrar consequências a nível nacional e internacional.
Além disso, programas de vacinação contra a gripe já estavam estabelecidos como rotina anual na maioria dos paises expostos. Eles regularmente levam em conta todas as variedades de vírus da gripe e juntam fragmentos de antígenos em uma vacina polivalente.
Mas depois dos casos do México, a OMS, em cooperação com alguns grandes laboratórios farmacêuticos e seus cientistas redefiniu o que é pandemia para tornar mais fácil adotar o alerta. Esse novo padrão forçou políticos na maioria dos países a reagir imediatamente e assinar compromissos de compra para vacinas adicionais contra a "gripe suína" e a gastar bilhões de dólares para se adequar ao cenário alarmante que a indústria, a mídia e a OMS estavam espalhando.
Desde o início, em abril de 2009, estava claro que um novo vírus combinado de gripe estava a caminho -- como muitas variações do vírus da gripe surgem todos os anos. Dos primeiros casos do México também estava evidente que esse novo subtipo estava causando menor dano aos humanos infectados do que os vírus de anos anteriores. Ainda assim a campanha da "gripe suína" estava ameaçando as pessoas cada vez mais, enchendo programas de TV, jornais, debates sobre saúde, ambulâncias e hospitais.
Nunca antes a busca por traços de um vírus foi feita de forma tão ampla e intensa. Além disso, muitos casos de morte coincidiram com exames de laboratório positivos para H1N1, o que foi usado para atribuir as mortes da "gripe suína" a esse vírus e para aumentar o pânico.
Nota do Viomundo: Segundo o autor, a moção dele já tem assinaturas suficientes para que se faça uma investigação
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