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quarta-feira, 22 de março de 2017

Ribeira, riqueza cultural




O Vale do Ribeira é a casa das comunidades quilombolas, caiçaras, indígenas, caboclas, de pescadores e de pequenos produtores rurais.

Essa diversidade cultural é raramente encontrada em locais tão próximos de regiões altamente urbanizadas, como São Paulo e Curitiba. Essa é mais uma das características que faz com quem o Ribeira seja tão único e especial!
Conheça um pouco mais sobre o modo de vida dessas comunidades clicando aqui
Cecilia Furquim, Quilombo de Ivaporunduva. Foto: © Loiro Cunha/ISA
Há muitas ameaças pressionando as comunidades que habitam esse tesouro natural. Elas podem perder suas terras se o governo não titulá-las em breve! Precisamos de você nessa luta: compartilhe com seus amigos a petição para titular as terras quilombolas!
Quero compartilhar a petição no Facebook!
Não se esqueça que amanhã, 23/03, vai ao ar o último episódio da websérie Ribeira Essencial.

Muito obrigada!

Raquel Pasinato
Coordenadora do Programa Vale do Ribeira
Instituto Socioambiental - ISA

Mais informações sobre o ISA.
Dúvidas ou comentários, ligue (11) 3515 8975 e fale com Mariana Hessel ou escreva para relacionamento@socioambiental.org

terça-feira, 21 de março de 2017

Não é Reforma! É o FIM DA PREVIDÊNCIA!!!



Veneri promove seminário para debater proposta de reforma da previdência

Conselho Nacional de Saúde alerta: A TERCEIRIZAÇÃO FAZ MAL À SAÚDE


no #susconecta


Nesta segunda-feira (20), o povo brasileiro se depara com a notícia de que o Congresso Nacional poderá votar em caráter de urgência, essa semana, o Projeto que trata sobre a terceirização. A matéria em questão dispõe sobre a terceirização dos serviços prestados por empresas no ramo das atividades urbanas e rurais. Hoje, na condição de presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS), é importante afirmar a rejeição à proposta por descumprir os preceitos fundamentais previstos no artigo 7º da Constituição Federal de 1988 e na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

O Pleno do CNS, por meio da Recomendação nº 006 de 2015, já havia se posicionado sobre o Projeto da terceirização que reforça a precarização das relações trabalhistas e tende a aumentar o número de acidentes de trabalho e doenças relativas ao seu exercício, especialmente os transtornos mentais, que oficialmente ultrapassam 700 mil casos por ano, com 2,7 mil mortes.

O Projeto de Lei representa um retrocesso à organização dos serviços de saúde, prejudicando as trabalhadoras e os trabalhadores e fragilizando a gestão do SUS. A terceirização existente nas ações de saúde vem se mostrando danosa para a qualidade do atendimento aos usuários do SUS.

Durante a 15ª Conferência Nacional de Saúde, instância de grande representação da sociedade civil e de deliberação sobre a política de saúde, que ocorreu em dezembro de 2015, houve um conjunto de propostas aprovadas que demonstrou o desejo da sociedade em rejeitar esse Projeto de Lei. A proposta mais votada da diretriz sobre a valorização do trabalho e da educação em saúde trata sobre a necessidade de lutar para que o poder público assuma a responsabilidade com a extinção da terceirização e com a desprecarização do serviço público nas três esferas de governo.

É com essa premissa que lutamos para valorizar o trabalhador. Temos o dever enfrentar a desvalorização do trabalho e tomarmos nossas frentes de mobilização para que essa proposta seja rejeitada. Nenhum direito a menos!

Conheça a Recomendação 006 sobre o PL da Terceirização

Conheça a Resolução nº 507 sobre as Propostas, Diretrizes e Moções aprovadas na 15ª Conferência Nacional de Saúde

Ronald Ferreira dos Santos
Presidente do Conselho Nacional de Saúde

segunda-feira, 20 de março de 2017

Bolsa família pode impedir ingresso de mais brasileiros na pobreza


Estudo recente do Banco Mundial argumenta que o aumento do orçamento do Programa Bolsa Família (PBF) pode ser fundamental para impedir o ingresso de mais brasileiros na pobreza, dada a crise econômica. Como os salários são a principal fonte de renda das famílias pobres e vulneráveis, a crise põe em risco os avanços do Brasil em redução da pobreza e desigualdade. Ao contrário da tendência da década de 2000, em que, segundo o relatório, o Brasil “alcançou reduções impressionantes nos níveis de pobreza”, esse problema tem aumentado.

domingo, 19 de março de 2017

Recordar é viver... #CarneFraca

no Twitter ano passado...


http://linkis.com/outraspalavras.net/d/cJPlg

sábado, 18 de março de 2017

Chuck Berry - C'est La Vie · You Never Can Tell · Teenage Wedding

CHUCK BERRY & JOHN LENNON - Johnny B. Goode

CHUCK BERRY & KEITH RICHARDS - Nadine

A verdadeira questão por trás da "Carne Fraca": Agro é Tech, Agro é Pop, Agro é tudo


CARNE FRACA - Por 3 anos lutamos e investimos para a implantação do SUASA - Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária na Lapa. Este sistema facilitaria em muito o processo de inspeção e garantiria a qualidade das Agroindústrias Familiares que produzem produtos de origem animal. 

Hoje, o que acontece, é que estas precisam, por imposição legal e por falta de legislação específica, se sujeitar às mesmas normas impostas aos grandes frigoríficos pelo MAPA - Ministério de Agricultura e Pecuária - SIP e SIF (que hoje foi demonstrado que nada valem, pois não há garantia de qualidade, não há garantia de ética na inspeção). 

Apesar do esforço da Secretaria Municipal de Agricultura da Lapa, nas pessoas do Secretário Lírio Rebelatto e da veterinária Adriana Bianchini e de todo o apoio dispensado pelo executivo municipal durante os anos de 2014 a 2016 e do processo já estar bem adiantado, o Ministério da Agricultura e a Secretaria de Estado da Agricultura sempre impõe mais e mais pedidos para a concretização do SUASA na Lapa. 

Com a operação Carne Fraca muita coisa começa a ficar mais clara. A quem interessa que a Agroindústria Familiar não seja regulamentada com mais facilidade? A quem interessa que o processamento e comércio de carnes e derivados fique na mão de poucas grandes empresas? A quem interessa que a agroindústria familiar não evolua? Pois é. Agro é Tech, Agro é Pop, Agro é tudo.


*Leila Aubrift Klenk é engenheira agrônoma e foi prefeita do município da Lapa-PR

Da série "Pimenta no Coo dos Outros"


sexta-feira, 17 de março de 2017

Se cometer mais gafes, ministro da Saúde pode pleitear vaga de presidente

no Blog do Sakamoto


Talvez em outro governo ou outro país, Ricardo Barros (PP-PR) não teria sido escolhido como ministro da Saúde por não ser da área. Ou, se escolhido fosse, já teria sido retirado do cargo por conta de suas declarações desastrosas e de sua visão da Saúde, que não privilegia o sistema público. Mas, por aqui, se ele atender às demandas de seu partido (envolvido em casos de corrupção) e de certas empresas, que querem que o país siga o curso da privatização da Saúde, terá cumprido seu papel. 

Pensando melhor: o que para alguns são gafes e sincericídios, para muitos outros são belas verdades sobre o mundo. Penso que, portanto, ele poderia pleitear uma eleição indireta à Presidência da República. Abre o olho Michel ''Mulher-OrçamentoDoméstico-de-Supermercado'' Temer… 

Abaixo, cinco vezes em que Ricardo Barros provou que quer ser presidente: 

quinta-feira, 16 de março de 2017

Farmacêuticos vão ao MP pela manutenção das farmácias nos postos de saúde de SP

Representação do sindicato da categoria inclui a isenção de ICMS concedida por Geraldo Alckmin aos laboratórios que teriam "doado" medicamentos para a prefeitura paulistana


O projeto do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), de fechar as farmácias nas unidades públicas de saúde e privatizar a distribuição de medicamentos, e a isenção fiscal concedida pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) às indústrias farmacêuticas, que teriam doado medicamentos ao município, deverão ser investigados pelo Ministério Público estadual. No último dia 7, o Sindicato dos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sinfar-SP) protocolou representação aos promotores do Centro de Apoio Operacional Cível de Tutela Coletiva – Saúde Pública.

Na denúncia, o sindicato argumenta que, ao fechar as farmácias nos postos do SUS, Doria desrespeita as disposições da Política Nacional de Medicamentos, estabelecida pela Portaria MS/GM 3916/98, do Ministério da Saúde, e também a Lei 8.987/95, que estabelece os princípios norteadores dos serviços públicos.

terça-feira, 14 de março de 2017

#ACULPANÃOÉDOMACACO


segunda-feira, 13 de março de 2017

1ª CONFERÊNCIA NACIONAL LIVRE DE COMUNICAÇÃO EM SAÚDE OCORRE EM ABRIL





Acontece, entre os dias 18 e 20 de abril, em Brasília/DF, a 1ª Conferência Nacional Livre de Comunicação em Saúde. O evento reunirá jornalistas, blogueiros, ativistas, coletivos de comunicadores, estudantes e conselheiros nacionais, estaduais e municipais de saúde para discutirem a democratização do acesso da população às informações sobre saúde.

Aprovada em Plenário do Conselho Nacional de Saúde (CNS), a Conferência inédita terá como tema "Direito à informação, garantia de direito à saúde". De acordo com a resolução do Plenário, os objetivos da Conferência são os seguintes:

- Subsidiar as ações do controle social em comunicação em Saúde;

- Unificar o conceito de acesso à informação ao direito de acesso à saúde;

- Estabelecer parâmetros de comunicação para comunicadores e militantes em Saúde, nas diversas plataformas de produção, edição e disseminação de informações

De acordo com a página do evento, a Conferência também servirá para lançar as bases de um sistema comum de comunicação em rede, em escala nacional, para compartilhamento de informações e experiências em saúde pública, além de consolidar uma narrativa em defesa do SUS, a partir de estratégias de disseminação de conteúdo via redes próprias, em contraposição ao boicote sistemático promovido pela mídia hegemônica.

Confira as seis mesas temáticas da Conferência e garanta a sua inscrição:


MESA 1: Desafios da comunicação em Saúde

MESA 2: Papel da comunicação na defesa da informação em Saúde

MESA 3: O SUS na sala de aula

MESA 4: Novas mídias e o SUS

MESA 5: Informação em Saúde como direito

MESA 6: Experiências de coletivos de comunicação

Pesticidas matam 200 mil pessoas por intoxicação aguda todo ano, alertam especialistas

Cerca de 90% das mortes ocorreram em países em desenvolvimento, onde as regulamentações de saúde, de segurança e de proteção ao meio ambiente são frágeis. Dois especialistas em direitos humanos da ONU pediram novo tratado global para regulamentar e eliminar gradualmente o uso de pesticidas perigosos na agricultura e avançar em práticas agrícolas sustentáveis.


Foto: Akarsh Simha/Flickr/CC

Dois especialistas em direitos humanos da ONU pediram nessa semana (7) um novo tratado global para regulamentar e eliminar gradualmente o uso de pesticidas perigosos na agricultura e avançar em práticas agrícolas sustentáveis.

De acordo com a relatora especial da ONU sobre o direito à alimentação, Hilal Elver, e o especialista das Nações Unidas para os direitos humanos e substâncias e resíduos perigosos, Baskut Tuncak, os pesticidas são responsáveis por 200 mil mortes por intoxicação aguda a cada ano.

Eles apontaram que cerca de 90% das mortes ocorreram em países em desenvolvimento – onde as regulamentações de saúde, de segurança e de proteção ao meio ambiente são frágeis.