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sexta-feira, 22 de março de 2019

Armas de fogo matam uma criança ou adolescente por hora

no Outra Saúde (por e-mail)


Uma criança ou adolescente morre por arma de fogo a cada hora no Brasil. A informação é de um estudo divulgado ontem pela Sociedade Brasileira de Pediatria, que fez um levantamento de 1997 a 2016 a partir de dados do Ministério da Saúde. Foram ao todo mais de 145 mil mortes de  pessoas com até 19 anos. Quase metade dos óbitos em 2016 (45%) aconteceram no Nordeste, sendo 14% de todos os casos na Bahia. O número total cresceu com o tempo: só em 2016 foram 9.517, o dobro das mortes registradas em 1997 (4.846 casos).

Mas houve um ponto de mutação: após 2003, quando entrou em vigor o Estatuto do Desarmamento, houve desaceleração tanto no total de mortes como no de internações devido a ferimentos por armas de fogo. 

Essas internações custaram ao todo R$ 210 milhões ao SUS.  A maior parte (67%) foi por tentativa de homicídio, mas um percentual bem alto (26%) foi por acidentes. Já em relação às mortes, a imensa maioria das foi  por homicídio (94%), embora tenha havido "intenções indeterminadas (4%), suicídios (2%) e acidentes (1%).

sexta-feira, 15 de março de 2019

Rafael Greca tenta ridicularizar os profissionais de enfermagem e é repudiado pelo COREN


Print da página no Facebook do prefeito Rafael Greca

ILUSTRÍSSIMO (A) SENHOR (A) PRESIDENTE DO CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO PARANÁ – COREN/PR



O “SISMEC” – SINDICATO DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE ENFERMAGEM DE CURITIBA, inscrita no CNPJ sob o nº 23.786.802/0001-74, com sede na Rua Tabajara, nº 637, Sala 01, Vila Isabel, em Curitiba/PR, CEP 80320-310, representada por sua Presidente, Raquel da Silva Padilha, portadora da CI/RG nº 6568579-5 SESP/PR, e CPF/MF nº 843661929-34, vem respeitosamente à presença de Vossa Senhoria expor e requerer o quanto segue:

 O SINDICATO DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DA ENFERMAGEM DE CURITIBA, entidade representativa dos trabalhadores da enfermagem (Auxiliares, Técnicos e Enfermeiros) que atuam nos aparelhos públicos de saúde de Curitiba, em nome de toda a categoria deseja exteriorizar a nossa perplexidade e resignação com o comentário infeliz, preconceituoso e indigno de um homem publico que ocupa o importante cargo de Prefeito de Curitiba veiculado em seu perfil do facebook, no qual revelavam a intenção de minorar as dificuldades gritantes que nossa categoria enfrenta diante das extenuantes  jornadas de trabalho, enfrentando escalas reduzidas enorme numero de procuras por atendimentos, falta de recursos tais como medicação e profissionais médicos em número adequado para suprir a demanda, e que ainda nas horas de descanso tem colaborado e trabalhado para tentar suprimir a falta de profissionais.

Salários defasados, dois anos sem direito a crescimentos, sendo obrigada a complementar renda com mais de um vinculo, enfrentam ainda os desabafos da população desesperada devido a doença, a dor e a falta de recursos.

Sofrem com a  falta de segurança nos locais de trabalho (ocorrências de seqüestros relâmpagos dentro das unidades, risco de morte.) e muitas vezes chefias despreparadas assediando a equipe. 

Ridicularizar a situação foi o que se entendeu dos comentários que segue:   

 “, o SISMEC reafirma seu compromisso com o respeito, a ética e o bom relacionamento entre  gestão e categoria. Por isso, neste momento de consternação entre  toda a classe da Enfermagem  em geral, solicitamos que este conselho tome as devidas e cabíveis medidas visando garantir a integridade moral da categoria baseadas nas legislações em vigor:

Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem
Capitulo I - Das Relações Profissionais - Direitos
Art. 4º - Obter desagravo público por ofensa que atinja a profissão, por meio do Conselho Regional de Enfermagem.
Seção III - Das relações com as Organizações da Categoria - Direitos
Art. 47 - Requerer, ao Conselho Regional de Enfermagem, medidas cabíveis para obtenção de desagravo público em decorrência de ofensa sofrida no exercício profissional.

Ver também Resolução Cofen 433/2012 sobre Desagravo

Código Penal, artigo 139 – Difamação: é o ato de desonrar alguém espalhando informações inverídicas. E mesmo se a informação for verdadeira, a pessoa que sofreu a difamação, no caso, toda uma classe profissional, poderá processar o ofensor.
Pena: 3 mêses a 1 anos de prisão.

Pedimos a retratação imediata de Vossa excelência.

Nestes termos,
Pede deferimento.
Curitiba, 15 de fevereiro  de 2019.

Raquel da Silva Padilha
Presidente da SISMEC



Organizações Sociais de Saúde já gerenciam 71% dos serviços de saúde da cidade de São Paulo

CPI na Assembleia Legislativa de São Paulo descobriu, em 2018, que dirigentes recebem salário superior ao do governador e fazem quarteirização.
Foto: Cecília Figueiredo


Juntas, elas receberam, em 2018, cerca de R$ 4,9 bi, ou seja, 47% do orçamento municipal, estimado em mais de R$ 10 bi


O desempenho da Secretaria de Saúde da cidade de São Paulo, no ano passado, registrou dois fatos marcantes. Enquanto o repasse de verbas do governo federal registra tendência de queda, os recursos de repasses da Prefeitura aos contratos de gestão mantidos com as Organizações Sociais de Saúde (OSS) continuam estáveis, sem redução de verbas. Juntas, as entidades receberam o montante de R$ 4,9 bilhões em 2018, ou seja, 47% dos gastos do orçamento municipal que alcançou R$ 10,5 bilhões. É praticamente o mesmo patamar de recursos de 2017.

quinta-feira, 14 de março de 2019

Democracia faz bem à saúde, aponta estudo

Dados de 170 países mostram que transição para regimes democráticos teve maior influência no aumento na expectativa de vida e na queda das mortes por diversas doenças que o crescimento econômico



Viver em uma democracia é melhor para a saúde, aponta estudo publicado nesta quarta-feira no prestigiado periódico médico-científico “The Lancet”. O levantamento, que analisou dados de 170 países, verificou que os que fizeram a transição para regimes com eleições regulares livres e justas entre 1970 e 2015 experimentaram um maior aumento na expectativa de vida do que as nações que permaneceram em regimes ditatoriais ou autocráticos, além de uma queda mais acentuada nas mortes por diversas doenças e causas que seria esperada apenas pelo crescimento econômico no período.

Segundo os pesquisadores, as causas de morte que parecem ser mais reduzidas pela democracia são doenças do coração, tuberculose, acidentes de trânsito e outras chamadas doenças não comunicáveis, que incluem males crônicos como diabetes, problemas respiratórios e cânceres, responsáveis por mais de um quarto de todas as mortes ou incapacitação de pessoas com menos de 70 anos em países de média e baixa rendas.

segunda-feira, 11 de março de 2019

A Pauta Moral (sobre a caderneta voltada para a saúde dos adolescentes que Jair Bolsonaro sugeriu que pais “rasguem”)

no Outra Saúde (por email)


A caderneta voltada para a saúde dos adolescentes que Jair Bolsonaro sugeriu que pais “rasguem” foi objeto de dois anos de preparação. Antes do lançamento, que aconteceu em 2009, o Ministério da Saúde ouviu especialistas, pais e jovens. E, um ano antes, fez um teste em cinco cidades – Tabatinga (AM), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), Petrópolis (RJ) e Rio Branco (AC).

Entrevistada pela Folha, Thereza de Lamare, que coordenou essa área do Ministério da Saúde entre 2004 e 2015, disse que a cartilha foi responsável pelo aumento no número de adolescentes cadastrados nas unidades básicas de saúde. Com 40 páginas, o documento orienta sobre cuidados com a saúde, transformações no corpo, primeira menstruação e prevenção de gravidez e doenças sexualmente transmissíveis – parte que incomodou Bolsonaro. “As pessoas têm a visão de que, se não falar sobre isso, está protegendo o adolescente. Mas as pesquisas mostram o contrário", disse ela.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Diga NÃO à discriminação na saúde!


Você conhece a "Agenda para Zero Discriminação nos Serviços de Saúde"?

Lançada pelo @UNAIDSglobal em 2017, a agenda tem como um dos seus objetivos, garantir que todas as pessoas possam receber os cuidados de saúde de que necessitam sem discriminação!

Conheça e saiba mais no site do @UNAIDSBrasil: unaids.org.br

#ZeroDiscriminação

Paciente faz relato sobre o seu atendimento no SUS: "A luta tem que ser pelo fortalecimento do Sistema"

Fui diagnosticada com mioma no útero em fevereiro de 2018. Nada grave. Em dezembro do mesmo ano o mioma tinha crescido muito e o médico indicou cirurgia. Sem convênio, fui para o SUS. Em 16 de janeiro fiz meu cadastro no Pérola Byington e no dia 05 de fevereiro a cirurgia.
Reply to @semprealimac
No dia que tive alta minha acompanhante desceu na farmácia DENTRO do próprio hospital e pegou todos os remédios receitados para eu usar em casa. O mioma retirado foi logo depois da cirurgia para biópsia e tenho retorno já agendado com uma médica do mesmo hospital.
O SUS tem alguns problemas sim. Mas a luta precisa ser pelo FORTALECIMENTO do Sistema, não pelo seu sucateamento. Lamentável ver que algumas pessoas da esquerda reproduzam falas rasas da direita alienada. Por um país com Saúde gratuita e de qualidade. Essa é a luta.

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Mercadante: Guedes quer transformar políticas públicas em mercadorias



Comentário: Este é o verdadeiro perigo! O Guedes trás consigo toda a corja do Instituto Millenium. Está tudo dominado. Bozoasno & Filhos barbarizam na internet, a Damares trepa na goiabeira, a gente se farta com memes e piadinhas... e eles vão detonando as políticas públicas.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Eduardo Galeano - Por qué desaparecimos a los desaparecidos [leitura obrigatória a todos, os contra e os a favor das ditaduras]


En el día de hoy del año 1976, nació la dictadura militar que desapareció a miles de argentinos.

  Veinte años después, el general Jorge Rafael Videla explicó al periodista Guido Braslavsky:

  —No, no se podía fusilar. Pongamos un número, pongamos cinco mil. La sociedad argentina no se hubiera bancado los fusilamientos: ayer dos en Buenos Aires, hoy seis en Córdoba, mañana cuatro en Rosario, y así hasta cinco mil… No, no se podía. ¿Y dar a conocer dónde están los restos? Pero, ¿qué es lo que podemos señalar? ¿En el mar, en el río de la Plata, en el Riachuelo? Se pensó, en su momento, dar a conocer las listas. Pero luego se planteó: si se dan por muertos, enseguida vienen las preguntas, que no se pueden responder: quién mató, cuándo, dónde, cómo…

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

A força da "Bancada da Bula"


no Outra Saúde (por e-mail)

Ogari de Castro Pacheco (DEM-TO) tem 80 anos, R$ 407 milhões no bolso e é sócio-fundador de uma das maiores farmacêuticas brasileiras, a Cristália. Agora, estreando na política, é também suplente do senador Eduardo Gomes (MDB-TO), que teve 87% de suas doações de campanha vindas de executivos do laboratório. E Pacheco já vai começar a atuar com força, mesmo enquanto suplente. "No acordo que eu tenho com o Eduardo (Gomes), ele é que vai tomar posse, mas eu vou começar a trabalhar já, não vou esperar assumir o mandato para trabalhar. Eu vou ter dentro do gabinete do Eduardo um “subgabinete”. As matérias de saúde vão ficar sob minha responsabilidade, e uma série de projetos que já estão em elaboração. Ele é que vai apresentar, porque ele tem a voz e o voto, mas vou apoiá-lo e subsidiar as informações necessárias para que ele tente aprovar esses projetos", contou à Repórter Brasil.

Ter um assento no Congresso é uma grande vantagem para a indústria – como disse Pacheco, “a gente sempre critica que tem que se valer de um intermediário. Mas nada melhor do que alguém da área”. Mas o lobby é antigo e a influência do setor é gigantesca.

Um grande levantamento feito pela reportagem apurou que no ano passado, mesmo que a doação de pessoas jurídicas para campanhas estivesse proibida, o volume de investimentos da indústria nas eleições foi de R$ 13,7 milhões, distribuídos entre 356 candidatos. Elas foram feitas legalmente por pessoas físicas: executivos ligados a 462 laboratórios de medicamentos, distribuidoras e farmácias. Em 2010 e 2014, empresas podiam financiar, o setor farmacêutico doou R$ 26 milhões e R$ 57 milhões, respectivamente, para 1.404 candidatos ao todo. Isso, é claro, considerando as doações declaradas. 

O sucesso da indústria farmacêutica depende muito do setor público, como lembra a matéria. Afinal, o SUS responde por quase R$ 20 bilhões das compras de remédios no Brasil, e as isenções fiscais que recebe contam mais R$ 9,5 bi. O maior cliente da Crisália, por exemplo, é o SUS. 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Zema quer extinguir Escola de Saúde Pública de Minas Gerais

A instituição atua com trabalhadores de saúde e lhes dá como universo a saúde pública e coletiva, aproximando trabalhadores da área à produção do conhecimento



O Sind-Saúde, de Minas Gerais, pronuncia-se em defesa da Escola de Saúde Pública de MG (ESP/MG) agora na mira de extinção pelo Governo Zema. O sindicato deve acionar o Ministério Público Federal e trabalhar para a abertura de audiências públicas na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), para impedir o fechamento da escola.

A Escola de Saúde Pública de Minas Gerais foi criada em 1946. É a mais antiga escola estadual de saúde do Brasil. Entidades como a Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz) e Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) condenaram a intenção do governo Zema de fechar a instituição que forma profissionais para atuação na saúde pública e grande defensora do Sistema Único de Saúde (SUS). 

A instituição atua com trabalhadores de saúde e lhes dá como universo a saúde pública e coletiva, aproximando trabalhadores da área à produção do conhecimento sobre saúda das maiores universidades públicas brasileiras.O governo de Romeu Zema anunciou, por meio de projeto de lei (368/3,29), enviados aos deputados, a pretensão de submeter a ESP/MG à Secretaria de Estados de Saúde (SES/MG). Com isso, ele tira a autonomia administrativa da Escola, que fica impossibilitada de tocar as atividades acadêmicas como a criação e manutenção de cursos na área da saúde.

O PL também passa a gestão dos bens imóveis da ESP/MG para o controle da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), o que pode vir a inviabilizar a estrutura atual da Escola que funcionar em um prédio localizado em região de fácil acesso, na região Centro-Sul de Belo Horizonte.

A cada cinco anos a ESP/MG é avaliada pelo Ministério da Educação, que vêm validando as propostas de cursos na área de saúde.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Governo Bolsonaro quer trazer de volta os manicômios no Brasil

Nota técnica é alvo de críticas por abrir precedentes para o retorno de uma lógica manicomial que privilegia a internação e abstinência, enquanto coloca em segundo plano política de redução de danos

no Ponte Jornalismo

Cena do filme Bicho de Sete Cabeças que mostra a violência de hospitais psiquiátricos | Foto: reprodução
O Ministério da Saúde divulgou uma nota técnica nesta quarta-feira (6/2) propondo novas diretrizes de políticas nacionais de saúde mental e de drogas. As mudanças provocaram alvoroço em especialistas na área e, especialmente, em que trabalha na ponta, com o usuário desse tipo de serviço. O texto de 32 páginas ataca diretamente demandas da luta antimanicomial, que existe no Brasil há mais de 30 anos, e que começou para combater as violações de direitos humanos nos hospitais psiquiátricos denunciadas após os anos 1970. Além disso, adota um discurso que reforça a guerra às drogas e, consequentemente, a criminalização do usuário de drogas, bastante amparada pelo racismo estrutural.

Em linhas gerais, a nota abre diversos precedentes para o retorno de terapêuticas usadas amplamente no passado como a convulsoterapia [o uso terapêutico de choques em casos extremos, onde o paciente não atende a comandos de maneira consciente] – com um verniz de modernidade – bem como aponta a abstinência como melhor tratamento do que a redução de danos para o caso de dependentes químicos. Além disso, estimula a relação dos chamados CAPS (Centros de Atenção Psicossocial, que recebe pessoas em situação de vulnerabilidade para atendimento médico e psicológico, o inclui usuários de drogas, moradores de rua, etc), que trabalham com a lógica da redução de danos, com hospitais psiquiátricos e o fortalecimento das comunidades terapêuticas.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

As fraudes no sistema "público" de saúde dos EEUU


via Outra Saúde (por e-mail)

reportagem de capa desta semana da New Yorker conta a história de Darren Sewell, um médico que procurou o FBI para denunciar uma empresa que ele suspeitava estar desviando dinheiro público. Ele passou a cooperar como informante nas investigações contra a Freedom, que duraram anos. Quando a denúncia foi apresentada, ele perdeu o emprego e nunca mais conseguiu outra posição no mercado. Deprimido, acabou morrendo aos 39 anos em um acidente doméstico ocorrido em 2014, antes de o processo contra a empresa terminar.

Segundo o governo dos EUA, em 2017 foram recuperados US$ 2,6 bilhões desviados por fraudes na saúde. E, desse total, US$ 262 milhões voltaram para os cofres públicos graças ao trabalho de denunciantes como Sewell. A maior fonte de problemas tem sido o programa Medicare Advantage. Para entender, é preciso voltar no tempo. 

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Quem quebrou o Brasil? Dívida bruta explode após o golpe de 2016 e chega perto de 80%


Se você se alimenta de ‘fake news’ é melhor já parar por aqui a leitura desse texto. Isso porque a verdade é que após o Golpe de 2016 contra a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), a dívida bruta do Brasil explodiu. Em 2019 chegará próxima de 80% do PIB, segundo o próprio governo federal.

Os opositores ao PT dizem que o partido quebrou o Brasil, mas a verdade é que até a crise política de 2015, a dívida bruta se manteve estável durante todos os governos petistas de Lula e Dilma (veja gráfico da FGV))


Esse fato inquestionável, salvo se for analisado pela ótica do kit gay, é verificado por duas projeções, uma do FMI (Fundo Monetário Internacional) e outra pelo Banco Central,

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019